terça-feira, 15 de agosto de 2017

Donald Trump cogita solução militar na Venezuela

Com o acirramento da crise na Venezuela, o governo dos Estados Unidos passou a estudar a adoção de uma solução militar para o conflito, no qual o regime de Nicolás Maduro já tirou as vidas de mais de cem pessoas, apenas neste ano. O regime venezuelano também é acusado de promover detenções ilegais de oposicionistas, de cometer abusos contra prisioneiros e de instutuir regime de trabalhos forçados à população, pela organização não-governamental Anistia Internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, sobre a atual crise no país sul-americano, que "há muitas opções para a solução da crise na Venezuela. Nós não vamos descartar a opção militar. Nós temos muitas alternativas de ação - este país é um de nossos vizinhos, e nós atuamos em todo o mundo. Nós possuímos tropas em todo o mundo, em localidades muito mais distantes. A Venezuela não está distante, e seu povo está sofrendo e sendo massacrado. Entre nossas opções, existe a possibilidade de uma ação militar, se ela se mostrar necessária [para controlar a crise política e humanitária que se instalou no país]".

O regime de Nicolás Maduro passa por protestos diários - o país se tornou gradualmente mais instável, desde os últimos anos do governo de Hugo Chávez e com a progressiva expansão do Estado socialista. Antes da morte do antigo líder, o regime "bolivariano" já havia promovido a socialização de empresas e o aumento do controle estatal sobre veículos de comunicação. As políticas econômicas levaram à crise de abastecimento, que já é apontada por organizações internacionais como a mais grave na América Latina, atualmente (com relatos de fome generalizada e saques contra depósitos de alimentos e mercados). Além da repressão e violência contra manifestantes, o governo de Maduro é acusado de tentar expandir seu controle sobre os poderes Legislativo e Judiciário da Venezuela, incluindo através de ataques contra o Ministério Público do país.

Apesar do atual posicionamento contrário ao governo de Nicolás Maduro, as últimas chefias do Executivo brasileiro demonstraram simpatia pelo regime, mesmo com envio de recursos financeiros ao Estado socialista. A antiga proximidade do governo brasileiro com o chavismo era fomentada pela intitulada Foro de São Paulo, que, de acordo com o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi uma das principais agremiações responsáveis pela conquista de poder dos socialistas-bolivarianos na Venezuela. Conforme reportagem divulgada no último dia 8 no canal Terça Livre, do Youtube, o principal partido integrante do Foro de São Paulo no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, continua apoiando o sistema venezuelano, e envia militantes para ajudarem na sustentação do regime.

Veja na íntegra - declaração de Trump sobre possibilidade de ação militar na Venezuela, disponibilizada pelo canal Global News, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio conferido pela esquerda brasileira ao regime de Nicolás Maduro:



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Imposto sindical pode ser recriado, com valor mais alto

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 9, no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, a colunista Joice Hasselmann discutiu a proposta de recriação do imposto sindical, que poderá estabelecer nova contribuição, em valor ainda mais elevado que o da extinta, e para a qual mesmo os trabalhadores não-sindicalizados deverão contribuir, compulsoriamente. A proposta é feita pelas centrais sindicais ao governo em um momento no qual a atual administração encontra-se fragilizada por escândalos de corrupção, e busca apoio político. A jornalista informa que o valor anual da contribuição poderá alcançar a cifra de dez milhões de reais.

Para Hasselmann, "os sindicatos se articulam para promover novo assalto contra as finanças dos brasileiros. O imposto sindical deixa de existir com a reforma trabalhista, mas pode voltar, e com alíquota ainda mais pesada. Os sindicalistas querem uma contribuição obrigatória, e em dobro. A proposta vem no pacote da medida provisória dos ajustes da reforma trabalhista, e é a seguinte: ao invés de retirar um dia de trabalho do sindicalizado, o desconto [do valor que deveria ser recebido pelo trabalhador] será decidido [pelos integrantes das organizações sindicais] em assembleia, sem um teto".

A colunista da Jovem Pan acrescenta que "os sindicatos combinam entre si o estabelecimento de taxas de até 13% dos salários dos trabalhadores: é um assalto sem chances de defesa. Se essa medida for aprovada, todos os trabalhadores terão que pagar - mesmo os que não sejam sindicalizados. São bilhões de reais dos salários dos brasileiros em jogo: apenas no ano de 2016, foram pagos 3,5 bilhões de reais no imposto sindical. Com a nova proposta, o valor arrecadado anualmente através do imposto sindical pode chegar aos 10 bilhões de reais".

Joice Hasselmann argumenta que os sindicatos estão mais interessados na manutenção de suas burocracias e na arrecadação de dinheiro dos salários dos brasileiros do que na defesa da classe trabalhadora, e que, na maioria das vezes, também representam quase exclusivamente fontes de poder político "para partidos como o PT. Os sindicalistas e seus patrões [os partidos de esquerda] estão apavorados com a diminuição do dinheiro para suas burocracias. Sem o imposto sindical, eles só sobreviverão caso produzam alguma coisa, e a posibilidade de terem de trabalhar é algo inimaginável para esses indivíduos, que vivem do esforço dos outros".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute proposta de recriação do imposto sindical:



domingo, 6 de agosto de 2017

Militares venezuelanos convocam população à revolta contra Nicolás Maduro

Hoje, no norte da Venezuela, um grupo de militares iniciou uma revolta com o objetivo declarado de derrubar a ditadura socialista de Nicolás Maduro e, conforme os líderes da insurreição, "restaurar a ordem constitucional do país". Os líderes do movimento também afirmam que seu objetivo é "acabar com os assassinatos de cidadãos pelo governo venezuelano". Conforme a imprensa oficial do país sul-americano, a revolta teria sido "barrada" por forças leais ao governo socialista - veículos alternativos, todavia, argumentam que a insurreição prossegue, e que os líderes convocam a população à resistência civil armada à ditadura de Maduro. A notícia foi divulgada no canal oficial do jornalista Paulo Eduardo Martins, no Youtube.

De acordo com Martins, o grupo de militares revoltosos estaria no Forte de Paramacay, no norte do país. Os revoltosos pertenceriam à "41ª divisão blindada do exército venezuelano, que agora se recusa a seguir as ordens de Nicolás Maduro. Durante o dia, o governo venezuelano passou a compartilhar informações sugerindo que havia sufocado a revolta do Forte de Paramacay. O governo divulgou, inclusive, nomes de militares que teriam sido presos, como responsáveis pela revolta. O regime também alegou estar 'no controle total da situação'. As informações são desencontradas sobre o possível número de mortos entre os integrantes da revolta e o governo - mas o governo publicou informações alegando que a revolta havia sido sufocada".

