domingo, 22 de outubro de 2017

Donald Trump afirma que governo americano "cessará ataques aos valores judaico-cristãos"

Em discurso realizado na Values Voter Summit, conferência política conservadora-liberal sediada na capital da maior potência econômica das Américas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo dos EUA irá "cessar todos os ataques aos valores judaico-cristãos". O comentário foi realizado após anos de supressão das manifestações das religiões tradicionais que fundaram os Estados Unidos - o cristianismo e o judaísmo - por parte do governo, que induziu os cidadãos a evitarem o termo "Natal", que poderia "ofender" integrantes de outras religiões pela referência a Cristo, ou a exposição de símbolos tradicionais judaicos, como o Menorah, que é considerado ofensivo por segmentos radicais da esquerda e de movimentos maometanos. O discurso de Donald Trump sobre os valores judaico-cristãos foi disponibilizado com legendas em português no último dia 14, pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube.

Donald Trump afirmou: "na América, nós não idolatramos o Estado - nós adoramos a Deus. Os founding fathers [líderes fundadores] dos Estados Unidos da América invocaram o nosso Criador quatro vezes na Declaração da Independência - quatro vezes. 'Os tempos mudaram' [conforme o discurso da esquerda], mas vocês querem saber? Os tempos estão mudando novamente. Apenas lembrem-se disso. Nós estamos parando, imediatamente, os ataques [do Estado] contra os valores judaico-cristãos". 

Ao longo dos últimos anos, o governo dos Estados Unidos, sob a administração democrata, empreendeu campanhas de extinção das referências aos feriados tradicionais cristãos e judaicos na vida pública, como no caso da substituição da palavra "Natal" por feriado, uma vez que "Natal" faz referência a Jesus Cristo e à cristandade. A administração democrata também foi acusada de aproximação com regimes extremistas anti-cristãos e anti-judaicos, como os que emergiram da chamada "primavera árabe", estimulada pelo governo Obama, e que levou à criação do movimento terrorista Estado Islâmico. O governo dos EUA, também ao longo da última administração, se afastou do governo de Israel - o principal aliado dos Estados Unidos e a única democracia de modelo oriental em todo o Oriente Médio. A última Presidência também é acusada pelas lideranças conservadores de colaboração com a agenda da "ideologia de gênero" e com as campanhas de dissolução das soberanias nacionais promovidas pelos organismos internacionais que adotam a ideolgia globalista.

Trump concluiu o discurso onde garantiu o fim dos ataques aos valores judaico-cristãos com a menção ao natal: "vocês sabem, estamos nos aproximando daquela maravilhosa época de natal - aquela sobre a qual as pessoas não falam mais. Eles não usam a palavra 'natal', porque não é 'politicamente correta'. Você vai às lojas e eles dizem 'feliz ano novo', ou outras coisas. Tudo fica decorado em vermelho, mas eles não dizem o nome dessa época. Bem, adivinhem? Nós diremos 'Feliz Natal!' novamente".

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que ataques do Estado contra valores judaico-cristãos irão acabar. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute a perseguição anti-cristã no Ocidente:



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Moro não vai concorrer a Presidência, por sua vocação"

Em matéria publicada no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu as declarações do juiz Sérgio Moro sobre sua opção por não concorrer à Presidência, e a postura do jurista para continuar "fazendo o que é correto, por sua vocação", como representante do Poder Judiciário. Na opinião do colunista, a opção de Moro reflete a atitude vocacional correta, que é negligenciada na atitude da maior parte dos brasileiros - agir corretamente, ainda que em prejuízo dos próprios objetivos financeiros ou a autopromoção, comum entre as pessoas públicas.

Felipe Moura Brasil afirma: "Moro não será candidato a presidente em 2018, e deixou clara esta posição, acrescentando que 'as pesquisas que tentam sugerir isso estão perdendo tempo'. Para Moro, existem outras maneiras de servir ao país, de influenciar positivamente as pessoas e a sociedade, e a opção dele foi pela atuação como juiz. 'Não tenho essa vocação', disse Moro em entrevista recente, referindo-se à política. É uma questão simplesmente de vocação - não haveria impecílios legais para tanto".

Moura Brasil indica que a decisão de Moro reflete princípios de conduta moral discutidos pelo filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, que argumenta que as ações humanas mais elevadas são fundamentadas no propósito de agir corretamente, ainda que em prejuízo econômico ou simbólico para o próprio agente. Olavo afirma que o exercício de atividades com base no princípio da vocação e no entendimento de que a ação é parte da contribuição que uma determinada pessoa pode dar à humanidade ou a seu país é parte das preocupações das mais nobres camadas da personalidade humana, e significam, também, o papel, por vezes positivo, que o indivíduo pode desempenhar na História. A escolha de Moro talvez não seja a mais sedutora economicamente ou a que lhe proporcione mais status, mas é a decisão correta, que reflete sua real potencialidade individual e a missão que tem a desempenhar na História do país, como jurista que enfrentou, sob ameaças constantes de militância organizada, um dos maiores escândalos de corrupção já vistos no Ocidente.

O jornalista da Rádio Jovem Pan explica: "no livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota [de autoria do filósofo Olavo de Carvalho, que reúne textos sobre alguns dos temas discutidos pelo famoso escritor], idealizado e organizado por mim, eu incluí um capítulo sobre a palavra citada três vezes por Moro: vocação. É ela que, segundo o autor, Olavo de Carvalho, está omitida na pergunta feita com frequência, no Brasil, a pessoas que fazem algo interessante: 'você faz isso por dinheiro, ou por prazer?' O que se omite, segundo Olavo, é a possibilidade de que alguém se dedique de todo o coração a alguma coisa sem ser por necessidade econômica nem por prazer".

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute opção de Moro por não concorrer à Presidência:



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Terça Livre - "Hillary sempre foi agente de influência da Rússia"

Em vídeo disponibilizado ontem no canal Terça Livre, no Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu as informações publicadas na imprensa americana sobre a colaboração entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo - de acordo com o veículo brasileiro, "Hillary é agente de influência da Rússia, e colaborou até mesmo para a venda de urânio [insumo para produção de armamento nuclear] ao país de Putin". O canal Terça Livre também abordou a cooperação entre a Fundação Clinton e o governo do maior país eurasiático.

Italo Lorenzon afirma que, conforme o noticiário norte-americano (incluindo artigos disponibilizados nos portais World Net Daily e Breitbart), "a Rússia fez várias doações à Clinton Foundationem troca da compra de 20% do urânio americano. O recurso é utilizado para, entre outras finalidades, a fabricação de armas nucleares. Em 2010, Obama fez um acordo que fez bastante controverso - ele cedeu 20% do urânio americano para companhias da Rússia. Naquela época, já houve grandes suspeitas de fraude durante o processo americano equivalente às licitações". Lorenzon acrescenta que, para analistas políticos como Jeffrey Nyquist, especialista em História da Rússia e na História da atuação internacional do movimento comunista, o Estado eurasiático tem fortes ligações com a família Clinton, através da fundação do ex-presidente americano. A organização, sediada nos EUA, já teria recebido mais de 150 milhões de dólares do governo russo.

O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho denunciou, em mais de uma ocasião, a ligação entre a família Clinton e os interesses dos governos da Rússia e da China. O autor também afirma que a última administração, do Partido Democrata, também foi responsável por campanhas de desmoralização dentro das forças armadas dos Estados Unidos - a medida seria contrária aos interesses nacionais americanos, mas favorável às diretrizes históricas estratégicas dos governos alinhados ao eixo Moscou-Pequim, que teria o objetivo de longo prazo de estabelecer uma nova hegemonia militar mundial, centrada nos países-integrantes da Organização para Cooperação de Xangai - grupo fundado em 1996, com a pretenção de tomar o lugar geopolítico e bélico do Pacto de Varsóvia.

Italo Lorenzon afirma que a campanha de difamação movida pela esquerda contra Trump, que sugere a aproximação entre o atual presidente dos EUA e a Rússia, é "mais uma ocasião em que os militantes acusam o líder do que eles mesmos fazem".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a cooperação entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo:



domingo, 15 de outubro de 2017

Alex Jones - "esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando"

Alex Jones, repórter e editor-chefe do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, afirmou em vídeo disponibilizado no último dia 13, que "o esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando". Jones e Mike Cernovich, um dos colaboradores da plataforma, que a elite da mídia dos Estados Unidos também está envolvida em esquemas de promoção da pedofilia e de abusos sexuais de crianças que entram no mundo da atuação cinematográfica.

A crítica realizada por Jones foi motivada pela divulgação de uma série de abusos sexuais que teriam sido cometidos por Harvey Weinstein - o repórter da rede InfoWars informa que Weinstein era integrante do Partido Democrata (maior agremiação de esquerda dos Estados Unidos, que integra militantes das causas sex-lib, bem como socialistas e anarquistas) e que usou de seu posto de poder para explorar sexualmente grande quantidade de atrizes. Entre as vítimas, estariam personalidades conhecidas internacionamente, como Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Alex Jones informa que grandes nomes de Hollywood, como Ben Affleck, estariam participando dos esforços para esconder os crimes atribuídos a Weinstein. Uma das atrizes que acusou Weinstein, a ítalo-americana Rose McGowan, afirma estar sofrendo perseguição, por parte de colegas, e chegou a ter uma de suas contas oficiais suspensa, na rede social Twitter, após denunciar os crimes sexuais do esquema de Hollywood.

De acordo com o repórter Mike Cernovich, a ênfase dada a escândalo com atrizes adultas seria "uma manobra para desviar atenção do público do principal problema de Hollywood: a pedofilia. Isso é uma manobra para distração. Nós já conversamos sobre isso no InfoWars - esses escândalos de abusos sexuais são apenas uma das coisas a descobrir sobre os crimes cometidos pela elite de Hollywood. Agora Weinstein também está sendo investigado, após acusações de estupros cometidos no Reino Unido. A grande pergunta é: por que isso só está aparecendo agora? Isso só está surgindo agora porque o escândalo mais absurdo, o dos crimes de pedofilia, está para vir a público. O cálculo que eles fizeram foi: 'como estão começando a falar sobre a pedofilia, vamos entregar Weinstein'. Não é impressionante que toda a mídia tenha saído, de uma só vez, contra um único dos magnatas? Isso não é só sobre esses estupros - isso é sobre uma rede de pedófilos de Hollywood, sendo expostos".