Todavia, ainda conforme Paulo Eduardo Martins, "veículos de informações contrários a Maduro têm desmentido o governo. Mais informações e imagens surgiram, indicando que a revolta no Forte de Paramacay não foi controlada, e está sendo divulgado, inclusive, o perfil do oficial do exército que comanda esta revolta. Este oficial da 41ª divisão blindada está convidando outras lideranças a tomarem parte na insurreição contra o regime de Nicolás Maduro. Em uma de suas mensagens, o oficial afirma: 'que vocês deponham as armas, e deixem de lutar por esse ditador, e cumpram o compromisso que têm com o povo'. As fontes oposicionistas afirmam que este oficial da divisão de blindados é o líder da revolta militar".

A Venezuela passa pela pior crise de abastecimento de alimentos, remédios e outros itens básicos em sua História, desde o recrudescimento do governo socialista fundado por Hugo Chávez. Organizações não-governamentais como a Anistia Internacional denunciam a violência e mesmo a instituições de regimes de trabalhos forçados pelo regime de esquerda. Em revolta similar, durante os últimos anos dos governos do bloco oriental, na Europa, o regime comunista de Nicolae Ceaușescu foi derrubado. Militares se ergueram contra o governo marxista, e decretaram a pena de morte ao ditador do sistema que foi denunciado como um dos mais brutais do Século XX. Atualmente, o governo socialista venezuelano enfrenta protestos diários, e permanente manifestação de descontentamento de integrantesd as forças armadas.

Sobre a revolta na Venezuela - vídeo divulgado por militares revoltosos, convocando todos os oficiais e soldados à derrubada de Nicolás Maduro, disponibilizado pelo canal Terça Livre, do Youtube:


Mais sobre o tema - Paulo Eduardo Martins comenta insurreição militar contra a ditadura marxista de Nicolás Maduro:



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Oposicionistas denunciam 14 mortes em repressão do governo de Nicolás Maduro a manifestantes

Conforme reportagem publicada hoje pelo canal Terça Livre, no Youtube, a oposição venezuelana denuncia 14 mortes ocasionadas por violência das forças policiais venezuelanas contra manifestantes contrários a Nicolás Maduro. As mortes teriam ocorrido no mesmo período em que o governo socialista tenta organizar uma nova assembleia constituinte para estabelecer uma lei que, na opinião dos adversários do regime, deverá ampliar o controle do Executivo sobre o Estado. Maduro também é acusado de buscar, através da possível nova constituição, aumentar o controle estatal sobre os veículos de comunicação, expulsar adversários políticos do parlamento e silenciar elementos e oposição a seu governo que ainda resistam no Judiciário.

Ainda de acordo com o canal Terça Livre, Nicolás Maduro teria justificado a eleição da nova assembleia constituinte como um processo que poderá levar o país "a um período de tranquilidade e paz". O veículo informa que o Estado venezuelano reconhece a morte de apenas nove oposicionistas, em decorrência da brutalidade policial - os adversários do regime assegurariam que mais cinco pessoas teriam sido assassinadas, e haveria dois menores de idade entre as vítimas fatais. Os oposicionistas também denunciam a violência de grupos paramilitares socialistas identificados como "os coletivos", que participariam da violência do Estado marxista contra os manifestantes.

Em reportagem publicada no último dia 29, o veículo de comunicação Rebel Media denunciou o uso de forças policiais treinadas em Cuba, pelo regime de Nicolás Maduro, contra os opositores políticos. Ezra Levant, colunista do Rebel Media, afirma que "o governo comunista cubano fornece tropas policiais para o Estado venezuelano - são tropas de choque, acostumadas com a brutalidade. Mais de cem pessoas morreram desde o início da atual onda de protestos". O total de prisioneiros políticos, capturados durante os protestos contra o sistema socialista, já seria de cinco mil pessoas.

Ainda conforme o veículo Rebel Media, a crise de abastecimento na Venezuela já pode ser considerada uma catástrofe humanitária similar à registrada na Coreia do Norte, onde há escassez crônica dos recursos mais básicos. A organização não-governamental Anistia Internacional qualificou a situação como "uma crise humanitária catastrófica", e, em julho de 2016, denunciou a implantação de regime de trabalhos forçados para toda a população, pelo governo socialista.

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a violência do regime venezuelano contra manifestantes:


Mais sobre o tema - matéria do veículo Rebel Media sobre a situação na Venezuela:



domingo, 23 de julho de 2017

Pamela Geller - "Novos currículos escolares da Turquia ensinarão conceito de 'Jihad'"

O regime turco, acusado de apoiar grupos extremistas salafistas como o Estado Islâmico, realiza reforma nos currículos escolares, eliminando o ensino de conceitos seculares e favorecendo ideias como a "jihad". O atual governo da potência do Oriente Médio também é acusado de ligações com a organização Irmandade Muçulmana, que serve de inspiração ideológica para grande parte dos movimentos extremistas religiosos que atuam na região. A notícia sobre a reforma curricular em curso na Turquia foi publicada ontem, dia 22, no site oficial da jornalista americana Pamela Geller.

De acordo com Geller, "o novo currículo a ser aplicado nas escolas da Turquia irá abandonar o ensino de teorias científicas como a evolução, e irá acrescentar a orientação em conceitos como a 'jihad'. O governo turco já estabeleceu firmemente o domínio de uma só pessoa [o líder político Recep Tayyip Erdoğan, acusado de ligações com a organização extremista Irmandade Muçulmana]. Agora, o 'califado' está, gradual e inevitavelmente, retornando à nação do Oriente Médio". Além de ser acusado de apoiar movimentos extremistas, Erdoğan adota uma postura política descrita como "neo-otomanismo", que teria o propósito final de garantir a expansão da influência da Turquia sobre as outras nações de maioria maometana sunita, contra as tentativas de avanço de grupos ligados ao governo xiita da República Islâmica do Irã.