Cernovich, assim como o repórter Paul Joseph Watson, comentam as revelações feitas pelo ator Elijah Wood e outros que atuaram enquanto crianças sobre a rede de pedófilos que atua na elite midiática dos Estados Unidos. Watson também discutiu, em uma de suas reportagens de maior repercussão pelo InfoWars, a ligação entre grandes nomes da política americana, da casta midiática dos EUA e esquemas internacionais de pedofilia.

Veja na íntegra - Alex Jones comenta revelação de esquema para abusos sexuais contra atrizes em Hollywood, no qual um dos principais criminosos seria um dos maiores financiadores do Partido Democrata ligados à mídia:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson discute ligação entre a elite política, financeira e midiática internacional e redes de pedofilia, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:




sábado, 14 de outubro de 2017

Canal Terça Livre - saída dos EUA da UNESCO também foi motivada por campanhas de engenharia social da organização

Em vídeo disponilizado no último dia 12 no canal Terça Livre, do Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu a saída dos Estados Unidos e de Israel da UNESCO - o afastamento voluntário dos dois países seria justificado porque a organização adotaria uma postura antissemita e, conforme o autor Pascal Bernardin, pelo envolvimento do organismo internacional em campanhas de doutrinação ideológica e engenharia social pró-globalista, que deveria ser implementada em instituições educacionais nos países integrantes. O presidente Donald Trump já havia anunciado, em sua campanha, o distanciamento dos Estados Unidos da ideologia globalista.

De acordo com Lorenzon, com as decisões dos líderes israelenses e americanos, "os Estados Unidos e Israel saíram da UNESCO, e não irão mais contribuir financeiramente para esta organização. Uma das acusções sugere que a UNESCO adota uma postura anti-Israel, antissionista e antissemita. Além da postura anti-Israel, o organismo internacional é um dos principais defensores da agenda cultural da esquerda globalista. Para quem quiser mais informações sobre o assunto, eu recomendo a leitura da obra 'Maquiavel Pedagogo', de Pascal Bernardin". O livro de Bernardin aborda as técnicas de doutrinação ideológica e rebaixamento da qualidade dos padrões da educação - técnicas promovidas pelos defensores do sistema globalista nos países que integram suas organizações.

Italo Lorenzon acrescenta: "Pascal Bernardin explica técnicas de manipulação que a UNESCO passa para ONGs e mesmo para ministérios da educação de vários países - nessas técnicas, existe uma clara finalidade de corromper a inteligência das crianças. A finalidade é 'usar a educação para deseducar', ou fazer com que os alunos não aprendam e se tornem incapazes de aprender. A UNESCO serve a esse papel de maneira primordial. Entre os conceitos espalhados pela organização estão a ideologia de gênero, a ideologia sex-lib associada aos grupos LGBT, a expansão maometana no Ocidente e uma ideologia anti-católica - tudo isso pode ser encontrado, e é transmitido de cima para baixo pelo organismo internacional para os ministérios da educação dos países integrantes".

O presidente Donald Trump denunciou, em diversas ocasiões, o caráter anti-americano e anti-israelense dos grandes organismos internacionais, como a ONU e a UNESCO. Trump declarou, durante sua campanha, que "o americanismo, não o globalismo, irá pautar nosso governo".

Veja na íntegra -  matéria do canal Terça Livre sobre a saída dos EUA da UNESCO:



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CNN tenta negar confissão de George Soros sobre confisco realizado por regime nazista contra judeus

Em vídeo disponibilizado no canal oficial do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o repórter Alex Jones falou a respeito da nova campanha da CNN que tem por objetivo a negação dos relatos de George Soros sobre a participação do milionário no confisco de bens de judeus, durante o holocausto. Soros confessou, para o programa 60 Minutes, da rede CBS, que "auxiliou na tomada dos bens dos judeus húngaros pelos nazistas", quando ainda era adolescente, e afirmou que "não se sentiu mal de modo algum" ao cometer o ato. Soros também afirmou na entrevista à CBS que essa foi "a melhor época de sua vida" - todavia, a CNN nega todas as declarações do empresário que é o principal financiador da esquerda dos Estados Unidos. A reportagem sobre a campanha da CNN foi divulgada ontem, dia 11, no Youtube.

O jornalista Alex Jones informa que "para a CNN, eu 'criei a narrativa da colaboração de Soros com os nazistas'. Eles estão tentando me retratar como 'o cara que surgiu com essa estória'. Soros, no programa 60 Minutes, admitiu que colaborou com os nazistas, e disse que 'não se sentia envergonhado por isso'. George Soros, que admite isso, junto com um tio seu, auxiliou no confisco de bens de centenas de pessoas. Ele compara isso com uma situação de 'livre-mercado': segundo ele, se ele não tivesse agido assim, 'outra pessoa o faria'. Ele não admite apenas na CBS - ele admite em livros sobre o assunto".

As declarações polêmicas de George Soros foram realizadas para a edição do programa 60 Minutes que foi ao ar em 20 de dezembro de 1998, na rede CBS. Uma das principais críticas ao milionário e patrono da esquerda americana é que a colaboração com o roubo de bens dos judeus húngaros foi realizada apesar das origens israelitas do próprio Soros, que, ainda hoje, adota posturas contrárias ao Estado de Israel, que critica como um expoente do nacionalismo. Soros também auxiliou financeiramente, ao longo da década de 1990, ex-integrantes de partidos comunistas no Leste Europeu - mesmo em países nos quais a população judaica sofreu com campanhas "anti-cosmopolitas" estimuladas pela União Soviética.

Aex Jones afirma que, com a campanha de negação das confissões de Soros, a CNN "atingiu um nível além do fake news [além da pura divulgação de notícias falsas]. As alegações da rede [contra testemunho registrado do próprio Soros] são como sugerir que eu inventei a existência da cidade de Austin, no estado do Texas. Ou a existência de George Washington. O discurso da rede é tão insano que realmente tenta negar algo que está gravado em vídeo".

Veja na íntegra - reportagem do veículo InfoWars sobre campanha da CNN de negação das declarações de George Soros:


Mais sobre o tema - entrevista de George Soros à rede CBS, que iniciou a polêmica sobre a colaboração com o holocausto cometido pelo regime nacional-socialista, durante a adolescência do milionário:



domingo, 1 de outubro de 2017

IPEA afirma que economia está em processo de recuperação, e quadro deverá melhorar em 2017 e 2018

Conforme notícia publicada pelo veículo de comunicação EBC, o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - prevê crescimento do PIB brasileiro de 0,7%, em 2017, e de 2,6%, em 2018. O Instituto informou que a expectativa poderia ser melhor, na ordem de 3,4%, caso o governo tivesse mais sucesso nas reformas econômicas que tenta empreender. O Instituto, ainda conforme a reportagem, argumenta já ser claro que "o Brasil saiu da recessão", e que a economia agora está em processo de retomada do ritmo, para patamares melhores. O artigo foi disponibilizado pela agência no último dia 28. 
Imagem: site Valor Mercado

Conforme a EBC, o IPEA aponta como os principais motores da recuperação o consumo das famílias brasileiras, as exportações e o setor agropecuário, que se destaca como o de crescimento mais expressivo no país. Até mesmo a indústria, que vem sofrendo por mais de uma década no Brasil, deverá apresentar um papel mais significativo no processo de recuperação econômica, para o posicionamento do IPEA.

O artigo da EBC destaca que ainda é necesário que o Estado conduza reformas econômicas e nos sistemas de welfare do país, que ainda geram desconfiança nos investidores quanto à capacidade do governo de administrar as contas públicas. A matéria acrescenta: "tornar mais sustentáveis os gastos públicos é essencial para que os investidores confiem nessa retomada e voltem a fazer investimentos mais de longo prazo". Em situações onde a economia é instável e os juros são elevados, como no Brasil, a maior parte dos investidores prevere aplicar seus recursos em especulação ou bancos, onde os riscos são menores do que na atividade produtiva que, no Brasil, enfrenta grandes dificuldades na competição contra produtores estrangeiros (que praticam preços mais baixos) e em decorrência de pesadas regulamentações que atingem a maior parte das atividades econômicas.

Apesar de ainda haver grandes problemas a resolver, a matéria informa que há previsão de crescimento da indústria brasileira em 0,5%, em 2017, e em 3,4%, em 2018. A produção agrícula deverá crescer 12,5% em 2017 e 3,5% em 2018.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Band sobre a recuperação da economia:



Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

Dois militantes do Estado Islâmico que atuavam em Israel, incluindo Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um rapaz de 16 anos que não teve seu nome divulgado, foram acusados de planejar um ataque terrorista contra o Monte do Templo, local considerado sagrado pelo cristianismo, judaísmo e pela fé maometana. O ataque deveria ser realizado com uso de armas de fogo, de maneira similar aos assassinatos em massa cometidos pelo ISIS em território europeu e também em áreas controladas pelo Estado de Israel. A notícia sobre a captura dos militantes terroristas foi publicada no último dia 28, pelo portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação, "dois jovens residentes da cidade árabe-israelense de Umm al-Fahm foram acusados, nesta quinta-feira, de planejar um atentado com uso de armas de fogo a ser conduzido no Monte do Templo, na cidade de Jerusalém, seguindo padrão similar ao crime cometido em julho deste ano". O ataque seria realizado pela mesma maneira através da qual integrantes do Estado Islâmico cometeram assassinatos em massa em dois estados dos EUA e em Paris, na França, em novembro de 2015. 