A jornalista americana acrescenta, em seu informe, que, segundo reportagem do veículo de comuncação Independent, do dia 18 deste mês, "a decisão de abandonar o ensino da teoria da evolução e acrescentar o ensino da 'jihad' nos currículos escolares dá fundamentos às suspeitas de críticos do regime que argumentam que o atual chefe do Executivo tem o propósito de destruir os princípios seculares do Estado turco. Um dos representantes do sindicato dos professores do país descreveu a mudança nos currículos escolares como 'um passo gigantesco da Turquia na direção errada', e como um esforço do governo para garantir a formação de jovens 'que não questionem' [a influência da ideologia totalitária salafista]. Os críticos também afirmam que o senhor Erdoğan está destruindo as liberdades democráticas, com dezenas de milhares de prisões arbitrárias e com o controle da imprensa, desde o fracasso do golpe no último mês de julho".

Desde a revolução feita por Mustafa Kemal Atatürk, no início do século XX, a Turquia tornou-se um Estado secular, considerado um dos mais democráticos e com mais respeito às liberdades individuais no Oriente Médio, considerando a violência de regimes autoritários em países vizinhos. O exército turco também é considerado uma das bases do secularismo e das instituições que promovem alguma proximidade com os sistemas democráticos. Todavia, conforme os críticos do atual governo, Erdoğan estaria tentando promover "expurgos", no exército, para facilitar a implantação da ideologia autoritária do grupo Irmandade Muçulmana no Estado. Em outubro do ano passado, mais de 50.000 prisões de militares foram realizadas no país, o que sugere o fortalecimento do líder associado a grupos sectários.

Mais sobre o tema - reportagem do veículo de comunicação norte-americano Rebel Media sobre a radicalização do governo de Recep Tayyip Erdoğan:



sábado, 22 de julho de 2017

Joice Hasselmann - "Lula também deverá defender um dos filhos"

Em vídeo publicado pelo canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann comentou as condenações a Luíz Inácio Lula da Silva e o possível envolvimento de um dos filhos do antigo chefe do Executivo em escândalos de corrupção. A repórter informa que membros da família do réu teriam sido beneficiados por quantias em dinheiro obtidas através do esquema do "propinoduto". O vídeo foi disponibilizado ontem, dia 21.

Hasselmann informa: "depois de ter os bens bloqueados, a previdência privada de nove milhões de reais bloqueada, ele [o ex-presidente] terá de se preocupar em defender um dos filhos, envolvido em um escândalo. A Operação Lava Jato foi ampliada significativamente em São Paulo - um braço da Operação começou a funcionar e já tem 14 inquéritos em mãos. Dois deles foram instaurados ontem, e abrangem o 'propinoduto' que abasteceu também os bolsos dos parentes mais próximos a Luiz Inácio".

De acordo com a jornalista, a confirmação dos novos atos da Operação foi feita pela procuradora Thaméa Danelon, partícipe "da Lava Jato em São Paulo, através de entrevista exclusiva à Jovem Pan". Nas falas ao veículo de comunicação, a produradora declarou: "instauramos 12 inquéritos policiais. Agora, chegaram mais duas petições do Supremo, que está investigando fatos praticados por familiares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva". Entre as pessoas investigadas estaria o filho mais novo do antigo chefe do Executivo, ligado a uma empresa do ramo esportivo, que teria sido empregada em um esquema de lavagem de dinheiro, segundo reportagem de Hasselmann.

Ainda em entrevista à Rádio Jovem Pan, a procuradora acrescentou que as investigações sobre envolvimento familiares do antigo ocupante do mais poderoso cargo do Executivo nacional em escândalo de corrupção "ainda estão em fase inicial. As investigações serão iniciadas agora, pelo Ministério Público, em conjunto com a Polícia Federal. A segunda petição diz respeito ao irmão do ex-presidente Lula, que também teria recebido quantias mensais da Odebrecht [uma das empreeiteiras acusadas de participação em sistema de corrupção observado na administração petista]. Agora, como essas pessoas não têm foro privilegiado, essas investigações foram encaminhadas para a primeira instância de São Paulo".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute possível crime de lavagem de dinheiro envolvendo familiares próximos a ex-chefe do Executivo:



"Marcha das Vadias" de Chicago proíbe símbolos do "sionismo"

A organização das manifestações das chamadas "marchas das vadias" de Chicago (Estados Unidos) proibiu a exibição de símbolos do "sionismo" em suas demonstrações, o que incluiria o banimento de bandeiras que incluíssem a Estrela de Davi, símbolo histórico da comunidade judaica, ainda que fossem bandeiras do orgulho homossexual ou outros estandartes associados a causas de esquerda. A reportagem sobre o banimento de símbolos judaicos em uma das mais importantes manifestações do movimento sex-lib foi publicada ontem no portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação norte-americano, "a 'Marcha das Vadias' proibiu 'símbolos sionistas', em sequência à expulsão de mulheres de origem israelita da 'Marcha das Lésbicas' de Chicago, no último mês". A organização do evento argumentou que a decisão pela proibição dos símbolos da comunidade judaica teria o propósito de garantir que todos tivessem a "sensação de segurança", e que a organização segue uma ideologia "pró-palestina e antissionista".

Os criadores do evento teriam divulgado sua opinião em um perfil oficial da marcha em redes sociais, onde também celebraram a decisão da "Marcha das Lésbicas" de Chicago pelo banimento dos símbolos judaicos, ainda que exibidos como partes de bandeiras do movimento homossexual (como a bandeira gay, com uma Estrela de Davi no centro). O portal de notícias reproduziu a explicação dos organizadores: "nós apoiamos a 'Marcha das Lésbicas' em sua decisão por remover o contingente sionista de seu evento, e nós não vamos permitir exibições sionistas no nosso".

Organizações judaicas dos Estados Unidos condenaram a atitude dos criadores do protesto LGBT, após a denúncia de expulsão de vários manifestantes com bandeiras do orgulho gay israelita. As criadoras da demonstração argumentaram que a expulsão se justificaria como parte da política "antissionista, a favor da liberação da Palestina e de todos os povos oprimidos ao redor do mundo". O movimento também se declarou empenhado  no combate à "islamofobia".


Mais sobre o tema - vídeo sobre expulsão de judeus de manifestação LGBT, nos EUA:


Antissemitismo no Brasil - reportagem da rádio Jovem Pan sobre perseguição anti-judaica em universidade brasileira, justificada como "apoio à causa palestina":



Canal Terça Livre - "Partido Comunista da China apoia Ciro Gomes"

De acordo com reportagem publicada no último dia 19 pelo canal Terça Livre, do Youtube, o Partido Comunista da China declarou apoio à candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na eleição que ocorrerá em 2018. O partido dominante do regime totalitário marxista chinês justificaria o apoio a Gomes em razão de "proximidade ideológica" com a sigla que o candidato representa, o PDT - Partido Democrático Trabalhista, que teve sua orientação atual definida por Leonel Brizola, socialista, falecido em 2004. O PDT se identifica com a ideologia socialista e social-democrata, e fez alianças históricas com outras agremiações marxistas importantes do Brasil, como o Partido dos Trabalhadores.