O portal Breitbart acrescenta: "os dois suspeitos, Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um segundo militante, de 16 anos, que não pode ter seu nome divulgado em decorrência de ser menor de idade, são, na opinião da acusação, simpatizantes da organização terrorista Estado Islâmico. Um terceito integrante, da mesma cidade, do grupo, Firas Salah Mahmoud, de 24 anos, também foi preso por suspeita de envolvimento na organização extremista. Mahmoud foi acusado, além da suspeita de ligação com o ISIS, por posse ilegal de arma de fogo.

O site jornalístico informa que a notícia foi veiculada originalmente pelo portal The Times of Israel - todavia, a notícia teria mantida em silêncio pelas autoridades policiais do distrito de Haifa desde o dia seis de setembro, quando os três teriam sido presos originalmente, para assegurar o bom andamento das investigações sobre o plano orquestrado pelo Estado Islâmico. O portal Breitbart já informou que o ISIS atua na região monitorada pelas Forças de Defesa de Israel, em parceria ocasional com a organização salafista Hamas, de ideologia e métodos de guerra similares.


Mais sobre o tema - vídeo do canal PragerU sobre o Estado Islâmico:



sábado, 30 de setembro de 2017

Joice Hasselmann - "exposição no MAM foi indução à pedofilia"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 29, em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann denunciou uma exposição de arte pós-moderna realizada no MAM, em São Paulo, como crime de "indução à pedofilia". A colunista da Rádio Jovem Pan também afirmou que a exposição realizada pouco mais de uma semana atrás no Rio Grande do Sul, em espaço mantido por um dos grandes bancos atuantes no Brasil, foi gesto similar, ou crime de "indução à pedofilia e à zoofilia". Hasselmann destaca que ambos os eventos foram abertos ao público infantil, e contaram com excursões escolares - na exposição do MAM, segundo ela, "pais chegaram até mesmo a levarem seus filhos para que tocassem um homem nu, que se colocou como 'artista' partícipe do evento".

Ao comentar o evento, Joice Haselmann destacou que o ato "foi indução à pedofilia, com todas as letras. Ainda que a criança esteja acompanhada dos pais - e se um dos responsáveis for um louco? E se a mãe da criança for insana, depravada? Nesse caso, a exposição seria legítima? Alguém vai me dizer o que foi feito é normal, é comum? Onde estão as pessoas que falam a respeito do Estatuto da Criança e do Adolescente, para fazer alguma coisa? Não venham dizer que uma criança pegando em um homem nu, em público, é arte".

Na exposição, crianças foram induzidas a tocar um homem nu, por seus pais. A organização do evento e grupos de esquerda afirmaram que o evento foi uma "manifestação artística", e que as críticas à realização do ato são uma forma de tentar "coibir a liberdade de expressão dos artistas". Movimentos liberais e conservadores do Brasil denunciaram a iniciativa como uma clara campanha de promoção da pedofilia - a mesma crítica foi feita à exposição realizada no Rio Grande do Sul, que conteve obras sobre a pedofilia e a zoofilia. Entre os defensores do evento realizado no RS, esteve a candidata do partido marxista PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, que qualificou às denúncias sobre crime de apologia à pedofilia como "fascismo".

Sobre a exibição em São Paulo, Joice Hasselmann argumenta: "não é possível falar que colocar um homem com o pênis de fora, com crianças, seja arte. Isso só pode ser chamado de 'arte' na cabeça de um doente. Que eu saiba, exposições que promovem a sexualidade para uma criança devem ser classificada como crime, e não como arte".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta exposição acusada de apologia da pedofilia, realizada no MAM, em São Paulo:



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Homem que abandonou a fé islâmica é ameaçado e agredido por salafistas, no Reino Unido

Em entrevista para o canal Rebel Media, no Youtube, Nissar Hussain, britânico de família paquistanesa que se converteu ao cristianismo, denuncia perseguição e violência constante, pelo abandono da fé islâmica. Nissar expõe o que caracteriza como "crimes de ódio", cometidos por salafistas contra ele e contra seus entes mais próximos - o cidadão britânico foi, no final de 2015, atacado violentamente por uma gangue de fundamentalistas, na cidade de Bradford, na Inglaterra. A entrevista foi publicada no canal Rebel Media no último dia 26.

O ataque mais violento ao homem que se converteu do islam ao cristianismo ocoreu enquanto Nissar voltava de seu trabalho, para casa. Um grupo de pelo menos dois salafistas o cercou, e iniciou o ataque físico, com socos, pontapés e um bastão de madeira. . O grupo de extremistas tentou, através do ataque e das constantes ameaças à família de Hussain, aplicar a lei fundamentalista conhecida como "shariah", que institui a morte para pessoas que decidam abandonar a crença maometana. Após o ataque, Nissar Hussain e seus familiares tiveram de deixar a cidade de Bradford, para tentar fugir da perseguição.

Hussain declara: "nós somos uma família de convertidos ao cristianismo. Nós estamos sofrendo há 16 anos. A polícia britânica não reconhece que a perseguição à minha família é um crime de ódio - ou não o fizeram, até o ataque contra mim. Quando me atacaram, usaram o bastão de uma picareta de alpinismo. O primeio ataque que recebi atingiu a lateral da minha cabeça. Quando tentei me defender do golpe, senti como se minha mão tivesse explodido de dor. Eu caí no chão, e teria sido espancado até a morte, se não tivesse sido socorrido por dois vizinhos poloneses. Os vizinhos correram para me ajudar, e espantaram os atacantes. Se eles não estivessem lá, esse provavelmente seria o fim da minha história". 

Nissar Hussain destaca que denunciou "antes do ataque, à polícia, que algo assim iria acontecer. Soubemos, por familiares que ainda seguiam o islam, que os grupos de extremistas religiosos iriam 'resolver o nosso problema'. Nós contamos à polícia sobre a ameaça, mas nenhuma providência foi tomada. Nós até levamos uma testemunha. Nós fomos submetidos constantemente a ameaças - chegamos a ter uma gangue de 15 indivíduos, em frente de nossa casa, como 'aviso' do que iria acontecer". Hussain acrescenta que muitos desses epiódios, incluindo um no qual um grupo disparou um explosivo contra sua casa, foram gravados por câmeras de segurança, sem que as autoridades fizessem nada para prevenir a intimidação ou agressão física.

Veja na íntegra - entrevista de Nissar Hussain ao canal Rebel Media:



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Preocupação legítima com crise migratória levou a resultado da eleição na Alemanha"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 26, no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu o resultado da eleição alemã, e afirmou que o crescimento do partido AfD é reflexo de preocupação legítima dos eleitores com a crise migratória. O comentarista destaca o grande gasto público gerado pela entrada descontrolada de refugiados do Oriente Médio em território europeu, assim como a infiltração de militantes de organizações extremistas como o Estado Islâmico, entre alguns dos fatores que fundamentaram a escolha dos eleitores da maior economia do continente.

Felipe Moura Brasil afirma: "embora Angela Merkel tenha conseguido mais um mandato, principalmente como consequência da estabilidade da maior economia do bloco europeu, o partido direitista 'Alternativa para a Alemanha' [AfD] ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes, entre os 631 do parlamento alemão". O jornalista afirma que a grande imprensa criticou o sucesso do partido como "um teste para a democracia alemã" - todavia, em sua opinião, os mesmos veículos da mainstream media foram incapazes de criticar o sucesso "do partido de extrema-esquerda, o 'Die Linke'". A agremiação destacada por Moura Brasil, "Die Linke" foi fundada por integrantes do antigo partido único da Alemanha Oriental, o "Partido Socialista Unido da Alemanha (SED)", que chefiou o regime comunista responsável por repressão e assassinatos de dissidentes políticos, até a queda do Muro de Berlim em 1989.

O jornalista informa que "o partido AfD, em sua fundação, se colocava como liberal na economia, contrário à União Europeia e conservador, nos aspectos sociais. Diante da crise migratória e de refugiados, o partido se dividiu - uma ala manteve a mesma postura anterior, pedindo apenas medidas de controle migratório mais duras do que a abertura indiscriminada de fronteiras apoiada por Merkel, considerando o risco de infiltração de terroristas. A outra ala do partido, mais barulhenta, adotou uma retórica anti-imigração e anti-islâmica - esse grupo acabou se tornando a face pública do partido, dada a pré-disposição de jornalistas [da mainstream media] para tomar a parte, geralmente minoritária, pelo todo, quando se trata de movimentos de direita".

Para o colunista, a ideologia "politicamente correta" adotada por Merkel pesa nas contas públicas, uma vez que o governo Alemão, assim como outros do bloco europeu, distribuiu sem critérios benefícios sociais a grande número de imigrantes ilegais e refugiados. Este fator, assim como a constante ameaça de militantes salafistas a civis em países da Europa Ocidental, teria sido um dos que impulsionaram o resultado favorável ao AfD.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute resultado da eleição na Alemanha:




segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Jair Bolsonaro afirma que, caso chegue ao poder, "não haverá dinheiro público para financiar exposições de pedofilia"

Em entrevista exclusiva para o Canal Terça Livre, do Youtube, o deputado federal e militar Jair Bolsonaro fez críticas severas aos integrantes de movimentos de esquerda e afirmou que o governo não deve "dar apoio a ONGs que fazem apologia à pedofilia, e não deve financiar exposições que apoiem este tipo de crime". Bolsonaro também afirmou que a maior parte dos militantes de movimentos socialistas estudantis é de "jovens de cursos de humanas que não possuem empregabilidade, na situação econômica do Brasil de hoje". O capitão do exército reiterou seu objetivo de disputar a Presidência da República em 2018. A matéria foi disponibilizada pelo Terça Livre no último dia 20.

Na entrevista, cedida à repórter Fernanda Salles, Bolsonaro afirmou que os militantes de esquerda "não tem formação real - foram educados apenas como militantes. Com essa situação econômica que vivemos, vocês não têm futuro. Pensam que vão viver às custas do Estado por muito tempo - o Estado está em falência. Se eu chegar à Presidência, não vai haver dinheiro de ONG para vocês, nem para financiar 'obras' de apologia à pedofilia ou zoofilia [como a recente exposição realizada por banco, no Rio Grande do Sul, que teve sua curadoria denunciada por Bolsonaro e acusada pelo movimento conservador de apologia do crime]".