A reportagem do canal Terça Livre informa que "Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da República, conta com o apoio do Partido Comunista da China à sua campanha ao planalto. O anúncio foi feito no dia oito, durante reunião do PDT com representantes do PC chinês. O secretário do Comitê Central do Partido Comunista da China afirmou que os partidos negociantes têm 'semelhanças ideológicas'". O partido único chinês é acusado de ter assassinado, durante o governo de Mao Tsé-Tung, mais de 70 milhões de pessoas, através de trabalhos forçados em campos de concentração, fuzilamentos ou pela fome, causada pelo confisco de alimentos, revendidos para arrecadação de recursos investidos em compra de armamentos e desenvolvimento de tecnologia nuclear, conforme a autora Jung Chang.

Ainda segundo a reportagem, os representantes do partido chinês afirmaram: "com base nos princípios de independência, estamos totalmente dispostos a fortalecer o intercâmbio, o conhecimento e a confiança". O canal acrescenta que, na visão da liderança do regime totalitário, "'o Brasil é um bom companheiro para promover o estabelecimento de uma ordem mundial mais justa e razoável'. O secretário do PC chinês tenta, através de suas declarações, fazer uma contraposição ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos

A notícia destaca que, sob a liderança do Partido Comunista da China, foi estabelecido o regime que mais matou seres humanos na História - a maioria das mortes teria sido causada por fuzilamentos de "inimigos de classe" ou por fome induzida. De acordo com o historiador Frank Dikötter, que compilou estatísticas sobre o governo de Mao (incluindo as levantadas pela dissidente chinesa Jung Chang), muitos dos assassinatos do sistema socialista chinês também teriam sido ocasionados por tratamento brutal e espancamentos aos súditos do regime, em campos de concentração, prisões ou fazendas coletivas, como destacado no livro Mao's Great Famine (A Grande Fome de Mao).

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio do regime marxista chinês a Ciro Gomes, candidato à Presidência:



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Rebel Media - "Terrorista indenizado por governo canadense é justificado por advogados que defendem o Hamas"

Em vídeo disponibilizado ontem pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o repórter Ezra Levant discutiu a proximidade ideológica entre advogados, grupos de pressão jurídica de esquerda ou simpáticos ao extremismo salafista e Omar Khadr, terrorista recompensado pelo governo de esquerda de Justin Trudeau com soma de dez milhões de dólares. O terrorista recebeu a indenização após ter assassinado um médico no Afeganistão, em 2002 - o ato criminoso teria sido punido pelo governo dos Estados Unidos com sentença na prisão militar de Guantánamo. Khadr recebeu o benefício em dinheiro por possuir cidadania canadense, e, segundo justificativa da administração Trudeau, como medida de "respeito aos direitos humanos" do militante islâmico.

Ezra Levant afirma que "nos círculos esquerdistas, o que Omar Khadr fez no Afeganistão [o assasinato do médico militar americano Christopher Spear, com uma granada] é um ato universalmente aceito. Isto é, é uma atitude aceita porque ele faz parte dos 'círculos' dos militantes de extrema-esquerda [ou grupos por eles defendidos] ou dos círculos que fazem apologia ao extremismo salafista". Khadr, no Afeganistão, integrou as forças paramilitares do grupo Talibã, que implantou uma ditadura inspirada na ideologia da Irmandade Muçulmana, no final do Século XX. O regime Talibã foi um dos principais apoiadores da rede terrorista Al-Qaeda, de Osama bin Laden, e foi um dos modelos que serviram de inspiração para o grupo Estado Islâmico, que hoje controla partes da Síria, do Iraque e da Líbia.

O reporter do veículo Rebel Media argumenta que "nesses círculos de apologistas do extremismo salafista está o conselheiro-chefe de assuntos islâmicos e de propaganda islâmica do partido governante do Canadá. Este homem, Alghabra, nascido na Arábia Saudita, era o presidente da Federação Árabe Canadense, que fazia campanha pela legalização do Hamas [grupo terrorista antissemita, atuante em Israel e defendido por membros da Irmandade Muçulmana nos Estados Unidos] e Hezbollah [grupo terrorista apoiado pela República Islâmica do Irã]. Estes são dois grupos terroristas. É desta organização que o governo do Canadá retira seus conselhos a respeito do Islam".

Levant acrescenta: "o atual líder político do Canadá ama advogados como os que fizeram fortuna para Omar Khadr, que efetivamente pediram indenizações multimilionárias para um terrorista, contra o Estado canadense. Este é o círculo do governo: advogados e juízes que fazem ativismo jurídico, e que universalmente gostam de Omar Khadr, e esta admiração pode ter origem em justificativas ideológicas ou financeiras".




quinta-feira, 20 de julho de 2017

Autoridade Palestina destinou orçamento de U$158 milhões a remuneração de terroristas, em 2017

Conforme reportagem disponibilizada pelos veículos de comunicação Palestinian Media Watch e The Algemeiner, o volume de recursos financeiros destinados a famílias de terroristas e a paramilitares salafistas pela autoridade palestina teve aumento no ano de 2017. O PMW, que monitora o apoio de lideranças políticas palestinas a militantes jihadistas, informa que o total de dinheiro destinado aos paramilitares já alcança os 158 milhões de dólares. As informações também foram disponibiliadas pelo veículo de comunicação Breibart Jerusalem, hoje, dia 20.

De acordo com o artigo publicado no site jornalístico norte-americano, "o orçamento da Autoridade Palestina para 2017 demonstra um 'aumento significativo' nos recursos financeiros destinados a terroristas que foram presos ou às famílias dos 'mártires' [expressão utilizada pelas lideranças políticas palestinas para designar militantes jihadistas que morreram em ataque-suicida, como homens-bomba]". Os dados sobre o aumento das somas em dinheiro destinadas aos extremistas foram, conforme a reportagem, levantados pela organização Palestinian Media Watch.