Jair Bolsonaro argumenta que o pricipal partido da esquerda brasileira, o PT, "há muito tempo quer legalizar a pedofilia. Se você entrasse no site 'humaniza redes', que pertencia à Secretaria de Direitos Humanos, você poderia encontrar o texto 'pedofilia: verdade ou mito'. A conclusão do site é: o pedófilo deveria ser 'levado a um hospital'. O governo também teve [na última administração], entre uma de suas propostas, reduzir a idade de estupro de vulneráveis de 14 para 12 anos [efetivamente autorizando o sexo de adultos com crianças, no início da adolescência]".

Bolsonaro ganhou notoriedade por sua postura de oposição forte às campanhas de sexualização de crianças realizadas pelo governo federal, ao longo dos últimos governos. O militar também é contrário à chamada "ideologia de gênero", é favorável ao endurecimento de penas contra infratores que realizem crimes violentos, como homicídios e estupros. Bolsonaro também é favorável à redução da maioridade penal e ao direito à legítima defesa para a população civil, através de medidas como o PL 3722.

Veja na íntegra - entrevista de Jair Bolsonaro ao canal Terça Livre:



domingo, 24 de setembro de 2017

Donald Trump - "Em caso de ataque contra os EUA ou seus aliados, seremos obrigados a garantir a destruição completa da Coreia do Norte"

Em discurso na ONU, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a potência ocidental está pronta para "garantir a completa destruição da Coreia do Norte", em caso de ataque do regime comunista contra a América ou seus aliados. Trump argumentou que as ações do regime totalitário demonstraram "completo desprezo pelas nações vizinhas e pelo bem-estar de seu próprio povo" - o país socialista lançou, nas últimas semanas, mísseis balísticos com capacidade para transporte de ogivas nucleares sobre o território japonês, mas sem a carga explosiva, como gesto ameaçador. O discurso de Trump sobre o possível conflito com a Coreia do Norte foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, na rede social Facebook, no último dia 19.

Donald Trump acrescentou que "o regime depravado da Coreia do Norte foi responsável pela morte por inanição de milhões de seus súditos. Foi responsável pelo aprisionamento, tortura, assassinato e opressão de incontáveis pessoas". O presidente dos Estados Unidos denunciou o abuso violento cometido pelo país socialista contra o estudante Otto Warmbier, que teve sua morte causada pela aplicação de tortura e pena de trabalhos forçados no país asiático, em decorrência de suposto crime de "roubar cartaz de propaganda" comunista.

O líder dos EUA argumentou: "se tudo isso não é violento o suficiente, agora, a busca irresponsável da Coreia do Norte por armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo inteiro com perdas inimagináveis de vidas humanas. É uma ofensa que muitas nações não apenas insistam em fazer comércio com esse regime, mas permaneçam garantindo o suprimento, os aparatos tecnológicos e a ajuda financeira a um país que coloca o mundo à beira de uma guerra nuclear".

O regime comunista da Coreia do Norte foi responsável, conforme o veículo de comunicação britânico BBC, por mais de dois milhões de mortes pela fome, durante a década de 1990. O sistema totalitário utiliza, como forma de punição para dissidentes, uma rede de campos de concentração e trabalhos forçados, nos quais ocorreriam torturas frequentes, mortes por doenças e execuções. O governo socialista norte-coreano ameaça, atualmente, fazer uso de armas nucleares contra nações vizinhas, como o Japão e a Coreia do Sul.

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que Estados Unidos serão obrigados à garantir a "destruição completa" da Coreia do Norte, em caso de ataque contra o território americano ou contra nações aliadas:


Mais sobre o tema - regime comunista norte-coreano ameaça realizar teste com bomba de hidrogênio no Oceano Pacífico (matéria do Jornal da Record):



sábado, 16 de setembro de 2017

Pintor afirma que "arte moderna se tornou idiota, sem sentido e puramente ofensiva"

Em vídeo publicado no canal PragerU, do Youtube, o artista americano Robert Florczak teceu críticas severas ao relativismo estético e à arte moderna, que, em sua opinião, "substituíram a busca pela excelência técnica pela exposição pura e simples de estupidez, atos sem sentido ou gestos puramente ofensivos". Florczak afirma que o movimento que originou as atuais correntes chamadas "desconstrucionistas" são a consequência lógica das primeiras manifestações contrárias à competência técnica nas artes, que foram demonstradas por artistas ainda no Século XIX. O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita ontem, do Youtube.

Para Robert Florczak, "os métodos dos grandes artistas do passado foram a busca pelos mais altos padrões de excelência, melhorar a qualidade técnica de cada geração anterior de mestres e, em geral, tentar alcançar a maior qualidade possível, em seu tempo. Na passagem para e ao longo do século XX, a procura pela complexidade e profundidade espiritual, pela inspiração elevada e pela beleza foi substituída pela busca da novidade, do 'diferente' e da feiura. Os artistas de hoje entendem a estupidez, a falta de sentido e qualquer manifestação puramente ofensiva como 'o melhor' da modernidade".

A crítica de Florczak segue o raciocínio também exposto por Roger Scruton, que demonstra, em seu argumento para o documentário Why Beauty Matters, que a arte foi substituída por demonstrações simples do ridículo, da deformação estética, da incompetência técnica e de protestos sem sentido. Scruton aponta, como exemplo, a obra de Marcel Duchamp. Robert Florczak declara: "enquanto grandes mestres do passado presentearam o mundo com obras-primas esculpidas em pedra, o atual museu de Los Angeles apresenta apenas uma pedra [não uma estátua: uma rocha diretamente retirada de uma pedreira, sem qualquer entalhe ou trabalho de natureza artística], e tenta convencer o público de que essa pedra é 'arte'. Os nossos padrões de julgamento conseguiram cair a tal situação. Como isso pode acontecer? Como os esforços artísticos de toda a humanidade, ao longo de milhares de anos, morreram?".

Florczak argumenta que a morte da arte não ocorreu de fato, mas é apenas um sintoma da influência de um movmento artístico de destruição da competência técnica, iniciado no Século XIX e que ganhou força ao longo do Século XX. Hoje, os mais claros sintomas da decadência intelectual da classe artística estão demonstrados pela arte pós-moderna ou contemporânea.

Veja na íntegra - Robert Florczak comenta a decadência da competência técnica nas artes, por influência do modernismo. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



Mais sobre o tema - canal Terça Livre denuncia exposição pós-modernista que faz apologia da zoofilia e pedofilia:



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ben Shapiro - politicamente correto faz "sentimentos serem mais importantes do que a realidade"

Em vídeo publicado pelo canal PragerU, no Youtube, o líder conservador norte-americano Ben Shapiro comentou a conduta dos militantes do movimento "politicamente correto" - de acordo com o colunista, os simpatizantes da ideologia forçam as administrações de instituições de ensino ou mesmo o governo a adotarem "medidas baseadas em 'sentimentos', e não em fatos objetivos". Shapiro argumenta que toda e qualquer percepção de "opressão", quando relatada pelo movimento, leva os simpatizantes a exigirem mudanças em leis ou regulamentos, ainda que os problemas "denunciados" não existam de fato. O vídeo de Ben Shapiro foi disponibilizado com legendas em português, no último dia 11, pelo canal Tradutores de Direita.

O jornalista conservador, que contribuiu para o portal de notícias Breitbart, afirma que "na Universidade Vanderbilt, em novembro de 2015, centenas de estudantes se ergueram em protesto contra o suposto 'racismo' e 'privilégio' concedidos aos brancos, sem, em qualquer momento, especificar que ato racista teria sido cometido pela instituição ou que benefício teria sido concedido pela mesma aos brancos. Isso, para eles, não importa. O que importa é que eles [os militantes do 'politicamente correto'] se sentem 'vitimizados'".

Shapiro argumenta que, na falta de "provas de racismo", os mesmos estudantes, que protestaram contra o preconceito inexistente na instituição de ensino superior, acusaram a Universidade Vanderbilt de "marginalizar as necessidades dos estudantes com algum tipo de deficiência". Para o jornalista, o movimento de esquerda tenta, a qualquer custo, justificar suas ações, ainda que através da elaboração de mentiras, como a citação de "negligência" ou "micro-agressões" - relatos exagerados sobre situações irrelevantes, transformadas pelo discurso de esquerda em violações indescritíveis dos direitos humanos. Ele declara que, quando os estudantes não conseguiram provar o "racismo", atacaram as políticas da universidades para os deficientes: "É sério - isso não é uma piada. Hoje, nas universidades, sentimentos ditam os fatos e vítimas [de crimes inexistentes] são heróis".

A exposição de Ben Shapiro sobre o discurso da esquerda é similar à feita pelo autor brasileiro Olavo de Carvalho, que argumenta, com base na pesquisa do psiquiatra polonês Andrzej Łobaczewski, que os militantes de esquerda sofrem com a doença chamada de "histeria". A histeria, conforme Łobaczewski, é resultado da submissão dos militantes ao discurso dos líderes de movimentos totalitários (como as correntes do chamado 'politicamente correto' ou os partidos comunistas). Łobaczewski afirma que os líderes dos movimentos políticos de esquerda podem ser, em geral, diagnosticados com psicopatia - são indivíduos que não posuem sentimentos morais - e que os sistemas de controle da conduta coletiva, propagados pela liderança, estabelecidos nos grupos de esquerda induzem os participantes à negação dos fatos percebidos, para favorecimento da ideologia imposta pelo partido.