Ainda segundo o portal Breitbart, a PMW informa que o total de recursos financeiros destinados aos militantes salafistas capturados teve incremento de 13% neste ano, atingindo valor próximo aos U$158 milhões - em comparação com o valor estabelecido no último ano, de cerca de U$135 milhões. A soma destinada às famílias dos terroristas-suicidas identificados pela Autoridade Palestina como "mártires" teve aumento de 4% - passando de 183 milhões de dólares, em 2016, para 197, neste ano.

A organização de monitoramento da atividade de militantes salafistas em território israelense Palestinian Media Watch ganhou fama durante a cobertura da chamada "intifada das facas", nos anos de 2015 e 2016, quando lideranças políticas da Autoridade Palestina incitaram extremistas a ataques com uso de armas brancas ou carros contra a população israelita. A PMW publica vídeos denunciando propaganda antissemita e iniciativas de apoio a terroristas ou grupos fundamentalistas que atuam em Israel ou na região do Levante.


Mais sobre o tema - vídeo de propaganda antissemita, denunciado pela organização Palestinian Media Watch, onde clérigo ligado ao grupo Hamas incita população a ataques com facas contra população israelita:



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Primeiro-Ministro do Canadá paga indenização milionária a ex-integrante do Talibã

Como indenização por período de aprisionamento na cadeia de Guantánamo, um ex-integrante do movimento terrorista Talibã, Omar Khadr, foi recompensado em valor superior a dez milhões de dólares pelo governo canadense, através de decisão do Primeiro-Ministro Justin Trudeau. A indenização foi paga ao combatente salafista mesmo após confissão de homicídio, que teria sido cometido por Khadr durante sua participação nas forças paramilitares organizadas pelo terrorista Osama bin Laden. A reportagem sobre a recompensa milionária ao integrante do Talibã foi publicada pelos veículos de comunicação norte-americanos Fox News, no programa Tucker Carlson Tonight, e Rebel Media.

Conforme o jornalista Tucker Carlson, "Omar Khadr, se vivesse na sua rua, provavelmente seria o indivíduo mais rico do quarteirão. Como ele fez essa fortuna? Primeiro, ele se tornou integrante do grupo terrorista Talibã. Durante um confronto armado contra soldados americanos, no Afeganistão, no ano de 2002, ele jogou uma granada que matou um médico militar, chamado Christopher Spear. Por este crime, Khadr foi para a prisão militar de Guantánamo, onde assumiu o assassinato". Hoje, o ex-militante do Talibã argumenta que tem o objetivo de "se tornar um membro responsável e produtivo da sociedade".

Carlson acrescenta, sobre o caso, que "para a sorte de Omar Khadr, ele nasceu como cidadão canadense. Depois de ser liberado de Guantánamo, ele processou o governo do Canadá, pelo período de aprisionamento. Aqui está a coisa notável: o governo fez um acordo com ele. Neste mês, o governo de Justin Trudeau recompensou Khadr com mais de dez milhões de dólares em indenização, e publicou um 'pedido de desculpas oficial' por maus-tratamentos. O Primeiro-Ministro, mais tarde, admitiu não ter falado a respeito da decisão com a família do médico assassinado - ao invés disso, Trudeau defendeu sua decisão como 'uma vitória para os direitos humanos'".

Em entrevista para Tucker Carlson, Michelle Rempel, parlamentar canadense,  afirmou que a decisão do atual governo de esquerda foi considerada "inaceitável" e provocou "revolta" entre a população do país. Rempel argumenta que a população não aceitou "a decisão do pagamento em si e a forma através da qual o pagamento foi realizado". Ela acrescenta que a medida não partiu de uma decisão judicial, mas foi uma ação do próprio governo.

Veja na íntegra - reportagem traduzida pela página Embaixada da Resistência:


Mais sobre o tema - reportagem da rede de comunicação Rebel Media sobre a indenização:



domingo, 9 de julho de 2017

Donald Trump - "Se tivermos famílias e valores fortes, nós seremos invencíveis"

Em discurso realizado na Polônia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou o país do leste europeu como um bastião da Civilização Ocidental e da resistência contra ideologias totalitárias. Trump descreveu a Polônia como um exemplo de fidelidade à "tradição" e honra a "heróis da nossa história", que teria conseguido sobreviver à uma série de invasões, incluindo a décadas de ocupação pelo regime comunista soviético. O chefe do Executivo da maior potência ocidental também afirmou que o hemisfério precisa da fé, da tradição e de "famílias e valores fortes" caso deseje preservar sua liberdade, como o "exemplo polonês". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência ontem, dia 8, no Youtube.

Para Donald Trump, "a Polônia é o coração geográfico da Europa. Mais importante do que isso é observar, no povo polonês, a alma da Europa. A História da Polônia é a História de um povo que nunca perdeu a esperança, que nunca foi quebrado e que nunca esqueceu de sua identidade. Esta é uma nação com mais de mil anos. Suas fronteiras foram apagadas por mais de um século, e foram restauradas há menos de cem anos. Em 1920, no milagre do rio Vístula, os poloneses conseguirar vencer o exército soviético, que estava decidido a conquistar a Europa. 19 anos depois, em 1939, os poloneses sofreram a dupla invasão, feita pela Alemanha nazista, no oeste, e pela União Soviética, no leste [no pacto Ribbentrop-Molotov, que estabeleceu a aliança entre Hitler e Stalin para a divisão da Europa Oriental]".

O presidente acrescenta que "sob esta ocupação, o povo polonês sofreu horrores além da nossa capacidade de descrição. O massacre da floresta de Katyn [tantativa do regime comunista soviético de promover o genocídio cultural dos poloneses, com a execução de 22.000 oficiais da reserva das forças armadas da Polônia. Conforme o historiador Roger Moorhouse, entre os reservistas assassinados, estava grande quantidade de músicos, poetas, padres, escritores e mesmo professores universitários], os guetos e o holocausto estiveram entre os gestos de barbárie cometidos". Não obstante, para Trump, "vocês não perderam seu espírito. Apesar de tudo, a Polônia não pode ser quebrada. Em 1979, quando um milhão de seus cidadãos se reuniram para sua primeira missa com um papa polonês, os comunistas devem ter percebido que seu sistema rapidamente entraria em colapso".

Nos últimos anos do regime comunista, de acordo com Trump, mais de "um milhão de poloneses não se ergueram em uma só voz para pedirem riqueza. Eles não pediram privilégios. Eles disseram três palavras simples: 'nós queremos Deus'". O presidente dos Estados Unidos afirmou que a Civilização Ocidental tem sobrevivido porque "nos lembramos de quem nós somos" e porque "celebramos nossos heróis do passado, nossas tradições e nossos costumes. Nós amamos o império da lei de protegemos o direito à liberdade de expressão. Colocamos nossa fé nas famílias, não em uma burocracia governamental. Acima de tudo, valorizamos a dignidade de cada vida humana. Partilhamos a esperança, em cada uma de nossas almas, de viver em liberdade. Isso é o que nós somos".

Veja na íntegra - Donald Trump em discurso ao povo polonês:



sábado, 8 de julho de 2017

Rússia e Estados Unidos poderão atuar como aliados, na Síria

Após anos de tensão decorrente do conflito na Síria, os governos da Rússia e dos Estados Unidos poderão atuar como aliados para o fim da guerra civil que envolve forças jihadistas e o governo de Bashar al-Assad - a possível aproximação estratégica entre os governos Trump e Putin para dar fim ao conflito mais sangrento desencadeado pela chamada "Primavera Árabe" foi noticiada ontem, dia 7, pelo veículo de comunicação norte-americano Breitbart.

Conforme a reportagem do site de notícias, "nesta sexta-feira, por ocasião do encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin, o Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou que ambos os lados chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo na Síria. O Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, descreveu o encontro como 'a primeira indicação de um futuro trabalho em conjunto dos Estados Unidos e da Rússia na Síria'".

A guerra civil é protagonizada pelas forças leais a Bashar al-Assad, apoiado pela Rússia, e pelo grupo terrorista Estado Islâmico. Facções de oposição a Assad contam com apoio dos Estados Unidos - entre elas, estaria o grupo Exército Livre da Síria. A nova aproximação entre a Rússia e os Estados Unidos poderia exigir um compromisso entre parte dos rebeldes e o governo sírio para o fim dos combates, que já provocaram a morte de mais de 125.000 pessoas, incluindo crianças e idosos, possibilitaram a ascensão do ISIS - acusado de genocídio e tráfico de escravos - e levaram a região e a Europa à maior crise de refugiados por conflito armado das últimas décadas.

De acordo com o artigo do portal Breitbart, o cessar-fogo estabelecido por Trump e Putin deverá entrar em vigor neste domingo, dia 9. Todavia, ainda não é possível "determinar se o governo sírio, os rebeldes e os militantes salafistas estarão dispostos a honrar os termos do acordo. O histórico das tentativas de dar fim a esta guerra civil não é promissor". O veículo acrescenta que há um elemento positivo na situação presente - o regime de al-Assad já declarou que irá continuar um "cessar-fogo unilateral" até o dia em que terá início o tratado entre as potências.

O site também destaca que "o acordo marca uma mudança positiva nas relações entre os Estados Unidos e a Rússia, após incidentes como o ataque americano com mísseis contra uma base aérea síria, em retaliação ao uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad e pela Federação Russa sobre forças rebeldes - o último uso da força pelos EUA levou a Rússia a indicar que poderia atacar aviões da coalizão liderada pela América, caso as aeronaves sobrevoassem espaço aéreo da Síria". Até o momento, Rússia e Estados Unidos têm enfrentado grupos jihadistas que atuam na região, mas sem qualquer parceria direta, e com aliados com objetivos antagônicos - os EUA insistiam na saída de Bashar al-Assad do poder, enquanto a Rússia argumentava pela manutenção do mesmo no comando da Síria ou por uma transição gradual para uma nova administração.

Leia mais sobre o acordo entre Estados Unidos e Rússia para o fim da guerra civil na Síria

Mais sobre o tema - comentário do veículo de comunicação InfoWars sobre a nova aproximação entre Estados Unidos e Rússia:



segunda-feira, 3 de julho de 2017

Donald Trump: "eu sou presidente, a grande mídia não"

Em discurso divulgado pelo veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a grande imprensa dos Estados Unidos usou de métodos "desonestos" para tentar impedir os "propósitos legítimos que seguimos, em nome do povo americano", mas que "agora, eu sou o presidente - a mainstream media não é". O discurso do chefe do Executivo foi publicado no canal oficial da rede InfoWars no Youtube hoje, dia 3.

Donald Trump acusa a grande imprensa dos Estados Unidos de seguir a ideolgia identificada por ele como "globalista", que tentaria, em sua opinião, submeter os interesses do povo americano à tutela de organizações internacionais como a ONU e ao comando de grupos de pressão como as grandes fundações financiadas por personalidades como o bilionário George Soros, que seriam os principais apoiadores do Partido Democrata - principal sigla de esquerda no país. A ideolgia globalista também seria responsável por transferir recursos econômicos e apoio político de lideranças nos países desenvolvidos a ditaduras de orientação socialista em países do terceiro mundo, como Cuba - que, para Trump, foi um dos regimes totalitários subsidiados pela política da administração Obama.

O novo presidente dos Estados Unidos afirmou, em seu discurso: "vocês mesmos dizem: os projetos deles [da grande mídia] não são os projetos do povo. Eu vou lutar por vocês. Eu vou seguir minhas promessas sobre as políticas comerciais, sobre a economia, sobre o Judiciário, sobre o direito à legítima defesa, sobre nossas forças armadas, sobre nossos veteranos de guerra, e sobre nossas fronteiras". Desde o início do mandato, leis comerciais que favoreciam a indústria estrangeira em detrimento da americana, como o acordo TPP, que conferia benefícios a concorrentes como o Vietnã, já foram cancelados. A oposição acusa a nova presidência de fazer protecionismo.

Em sua campanha, Donald Trump prometeu agir com mais rigidez contra regimes de caráter totalitário-comunista no continente americano, como as ditaduras venezuelana e cubana, garantir melhores condições à industria dos Estados Unidos, através de barreiras alfandegárias que estimulem companhias a investimentos dentro das fronteiras do país, assegurar à população o direito à legítima defesa, através da manutenção da Segunda Emenda à Constituição e controlar a imigração, para evitar a entrada de criminosos ou integrantes de organizações salafistas no território da principal potência do Ocidente. Trump também afirmou que estaria disposto a combater a ideologia "politicamente correta", endossada pela administração Obama e pelo Partido Democrata e implantada através de legislações ou à força, por meio de militância jurídica.