Veja na íntegra - Ben Shapiro comenta comportamento histérico de simpatizantes do movimento "politicamente correto":


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute o papel de lideranças formadas por psicopatas no surgimento de sintomas de histeria nos militantes de esquerda:



domingo, 10 de setembro de 2017

Roger Scruton - "Universidades foram ocupadas com matérias falsas, inventadas a partir da ideologia esquerdista"

O filósofo Roger Scruton fez crítica, em trecho disponibilizado no Youtube, à deformação das matérias de ciências humanas nas universidades do Ocidente - conforme o autor, muitas disciplinas ensinadas atualmente são "temas falsos, inteiramente criados a partir da ideologia de esquerda". De acordo com o autor, a destruição dos currículos das universidades foi feita intencionalmente pelos movimentos totalitários, com o objetivo de "induzir os estudantes às mesmas visões de mundo consideradas 'autorizadas' pelos movimentos de esquerda". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português no último dia três, pelo canal Tradutores de Direita.

Para o filósofo, "as universidades foram invadidas por uma nova forma de 'estudo'. Antes, a prática era ensinar temas reconhecidos, com currículos reconhecidos. Você, então, poderia realizar seus estudos, com bolsa, eventualmente, em um dos grandes temas das Ciências Humanas - os estudos em humanidades, antes do fenômeno atual, eram pautados pela liberdade de ideias e pela busca pela verdade. Os estudos também não eram 'condenados', se eventualmente chegassem a conclusões que confrontassem a ideologia dominante na sociedade. Uma das primeiras coisas que acontecem quando um poder totalitário chega ao governo é a 'limpeza' ideológica das universidades".

Roger Scruton afirma que a prática corrente, nos grandes sistemas ideológicos totalitários, é a completa destruição de qualquer pensamento oposicionista dentro dos centros de estudos, escolas e universidades: "isso quer dizer que as pessoas que podem questionar a ideologia dominante serão expulsas. Isso aconteceu quando o nacional-socialismo tomou as universidades alemãs e quando os sovieticos, comunistas, invadiram a Europa Oriental. Em geral, esse é o primeiro movimento realizado por um governo totalitário: acabar com a liberdade intelectual, de estudos, e acabar com a busca pela verdade".

O escritor argumenta que as campanhas da ideologia conhecida como o "politicamente correto" emulam as práticas dos totalitarismos socialistas do Século XX. Há, segundo ele, no Ocidente, uma censura aberta contra a ideologia oficial, de esquerda, e a criação de "matérias falsas", que serviriam para a promoção da uniformidade ideológica, favorável a campanhas como o marxismo econômico, o marxismo cultural (termo utilizado pelo movimento conservador para descrever tática criada por Antonio Gramsci) ou mesmo a ideologia de gênero, imposta por governo e instituições de ensino em países como os Estados Unidos e a Alemanha. Para o filósofo, nessas matérias, "a busca pela verdade se tornou algo secundário. O objetivo claro é a procura por conformidade ideológica, e um exemplo são os 'women studies', que efetivamente são um mecanismo de doutrinação".

Veja na íntegra - Roger Scruton denuncia destruição do conhecimento nas atuais faculdades de Ciências Humanas, no mundo ocidental:



sábado, 9 de setembro de 2017

Ezra Levant - "socialismo é a causa do colapso da Venezuela, e a mídia faz silêncio"

Em vídeo disponibilizado no canal Rebel Media, no Youtube, na última quarta-feira, dia seis, o jornalista Ezra Levant discutiu a atual crise venezuelana e o papel do sistema político e econômico socialista na piora das condições de vida da população, na fome generalizada e nos atos de violência governamental contra opositores do regime. Ezra também questionou a razão do silêncio dos maiores veículos da mainstrem media norte-americana a respeito do fracasso do modelo socialista, em mais um país.

No trecho, Levant entrevistou o economista e analista político Fernando Menendez, que afirma haver uma conexão direta entre os problemas atuais da Venezuela e o histórico de suas políticas econômicas, assim como do modelo "bolivariano" adotado no país - segundo ele, "a crise atual da Venezuela é uma catástrofe fabricada pelo homem, é um desastre que levou uma década para ficar pronto. Você pode chamar isso de 'socialismo do século XXI'. Muitas pessoas não vão se referir ao problema pelo nome, porque simplesmente não querem abandonar os seus ideais [o socialismo], e isso poderá ocorrer com qualquer 'nova versão' desse movimento".

O entrevistado afirma que uma razão para o silêncio da grande mídia a respeito das consequências da ideologia socialista é a "idolatria" de sistemas políticos totalitários, que tem o propósito de "reformar" completamente a sociedade: "eu sou um economista, não um psicólogo. Todavia, existe um traço de adoração [entre integrantes da mainstream media] para com esses indivíduos que tentam exercer controle absoluto sobre o mundo, que tentam fazer uma 're-engenharia' do ser humano. Eles querem praticar a engenharia social, querem fazer uma 'engenharia' dos indivíduos, querem dizer às pessoas o que elas devem fazer. Enquanto você vê um Hugo Chávez, um Fidel Castro ou qualquer um desses ditadores como figuras negativas, a esquerda entende essas personalidades como modelos de conduta - a mesma esquerda não se importa com as condições de vida impostas por eles aos seus 'súditos'. As pessoas submetidas a esses regimes não têm direitos, não têm liberdades e, essencialmente, não têm a possibilidade de viver a vida como bem quiserem".

Ezra Levant destaca, no vídeo, que a crise econômica já levou boa parte da população à perda de peso, em decorrência das difíceis condições alimentares e de abastecimento em geral. O repórter descreve a situação como "pura e simplesmente uma crise de desnutrição, que afeta o país. É horrível. As pessoas literalmente já estão comendo qualquer animal que conseguem encontrar nas ruas".

Veja na íntegra - Ezra Levant comenta a crise na Venezuela e o papel do sistema socialista na piora das condições de vida da população:



quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Joice Hasselmann - "Executivos da JBS podem ir para a cadeia"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann discutiu as declarações do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, sobre possíveis crimes de falsidade ideológica cometidos por executivos da empresa JBS, durante delações dos mesmos para a Operação Lava Jato. Os executivos poderiam ter omitido informações ou até mentido a respeito dos dados divulgados ao Judiciário, no acordo de delação premiada que efetivamente os isentou de uma condenação à prisão.

De acordo com a colunista, "Rodrigo Janot afirmou que irá pedir investigação dos áudios de Joesley Batista e de Wesley Batista, executivos da JBS, para saber se eles omitiram ou mentiram, para a procuradoria geral da república, no acordo de delação 'ultra'-premiada". Hasselmann argumenta que, caso haja comprovação de fraude no acordo, os empresários poderão enfrentar uma condenação, e que as novas investigações podem criar uma situação grave até mesmo para o Procurador-Geral da República: "o resumo é: para Janot, 'a casa caiu'. A mesma coisa vale para Marcelo Miller, braço direito de Janot [Miller poderá ser investigado por crime de improbidade - há suspeita de favorecimento dos executivos que foram isentos de qualquer punição, nos acordos]".

Joice Hasselmann afirma que "o acordo com a JBS só ajudou criminosos. Os executivos foram beneficiados, claramente, em relação ao que foi praticado em outros acordos, com outros delatores. Quantas vezes o próprio Janot saiu em defesa dessa delação indecente, que ele estabeleceu? Qualquer pessoa poderia facilmente perceber que esse acordo foi uma 'malandragem', um acordo com bandidos, para privilegiar o crime. Foi dizer: 'o crime compensa'. Agora, após o impacto negativo criado por essa situação, o procurador diz que 'vai investigar porque parece haver omissão', ou porque 'parece haver mentiras' na delação". A jornalista critica o acordo, destacando que os beneficiados são ligados a "1.800 criminosos, se esta parte do que ele disse for verdade".

Os áudios dos executivos, divulgados recentemente, segundo a colunista, conteriam informações graves que poderiam derrubar até mesmo ministros da mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil, o Supremo Tribunal Federal. Apesar da seriedade do tema abordado no arquivo, o áudio, para Hasselmann, "não é conclusivo. Há mais informações que devem circular em breve, envolvendo outros ministros".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta possíveis novas investigações sobre fraudes nas delações dos executivos da JBS:



domingo, 3 de setembro de 2017

Dória está isolado no PSDB

De acordo com o jornalista Felipe Moura Brasil, João Dória, prefeito de São Paulo, conta com pouco apoio do PSDB para uma futura candidatura à Presidência da República - o político estaria sendo isolado por figuras tradicionais do partido, que tentam se manter ligadas à ideologia original da organização, associada aos conceitos teóricos da Segunda Internacional Socialista (reformista, em oposição à ideologia da Terceira Internacional, comunista, que encontra mais apoio em partidos como o PT e o PC do B). Dória está, conforme Moura Brasil, procurando concorrer em 2018 como "o candidato anti-establishment", mas que não se compromete com posicionamentos claros de direita, como o líder conservador Jair Bolsonaro.

O colunista afirma que Dória ficou, de sexta-feira até sábado, em Paris, e teve como anfitrião o economista Jacques Attali, "ideólogo do novo presidente francês, Emmanuel Macron. Macron venceu as eleições na França com um discurso de centro, posando de alternativa aos tradicionais partidos, socialista e republicano. O prefeito de São Paulo se inspira e copia algumas posturas dele, para construir uma candidatura à Presidência, com verniz anti-establishment, ocupando um lugar que não é, exatamente, o do partido tucano".

Moura Brasil destaca que o Partido Social-Democrata recusa, até o momento, a hipótese de lançar Dória como presidenciável. O candidato tem mostrado, até o momento, um posicionamento mais favorável às idéias liberais, em economia, enquanto a sigla sempre se manteve próxima de preceitos keynesianos, socialistas ou mesmo demonstrou franco apoio a organizações de extrema-esquerda, como o MST - como, por exemplo, em julho 2000, quando o governo de Fernando Henrique Cardoso autorizou a liberação de 2,1 bilhões de reais para iniciativas do grupo, como noticiado pelos veículos Folha de são Paulo e Radiobras, no dia 4 daquele mês. O PSDB teria a intenção de, ao invés de lançar o "liberal" Dória, promover a candidatura de Alckmin, personagem tradicional da sigla. Apesar do suposto posicionamento de "direita", João Dória é acusado, pelo movimento conservador, de defender políticas como o desarmamento e o aborto, bandeiras consideradas típicas dos partidos de esquerda.