Veja na íntegra - em discurso, Donald Trump afirma que "projetos da grande mídia não são os projetos do povo":


Mais sobre o tema - nova presidência dos Estados Unidos endurece política sobre o regime comunista cubano - vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube:



sábado, 1 de julho de 2017

Integrante do Estado Islâmico afirma que número de ataques contra Israel irá aumentar

Abou Baker Almaqdesi, militante do grupo terrorista Estado Islâmico na Faixa de Gaza, declarou em entrevista aos repórteres Aaron Klein e Ali Waked, do veículo de comunicação Breitbart Jerusalem, que as ações militares do movimento extremista contra Israel irão ocorrer com mais frequência nos próximos meses. A nova ofensiva do ISIS começou, durante esta semana, com o lançamento de um míssil na noite da última segunda-feira. A reportagem de Klein e Waked foi publicada pelo portal Breitbart ontem, dia 30.

Conforme o artigo, "um grupo ligado ao Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo ataque com míssil contra Israel, em uma cidade próxima à fronteira da Faixa de Gaza. A força aérea do Estado de Israel respondeu à ação hostil com ataques contra posições controladas pelo Hamas, na região, uma vez que as forças armadas da nação entendem que a maioria das ações terroristas feitas com mísseis partem da principal organização salafista que atua em Gaza". O indivíduo entrevistado pelo portal, todavia, alega que a ação faz parte de uma iniciativa do ISIS para "punir" investidas do Estado judeu contra os terroristas, na Península do Sinai.

Klein e Waked apontam que "em resposta ao ataque com mísseis e à ação das forças armadas israelenses, Abou Baker Almaqdesi, jihadista da Faixa de Gaza que lutou nas fileiras do Estado Islâmico na Síria e conseguiu retornar à Palestina após ser ferido, assegurou que os ataques [do ISIS] contra Israel deverão continuar. Fazendo citação a um ataque com faca contra uma policial israelense, Almaqdesi indicou que as ações terroristas não deverão ser conduzidas apenas através de ataques com mísseis. Segundo ele, 'não será necessariamente através do disparo de mísseis. Os ataques podem ser feitos como os que ocorreram duas semanas atrás, em Jerusalém. Também podem ser atos no coração da cidade de Tel Aviv. Os judeus sempre serão os alvos [do grupo terrorista Estado Islâmico], e nossos irmãos e nossa liderança irão manifestar isso em breve".

O militante salafista alegou que as ações são resposta do grupo paramilitar aos atos de contenção conduzidos por Israel contra o Estado Islâmico na Península do Sinai, onde o ISIS e o Hamas cooperam em operações de tráfico de armas. Almaqdesi afirmou ao site Breitbart: "Israel tem envolvimento direto nas ações militares feitas na Península do Sinai, em colaboração com o exército infiel do Egito".


Mais sobre o tema - reportagem do canal Israeli News Live sobre ataques do Estado Islâmico contra Israel:



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Produtor da CNN afirma que notícias da grande mídia sobre Trump e a Rússia são "bobagens"

Em vídeo gravado pelo estúdio independente para documentários Project Veritas, dos Estados Unidos, John Bonifield, produtor da rede de televisão CNN, foi flagrado afirmando que a cobertura da grande imprensa a respeito da suposta aliança entre Donald Trump e a Rússia é uma invenção "para aumentar a audiência". O trecho faz parte de um documentário da Project Veritas a respeito da atuação jornalística da CNN contra o atual chefe do Executivo norte-americano. O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube.

No trecho, o produtor Bonifield Afirma, quando questionado a respeito da cobertura da grande imprensa a respeito de Donald Trump e a Rússia, que as notícias sobre o tema são motivadas exclusivamente por "audiência. Nossa audiência está ótima agora. Meu chefe - eu não deveria dizer isso - afirmou: 'nós devemos saber com o que estamos lidando'. Quando Trump retirou os Estados Unidos do acordo do clima, por um dia e meio cobrimos esse tema. O CEO da CNN, em uma reunião interna, afirmou: 'bom trabalho a todos, mas já chega disso. Vamos voltar a falar da Rússia'. É um negócio. As pessoas pensam que a imprensa tem ética".

O produtor acrescenta, sobre a experiência na grande mídia dos Estados Unidos: "todas as coisas lindas sobre ética que você aprende no curso de jornalismo, você olha e diz: 'que meigo'. Isso é um negócio. Especialmente na TV a cabo. Eles tem que fazer o que é necessário para ganhar dinheiro, eu acho. Eu amo o negócio jornalístico, mas eu também sou bem cínico sobre isso. E a maioria dos meus colegas também são. Eu não estou sozinho".

O vídeo explica que Bonifield trabalhou para a CNN como jornalista e produtor por quase 15 anos. O profissional da grande imprensa deixou claro que a companhia tem um forte "viéis anti-Trump" e que "Trump é bom para os negócios", uma vez que a campanha a respeito da Rússia aumentou a audiência da rede. Ele também afirmou que toda a narrativa "pode ser uma 'bobagem', e a maioria [do que é dito sobre a suposta participação da Rússia nas eleições presidenciais dos EUA] é besteira agora".

Veja na íntegra - produtor da CNN sugere que notícias sobre ligação entre Trump e a Rússia são mentiras:



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Governo britânico ameaça fechar escola judaica que não adota "preceitos LGBT e ideologia de gênero"

A instituição de ensino judaica Vizhnitz Girls School ("Escola Vizhnitz para Meninas"), de Londres, está sendo ameaçada pelo governo britânico por "não ensinar os princípios LGBT" - o Estado acusa a instituição de "falhar em passar elementos básicos da cultura britânica" às alunas. A escola foi reprovada em uma avaliação governamental que verifica o ensino de preceitos ideológicos, incluindo a instrução em conceitos do movimento LGBT: reprovações sistemáticas na avaliação podem levar a instituição a ser fechada compulsoriamente. A notícia sobre a perseguição à escola judaica foi publicada ontem, dia 27, pelo veículo de comunicação Breitbart Jerusalem.

Conforme o site Breitbart, "a escola judaica foi reprovada três vezes por inspetores do governo porque não atendeu à determinações da legislação conhecida como 'Equalities Act', que força instituições de ensino a educarem seus alunos nos princípios LGBT, assim como assuntos ligados à comunidade gay e a temas em ideologia de gênero". A instituição de ensino tem, atualmente, mais de 200 alunas, e foi criada no início do século XX por lideranças israelitas que emigraram da Ucrânia para a Inglaterra.