Felipe Moura Brasil destaca que uma possível candidatura de Dória encontra mais apoio em partidos como o DEM: "além deste, PSD, PMDB e PPS vão pressionar o PSDB para que o prefeito seja o escolhido pela legenda, em 2018, em detrimento de Geraldo Alckmin".

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute uma possível candidatura de João Dória, como um "presidenciável independente":



sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Alex Jones - "grupos da esquerda pregam o racismo abertamente"

Demonstrações de movimentos da extrema-esquerda norte-americana, como os antifa, estão incluindo de forma cada vez mais aberta o discurso racista - conforme o jornalista Alex Jones, do veículo de comunicação InfoWars, em alguns dos protestos organizados pelo movimento antifa ou mesmo por facções do Partido Democrata, os líderes pregam o "assassinato dos brancos". A extrema-esquerda também estaria incluindo, entre suas palavras de ordem, a apologia da violência física ou dos assassinatos contra integrantes das forças policiais. A reportagem do veículo InfoWars foi disponibilizada hoje, no Youtube.

O repórter declara: "eu desafio qualquer pessoa a fazer uma visita a um dos eventos organizados pelo Partido Democrata. Você poderá ouvir coisas como: 'morte à América', 'vamos matar todos os brancos'. Por mais estranho que seja, isso muitas vezes sai das bocas de militantes de esquerda que são, eles mesmos, brancos. Há relatos de assassinatos motivados por ódio racial, contra pessoas brancas, vindos de todas as partes do país. As vítimas nunca são pessoas das elites econômicas ou políticas - os assassinatos sempre são contra pessoas mais pobres. Grupos de extrema-esquerda estão estimulando literalmente o extermínio físico de seus alvos".

Entre os casos destacados na reportagem, estão os crimes cometidos por Frederick Demond Scott, de vinte e dois anos, que teria sido preso após assassinar praticantes de ciclismo e trekking brancos, no Kansas. A motivação do assassino serial seria "matar todos os brancos". Jones argumenta que a retórica dos movimentos de extrema-esquerda justifica casos de violência racial ou contra policiais como o ocorrido no estado do meio-oeste.

O portal InfoWars já destacou, em outras matérias, a propaganda realizada por movimentos como o antifa - muitas vezes apoiado pela esquerda moderada dos Estados Unidos e por integrantes do Partido Democrata. O grupo faz apologia de agressões contra qualquer pessoa que discorde das visões políticas da esquerda radical, de violência racial contra brancos e do assassinatos contra policiais. O grupo antifa também é responsável pelas tentativas de imposição de censura às palestras do autor Milo Yiannopoulos - judeu e homossexual, que defende as concepções políticas conservadoras, e que é favorável ao governo de Donald Trump.

Mais sobre o tema - canal Rebel Media denuncia antissemitismo em manifestações da esquerda dos Estados Unidos

Veja na íntegra - reportagem do veículo de comunicação norte-americano InfoWars sobre o racismo nos movimentos da extrema-esquerda dos Estados Unidos:



quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Tucker Carlson - "destruição de estátuas promovida pela esquerda se estenderá à extinção das garantias da Constituição"

Para Tucker Carlson, jornalista norte-americano, a destruição de estátuas promovida pela esquerda dos EUA, é equivalente às campanhas de destruição de sítios arquelógicos feitas por movimentos totalitários do Século XX - ele argumenta que o objetivo do movimento "politicamente correto" é estabelecer uma nova forma de censura e destruir as bases da democracia e das liberdades individuais asseguradas pela Constituição dos EUA. O trecho foi divulgado originalmente na rede de comunicação Fox News, no quadro Tucker Carlson Tonight, e foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, no Youtube, no último dia 17.

Carlson afirma que "um grupo de militantes de esquerda derrubou um monumento em homenagem aos soldados que lutaram na Guerra Civil Norte-Americana [conflito que acabou com a escravidão, nos Estados Unidos], na Carolina do Norte. A polícia se limitou a observar e a esquerda aplaudiu o ato. Quais estátuas serão as próximas? George Washington? Thomas Jefferson?". Os manifestantes afirmam que estão "derrubando todas as estátuas que representam o passado 'escravagista' dos Estados Unidos".

O jornalista acrescenta que "a maior parte dos homens que escreveram as primeiras leis do país, incluindo a constituição, era composta de proprietários de escravos [uma vez que a escravidão era autorizada, até o fim da guerra civil]. Até mesmo estátuas de Theodore Roosevelt estão sendo removidas, sob a alegação de que ele era um 'racista'". Entre os líderes que têm suas imagens destruídas pelos manifestantes de extrema-esquerda está George Washington, considerado o fundador dos Estados Unidos, que nasceu em uma família de latifundiários e foi proprietário de escravos, mas era favorável à abolição gradual da escravatura, como outros dos líderes do país, até o encerramento do conflito que assegurou o fim da prática, na segunda metade do Século XIX. Carlson argumenta que "mesmo Lincoln [presidente que acabou com a escravatura] poderá ser 'removido da História', sob a alegação de ter sido um 'racista'". Segundo ele, muitos desses homens criaram dispositivos legais que asseguram a prosperidade e a felicidade do povo americano, como as leis que asseguram a liberdade de expressão, a liberdade e ir e vir e a liberdade religiosa - alguns dos personagens atacados eram, inclusive, contrários à prática da escravidão.

O âncora conclui: "a grande discussão nos Estados Unidos não é sobre 'estátuas': é sobre as instituições fundamentais da democracia americana, e se elas são dignas de preservação. Os radicais de esquerda querem derrubar tudo, como fizeram no memorial na cidade de Durham, ontem. Querem acabar com a isonomia, com a proteção do indivíduo contra a multidão, a garantia da liberdade de expressão - tudo isso irá desaparecer [se a política da esquerda prevalecer]. Isso será substituído por algo mais sombrio e rigidamente conformista. É nesse país que você quer viver?".

Veja na íntegra - Tucker Carlson critica campanha de destruição de estátuas promovida pela esquerda dos Estados Unidos:



FBI afirma que "não há interesse público em liberar informações sobre os emails de Hillary Clinton"

Pressão popular foi demonstrada através de petição no site oficial da Casa Branca, após o FBI - órgão de inteligência dos Estados Unidos - ter declarado, através de um de seus funcionários, que "não há interesse na divulgação dos dados sobre os emails deletados de Hillary Clinton". A ex-vice presidente foi acusada de apagar emails oficiais durante seu exercício - a lei dos EUA obriga integrantes de cargos centrais do Executivo a manter o registro todas as suas comunicações pessoais. A notícia sobre a declaração do FBI e a petição contra Hillary foi publicada ontem no site de notícias World Net Daily.

Conforme a reportagem do WND, "o FBI argumenta que não divulga a íntegra dos emails de Hillary Clinton porque não há interesse público o suficiente para isso. A petição foi iniciada por um advogado que afirma ser necessário punir Clinton pelo delito [de apagar suas comunicações oficiais, prática que é proibida pela lei americana para a Vice-Presidência].O chefe da seção de registros do FBI, David M. Hardy, afirma que 'não há evidências de interesse público' no tema", o que tornaria desnecessária a divulgação integral das comunicações.

O portal de notícias acrescenta que, segundo os criadores da petição, "o objetivo da iniciativa é demonstrar ao Executivo que há interesse público o bastante para a revelação integral dos arquivos do FBI sobre o caso. Hillary Clinton foi protegida pela procuradora-geral Loretta Lynch e pelo diretor do FBI, James Comey, durante a investigação sobre o desaparecimento dos emails. O presidente Donald Trump deve pressionar o FBI para abrir todos os arquivos sobre essa investigação".

De acordo com críticos da última administração, os emails faziam referência à atuação do governo Obama em países como a Síria e a Líbia, em conflitos nos quais cidadãos americanos foram mortos por integrantes de milícias salafistas. O último governo foi acusado de colaboração com organizações fundamentalistas como o ISIS, e rebeldes líbios (que seriam responsáveis pela morte de funcionários do governo dos EUA). As ações do governo Obama na Líbia teriam promovido a expansão do grupo Estado Islâmico no norte da África.

Mais sobre o tema - reportagem do canal RT sobre os emails de Hillary Clinton e a intervenção do governo Obama na Líbia:



Desemprego teve pequena redução, até julho

O nível de desemprego no Brasil teve, no último trimestre, queda de 0,8% - todavia, o indicador teve influência significativa da informalidade, que está crescendo no Brasil. Apesar na queda no desemprego, o país continua em uma situação difícil, com cerca de 13,3 milhões de desempregados, ou 12,8% da população economicamente ativa, conforme levantamento do IBGE. A notícia sobre a redução no desemprego foi divulgada hoje pela agência de notícias EBC.

Conforme o veículo de comunicação, os dados foram obtidos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). A informalidade desempenhou o maior papel na criação de vagas de trabalho - cerca de 721 mil pessoas conseguiram ocupação a mais do que o total de empregados do país no primeiro semestre de 2017.Apesar da melhoria observada no segundo semestre, o nível de emprego conseguiu apenas se equiparar ao que existia no mesmo período de 2016, o que sugere o fim da tendência de aumento do desemprego, e uma gradual recuperação econômica.

A reportagem acrescenta que 468 mil oportunidades de trabalho surgiram nas ocupações informais (sem carteira de trabalho). Quanto às vagas de emprego formais, houve queda de aproximadamente um milhão de postos de trabalho, em comparação com o mesmo período do ano passado. Ainda assim, conforme reportagem divulgada hoje no portal R7, o fim da tendência de aumento de desemprego possibilitou pequena melhora no nível de oportunidades formais, na comparação entre o 1º e o 2º semestres de 2017.

Mais sobre o tema - reportagem da rádio Jovem Pan sobre a queda no desemprego:



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Terrorista indenizado por governo canadense poderá receber outros benefícios na condicional

Omar Khadr, militante salafista que atuou em operações terroristas no Afeganistão indenizado em dez milhões de dólares pelo governo canadense após sua saída da cadeia, agora exige benefícios como o direito irrestrito de acesso à internet e contato com ao menos um de seus parentes que ainda está envolvido em organizações extremistas. Khadr foi condenado por um tribunal militar norte-americano pelo assassinato de um médico do exército dos EUA, Christopher Spear, durante um ataque terrorista. A notícia sobre os benefícios exigidos por Khadr ao governo do Canadá foi divulgada no canal Rebel Media hoje.

Conforme o veículo de comunicação, "Khadr, criminoso de guerra confesso, que assassinou um médico do exército dos Estados Unidos, não está satisfeito. Neste ano, ele recebeu uma indenização 'discreta' do governo de Trudeau no valor de dez milhões de dólares - a recompensa praticamente não foi noticiada pela grande mídia. Ele chegou a receber um 'pedido de desculpas oficial' do governo, mas ele ainda não está satisfeito. Ele irá aos tribunais nos próximos dias, para conseguir facilidades no seu período de condicional".

Ezra Levant, reporter do Rebel Media, destaca que "ele confessa ter integrado a Al-Qaeda. Ele nunca renunciou à militância. Nunca condenou seus atos passados, nunca renunciou à 'jihad' e nunca demonstrou arrependimento pelo assassinato de Christopher Spear. Mas Khadr quer mais benefícios. Ele quer o direito de ter contato irrestrito com sua irmã, que ainda é simpatizante de grupos salafistas. Ele quer acesso irrestrito à internet. A maior parte de sua família demonstra apoio à ideologia do grupo extremista que ele integrou, e acredita que os crimes que ele cometeu foram 'justificados'. Eles afirmam: 'quem se importa, se ele matou um americano?'. É óbvio que a decisão judicial sobre o contato de Khadr com simpatizantes do extremismo foi de limitar as interações".

A recompensa de dez milhões de dólares concedida a Omar Khadr foi motivo de severas críticas da população ao atual governo do Canadá - o Estado argumentou que Khadr teria sido vítima de "violações dos direitos humanos" durante sua estadia em prisão. A família do médido militar não recebeu qualquer indenização similar.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre a demanda de Khadr ao Judiciário pelo direito de contato irretrito com simpatizantes de organizações salafistas:



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Joice Hasselmann - "Lula fugiu de audiência em processo"

Em vídeo disponibilizado hoje, em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann comentou a "fuga" do ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva de uma das audiências do processo que o antigo chefe do Executivo move contra a colunista conservadora. Lula teria argumentado, na ação que deu início ao processo, que Hasselmann teria cometido "crime contra sua honra". A jornalista argumenta, todavia, que apenas teceu críticas à conduta do governo do petista e de sua sucessora, Dilma Rousseff.

Hasselmann afirma: "Luiz Inácio Lula da Silva fugiu de um depoimento. Ele, condenado à cadeia, deveria hoje apresentar seus argumentos, através de seus advogados, no processo de apelação, parte da ação que move contra mim por tê-lo chamado de 'o homem mais corrupto da História do Brasil', 'chefe do mensalão' e 'chefe do petrolão'. Ele havia argumentado que eu cometi um 'crime contra a sua honra'. Eu ganhei em primeira instância, e hoje seria o dia da sustentação oral da acusação, onde os advogados, um de cada lado, explicam, para os juízes, porque minhas acusações são infudadas ou porque eu estaria no direito de fazer as afirmações que fiz. Seria o dia de dizer quem tem a razão na história. A defesa de Lula teve seis meses para se preparar - todos estávamos esperando por ele, para sua defesa. Ele não apareceu".

Joice Hasselmann é uma das críticas mais severas à administração petista conduzida por Dilma Rousseff e Lula - a jornalista argumenta que os chefes do Partido dos Trabalhadores comandaram os sistemas de corrupção conhecidos como "petrolão" e "mensalão". A jornalista também argumenta que o ex-presidente foi beneficiado por empreeiteiras que realizaram obras públicas durante seu governo, através da transferência de imóveis como propina. Hasselmann argumenta que Lula seria beneficiário efetivo do triplex do Guarujá, que teria sido "doado" à família do petista pela construtora OAS, e que a principal personalidade do Partido dos Trabalhadores também teria recebido um sítio como "pagamento" por benefícios ilícitos cedidos às grandes empreiteiras.

A jornalista acrescenta: "os advogados de Lula pediram o adiamento da sessão. Eu compreendo a necessidade de se pedir o adiamento - afinal, deve ser muito complicado construir argumentos para defender uma figura como Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é apontado - não por mim - pela Operação Lava Jato como o chefe do 'petrolão'. Repito: este foi o maior esquema de corrupção da História do mundo".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta pedido de adiamento de sessão judicial por advogados do principal líder da esquerda brasileira:



sábado, 26 de agosto de 2017

Opositor de Trump, John McCain apoiou neonazistas na Ucrânia

O líder político do establishment republicano, John McCain, teceu críticas a Donald Trump e aos "extremistas de direita" que atuaram em protestos, contra integrantes do movimento terrorista de esquerda chamado "antifa" Todavia, conforme reportagem do canal RT, do Youtube, o político da oposição a Trump conferiu, em conjunto com personalidades como Hillary Clinton e Barack Obama, apoio a grupos neonazistas ucranianos, como o chamado "batalhão Azov" (movimento que emprega, entre seus símbolos, a runa wolfsangel, insígnia de uma das divisões das forças de elite do exército nazista, as SS). A reportagem sobre o apoio fornecido por McCain, Obama e Hillary Clinton a grupos neonazistas ucranianos foi disponibilizada no último dia 15.

Conforme o trecho, "o senador republicano John McCain se uniu às vozes que condenaram as 'manifestações de extrema-direita' em Charlottesville. Todavia, participantes de redes sociais rapidamente lembraram o senador de sua atuação e suas fotos ao lado de líderes nacionalistas ucranianos, há pouco tempo". A matéria revela fotos de McCain em comícios com líderes neonazistas ucranianos, que também participaram de manifestações realizando a saudação nazista. Ainda conforme a reportagem, "o integrante do establishment republicano também publicou, em suas redes sociais, textos de apoio a personalidades do movimento neonazista como Andriy Parubiy, que faz uso amplo de símbolos nazistas e já demonstrou, em seu livro mais importante, simpatia pelas ideias nacional-socialistas".

Em entrevista para o canal RT, o jornalista independente Martin Summers discutiu a atuação internacional de John McCain: "este político é uma figura nebulosa: ele também foi flagrado em reuniões com líderes jihadistas, em território sírio. No que diz respeito à política interna dos Estados Unidos, McCain faz oposição permanente a Donald Trump. Os líderes anti-Trump [democratas e republicanos, da elite política dos EUA] tentam associar a imagem do novo presidente à extrema-direita".

O canal RT já acusou, em outras reportagens, o establishment político dos Estados Unidos de colaboração com grupos extremistas europeus e com militantes salafistas, no Oriente Médio. Personalidades como John McCain fariam oposição a Trump por medo da mudança da orientação política promovida na nova administração, que passaria a visar mais as questões internas dos EUA, e abandonaria alianças questionáveis com movimentos internacionais desestabilizadores, como o grupo Estado Islâmico, que, para o veículo de comunicação, só teve nascimento e sucesso possíveis graças à política de Barack Obama na Síria.

Veja na íntegra - reportagem do canal RT, no Youtube, sobre apoio conferido por ala do establishment republicado, de oposição a Donald Trump, a grupos neonazistas na Ucrânia:



sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Rebel Media: "Trump está garantindo o direito à legítima defesa"

Em vídeo disponibilizado no último dia 21, o veículo de comunicação norte-americano Rebel Media abordou a política de Donald Trump referente ao direito à legítima defesa, nos Estados Unidos, e a opinião do estudioso John Lott - autor de estudos sobre a ineficácia das políticas desarmamentistas - sobre a postura do novo presidente neste tema. Para Lott, o atual chefe do Executivo está "protegendo os direitos conferidos pela Segunda Emenda aos cidadãos americanos".

Lott argumenta que "Donald Trump sempre se manteve fortemente favorável ao direito dos cidadãos à legítima defesa. Durante sua campanha, o presidente falou sobre esse tema muitas vezes [colocando-se como um defensor dos direitos estabelecidos pela Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos] e se manifestou outras vezes de forma similar, desde o início do mandato. Antes de chegar à Presidência, Trump já tinha essa postura, e havia obtido uma licença de porte oculto, para sua própria defesa, o que mostra que ele entende os benefícios que isso pode trazer para a segurança de qualquer pessoa".

O pesquisador acrescenta: "uma das coisas mais benéficas que Trump fez foi contornar as políticas criadas por Obama, incluindo uma que iria retirar o direito à posse de armas de mais de cinco milhões de aposentados americanos. Um idoso que, por exemplo, passasse a administração de seus bens a seus filhos, em decorrência da idade, perderia o direito à legítima defesa armada. A idade não implica em incapacidade de exercício da legítima defesa - sob a administração Obama, esse direito seria extinto. Outra operação feita por Obama foi criação de pressões econômicas contra os fabricantes de armas dos Estados Unidos, impedindo a ação conjunta com instituições financeiras e tornando, de fato, quase impossível o funcionamento das empresas do ramo da defesa". Ele conclui: "é extremamente positivo que Trump faça questão de seu próprio direito à legítima defesa, enquanto também luta pelo direito à defesa dos cidadãos americanos. Muitos políticos gostam de garantir seus seguranças, mas não se importam com a defesa das vidas dos cidadãos comuns, ou com o direito à proteção da própria vida dos americanos menos favorecidos".

John Lott é presidente do Centro de Pesquisas para Prevenção do Crime, nos Estados Unidos, e apontou, em seus trabalhos, a ineficácia das políticas desarmamentisas na redução da violência urbana, bem como o sucesso de políticas de fomento à legítima defesa e os resultados positivos de penas mais severas contra crimes violentos. Lott é autor de livros como "Mais Armas, Menos Crimes" e "Preconceito Contra as Armas", que estão disponíveis em português.

Veja na íntegra - matéria do canal Rebel Media sobre a política sobre o direito à legítima defesa reestabelecida por Donald Trump, com participação do autor John Lott:



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Brasil tem pequena melhora na produção industrial

Conforme notícia veiculada ontem no site da agência de comunicação estatal EBC, o Brasil teve tímida melhora no volume da produção industrial e redução na velocidade de aumento do desemprego, em julho. O país ainda sofre as consequências da crise econômica, agravada nos anos de 2015 e 2016. Os dados divulgados pela EBC são provenientes de pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Indicadores da CNI mostram confiança de investidores
Imagem: site Valor Mercado

Ainda de acordo com a reportagem, o indicador de retração do nível de emprego é o melhor desde março de 2014 - o que significa que a velocidade de aumento do desemprego é a menor, desde a data referida, segundo a pesquisa da CNI. O aumento na produção industrial observado é pequeno demais para afirmar que a indústria brasileira se recuperou da recessão - a matéria informa que o levatamento indica haver um processo de estabilização no setor.

Apesar do quadro ainda diminuto de recuperação econômica, o texto informa que a indústria de grande porte teve aumento mais significativo na produção, e que essas grandes companhias já reduziram a um patamar menor os números de demissões. A pesquisa da CNI também sugeriu, de acordo com a agência de notícias estatal, que há excesso de estoques e grande nível de ociosidade (pouca utilização da capacidade instalada). O dado pode ser consequência da redução nos níveis de consumo das famílias brasileiras, ao longo do período de crise.

A situação econômica vivida no Brasil ainda é grave, mas o estudo da CNI sugere que os investidores estão mais otimistas com a possível saída da crise - houve aumento de 1,3% na intenção de investimento, no período contemplado. O registro é o melhor, desde março de 2015.

Mais sobre o tema - comentário disponibilizado no canal oficial da CNI, no Youtube, sobre o nível de ociosidade da indústria e a melhoria na intenção de investimento:




terça-feira, 22 de agosto de 2017

Felipe Moura Brasil - "Lula tenta se livrar da imagem de Dilma e de aliados na Venezuela"

Em trecho disponibilizado no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil abordou a nova campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para construir sua imagem como presidenciável, para a disputa eleitoral que ocorrerá em 2018. De acordo com o jornalista, Lula está tentando se afastar de Dilma Rousseff, bem como da percepção popular sobre os resultados econômicos catastróficos de seu governo, e da ditadura socialista venezuelana, que foi apoiada pelo Partido dos Trabalhadores e pelo ex-chefe do Executivo desde sua concepção.

Para Moura Brasil, "o condenado Lula, que precisa escapar da cadeia para assumir a Presidência da República [caso seja eleito, na disputa de 2018], tenta se descolar de Nicolás Maduro e de Dilma Rousseff. Não que Lula, é claro, critique Maduro por destruir a democracia, por prender dissidentes e por perseguir integrantes do judiciário que investiguem casos de corrupção nos quais membros do governo estejam envolvidos, em parceria com empresas como a Odebrecht. Lula agora alega que 'Maduro não tem a mesma eloquência e o mesmo charme de seu antecessor'. Lula também teria afirmado que 'se arrependeu' de eleger Dilma".

O colunista informa que Lula chegou a se referir a Dilma como "o primeiro poste que elegi" - o ex-chefe do Executivo teria afirmado, à petista Gleisi Hoffmann, que espera "não se arrepender de elegê-la como se arrependeu de eleger 'o primeiro poste' [Dilma Rousseff]". Felipe Moura Brasil destaca que, nas duas campanhas de Dilma à Presidência, Lula pediu pessoalmente votos à sua sucessora, que tinha Michel Temer como vice-presidente. O jornalista acrescenta que Lula também fez campanhas para Sérgio Cabral - ex-governador do Rio de Janeiro, condenado por crimes de corrupção - e Delcídio do Amaral, "que acabaram presos. Lula também ajudou na tomada do poder pelos partidários do ditador venezuelano Nicolás Maduro".

Apesar das críticas feitas por Lula ao regime venezuelano, o Partido dos Trabalhadores é aliado histórico do Partido Socialista Unido, sigla comandada por Nicolás Maduro, e colaborou, em conjunto com as demais organizações participantes do Foro de São Paulo, para a consolidação do poder da ditadura chavista. O Foro de São Paulo é o movimento internacional que atua como a coordenação estratégica da esquerda latino-americana, e inclui grupos como as FARC e o Partido Comunista Cubano.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta nova campanha de Lula:



terça-feira, 15 de agosto de 2017

Donald Trump cogita solução militar na Venezuela

Com o acirramento da crise na Venezuela, o governo dos Estados Unidos passou a estudar a adoção de uma solução militar para o conflito, no qual o regime de Nicolás Maduro já tirou as vidas de mais de cem pessoas, apenas neste ano. O regime venezuelano também é acusado de promover detenções ilegais de oposicionistas, de cometer abusos contra prisioneiros e de instutuir regime de trabalhos forçados à população, pela organização não-governamental Anistia Internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, sobre a atual crise no país sul-americano, que "há muitas opções para a solução da crise na Venezuela. Nós não vamos descartar a opção militar. Nós temos muitas alternativas de ação - este país é um de nossos vizinhos, e nós atuamos em todo o mundo. Nós possuímos tropas em todo o mundo, em localidades muito mais distantes. A Venezuela não está distante, e seu povo está sofrendo e sendo massacrado. Entre nossas opções, existe a possibilidade de uma ação militar, se ela se mostrar necessária [para controlar a crise política e humanitária que se instalou no país]".

O regime de Nicolás Maduro passa por protestos diários - o país se tornou gradualmente mais instável, desde os últimos anos do governo de Hugo Chávez e com a progressiva expansão do Estado socialista. Antes da morte do antigo líder, o regime "bolivariano" já havia promovido a socialização de empresas e o aumento do controle estatal sobre veículos de comunicação. As políticas econômicas levaram à crise de abastecimento, que já é apontada por organizações internacionais como a mais grave na América Latina, atualmente (com relatos de fome generalizada e saques contra depósitos de alimentos e mercados). Além da repressão e violência contra manifestantes, o governo de Maduro é acusado de tentar expandir seu controle sobre os poderes Legislativo e Judiciário da Venezuela, incluindo através de ataques contra o Ministério Público do país.

Apesar do atual posicionamento contrário ao governo de Nicolás Maduro, as últimas chefias do Executivo brasileiro demonstraram simpatia pelo regime, mesmo com envio de recursos financeiros ao Estado socialista. A antiga proximidade do governo brasileiro com o chavismo era fomentada pela intitulada Foro de São Paulo, que, de acordo com o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi uma das principais agremiações responsáveis pela conquista de poder dos socialistas-bolivarianos na Venezuela. Conforme reportagem divulgada no último dia 8 no canal Terça Livre, do Youtube, o principal partido integrante do Foro de São Paulo no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, continua apoiando o sistema venezuelano, e envia militantes para ajudarem na sustentação do regime.

Veja na íntegra - declaração de Trump sobre possibilidade de ação militar na Venezuela, disponibilizada pelo canal Global News, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio conferido pela esquerda brasileira ao regime de Nicolás Maduro:



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Imposto sindical pode ser recriado, com valor mais alto

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 9, no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, a colunista Joice Hasselmann discutiu a proposta de recriação do imposto sindical, que poderá estabelecer nova contribuição, em valor ainda mais elevado que o da extinta, e para a qual mesmo os trabalhadores não-sindicalizados deverão contribuir, compulsoriamente. A proposta é feita pelas centrais sindicais ao governo em um momento no qual a atual administração encontra-se fragilizada por escândalos de corrupção, e busca apoio político. A jornalista informa que o valor anual da contribuição poderá alcançar a cifra de dez milhões de reais.

Para Hasselmann, "os sindicatos se articulam para promover novo assalto contra as finanças dos brasileiros. O imposto sindical deixa de existir com a reforma trabalhista, mas pode voltar, e com alíquota ainda mais pesada. Os sindicalistas querem uma contribuição obrigatória, e em dobro. A proposta vem no pacote da medida provisória dos ajustes da reforma trabalhista, e é a seguinte: ao invés de retirar um dia de trabalho do sindicalizado, o desconto [do valor que deveria ser recebido pelo trabalhador] será decidido [pelos integrantes das organizações sindicais] em assembleia, sem um teto".

A colunista da Jovem Pan acrescenta que "os sindicatos combinam entre si o estabelecimento de taxas de até 13% dos salários dos trabalhadores: é um assalto sem chances de defesa. Se essa medida for aprovada, todos os trabalhadores terão que pagar - mesmo os que não sejam sindicalizados. São bilhões de reais dos salários dos brasileiros em jogo: apenas no ano de 2016, foram pagos 3,5 bilhões de reais no imposto sindical. Com a nova proposta, o valor arrecadado anualmente através do imposto sindical pode chegar aos 10 bilhões de reais".

Joice Hasselmann argumenta que os sindicatos estão mais interessados na manutenção de suas burocracias e na arrecadação de dinheiro dos salários dos brasileiros do que na defesa da classe trabalhadora, e que, na maioria das vezes, também representam quase exclusivamente fontes de poder político "para partidos como o PT. Os sindicalistas e seus patrões [os partidos de esquerda] estão apavorados com a diminuição do dinheiro para suas burocracias. Sem o imposto sindical, eles só sobreviverão caso produzam alguma coisa, e a posibilidade de terem de trabalhar é algo inimaginável para esses indivíduos, que vivem do esforço dos outros".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute proposta de recriação do imposto sindical:



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