Ainda de acordo com a reportagem, "a escola foi visitada por funcionários do Escritório para Padrões de Ensino do Reino Unido [UK’s Office for Standards in Education, Children’s Services and Skills] para que fosse averiguado o ensino de assuntos LGBT e temas como 'orientação sexual'. Uma vez que a instituição não atendeu aos padrões do governo, a escola foi classificada no grupo das organizações que 'se recusam a ensinar' a crianças de até oito anos de idade uma 'compreensão completa dos valores britânicos tradicionais'. Dessa forma, a escola estaria violando as 'leis de igualdade', em vigor no país". A escola, atualmente, deve adotar a linha pedagógica governamental, ou poderá ser compulsoriamente fechada.

O artigo acrescenta que um integrante da sigla conservadora UKIP criticou as ameaças à escola judaica - David Kurten, porta-voz do movimento de direita para temas educacionais, afirmou que "crianças em escolas primárias são jovens demais para serem expostas a temas como relações sexuais sem fins reprodutivos ou ideologia de gênero. As crianças merecem ter uma infância, e, em nome da ideolgia, elas estão sendo a expostas a ideias destrutivas que cedo demais. O Estado está tentando sabotar e fechar escolas religiosas em nome do secularismo".


Mais sobre o tema - vídeo do canal Terça Livre sobre expansão do ensino compulsório da ideologia de gênero no Ocidente:



domingo, 25 de junho de 2017

Juíza americana denuncia grupo do Partido Republicano que pretende derrubar Trump

Em pronunciamento veiculado pela rede de televisão norte-americana Fox News, a juíza Jeanine Pirro denunciou aliança dentro do Partido Republicano, organizada com o objetivo de enfraquecer o atual presidente, Donald Trump. Para a jurista, "os republicanos baixaram a guarda" e esse grupo dentro do movimento, que representa o establishment do partido, "está mancomunado com os democratas". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube, no último dia 23.

Jeanine Pirro explica que "isto é o maior perigo no nosso país: uma aliança dentro do Partido Republicano existe com o objetivo de ajudar [o Partido Democrata] a derrubar o presidente dos Estados Unidos, e trazer o establishment de volta ao poder". Em outras ocasiões, o próprio Donald Trumo denunciou a proximidade ideológica entre lideranças do Partido Republicano e do Partido Democrata, assim como afinidades de objetivos estratégicos dos dois grupos. A juíza acrescenta: "a ideia [para derrubar Donald Trump], se lançada com  rapidez o suficiente, manterá o establishment no poder, e lhes dará tempo para uma recuperação".

Na opinião da jurista, o Partido Democrata está "apenas fazendo o seu trabalho: está lutando, resistindo e está com todos os seus integrantes na mesma linha ideológica [a seguida pelo establishment político-midiático dos Estados Unidos]. Curiosamente, além de Newt Gingrich, pouquíssimos integrantes do Partido Republicano fazem uma defesa aberta do presidente Donald Trump. Você consegue imaginar um nome sequer da liderança tradicional do partido que se mostre indignada com o que vem afetando seu próprio presidente? Quer os republicanos [o grupo tradicional, que se aliou aos democratas] gostem ou não de Trump, esse é o seu trabalho".

Sobre a campanha midiática contra o chefe do Executivo, Jeanine Pirro afirma: "eu não necessariamente acredito que todos os democratas pensem ser verdade tudo o que estão inventando contra o presidente. Mas eles estão fazendo tudo o que é necessário para destruir Donald Trump. E eles estão em comum acordo, enquanto os republicanos simplesmente assistem aos democratas atropelando um presidente conservador".

Veja na íntegra - pronunciamento da juíza Jeanine Pirro sobre campanha política e midiática contra Donald Trump, feita com apoio de liderança tradicional do Partido Republicano:



sábado, 17 de junho de 2017

Trump revoga acordo de Obama e afirma que Estados Unidos "não irão tolerar a opressão comunista em Cuba"

Em comício realizado na Flórida, ontem, dia 16, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou o acordo comercial estabelecido por Barack Obama que facilitava o envio de recursos financeiros e viagens de americanos a Cuba - Trump afirmou que os Estados Unidos "não permanecerão quietos diante da opressão comunista" no país caribenho. Trump foi recebido com aplausos pela população cubana exilada em Miami, e dividiu o palanque com um homem que teve seu pai assassinado pelo regime marxista-leninista.

Donald Trump acusou o regime comunista de "manter prisioneiros políticos, utilizar trabalhos forçados, perseguir cristãos, realizar o fuzilamento de dezenas de milhares de opositores, patrocinar movimentos criminosos e de assassinos de policiais nos EUA, espalhar a ideologia totalitária marxista por outros países do continente americano, cercear as liberdades fundamentais de seu povo, incluindo a de ir e vir e de expressão, e acabar com os sonhos e potenciais do povo cubano". O presidente dos Estados Unidos ainda prometeu tomar ações para que o fim do Estado socialista "aconteça em um futuro próximo". Trump destacou que os Estados Unidos e as pessoas que fugiram da ditadura leninista para a Flórida "compartilham o amor por um ideal: a liberdade".

O líder do Executivo americano acrescentou que está disposto a retomar negociações com Cuba, desde que o regime "liberte todos os seus prisioneiros políticos, legalize todos os partidos políticos [desde a revolução marxista, Cuba é um Estado de partido único], assegure as liberdades fundamentais de sua população, incluindo a de expressão e religiosa, e se disponha a realizar eleições gerais, acompanhadas por observadores internacionais".

Donald Trump afirmou que a população exilada "que se reúne nessa região [Flórida], nas cidades, e fala a verdade, defende a justiça. Nós agradecemos a vocês por serem uma voz para os que não têm voz. Eles [as pessoas perseguidas pelo regime comunista] também são pessoas. Eles estão sem voz, mas vocês fazem a diferença. Muitos de vocês testemunharam crimes horríveis, cometidos em nome de uma ideologia monstruosa. Vocês viram os sonhos de gerações serem aprisionados. Vocês viram o que o comunismo fez. Vocês conheciam rostos que desapareceram, inocentes jogados em cadeias e fiéis perseguidos por espalharem a palavra de Deus. Vocês viram mulheres de prisioneiros serem espancadas e presas, enquanto tentavam ir à missa. Vocês ouviram os gritos de terror de pessoas amadas, e os disparos dos pelotões de fuzilamento". Ele conclui: "vocês falaram a verdade, e agora a verdade nos chama à ação".

O presidente lembrou que uma de suas promessas de campanha foi o confronto ideológico contra o regime cubano, e contra a expansão dos movimentos marxistas-leninistas no continente: "eu prometi ser uma voz contra a repressão. Na nossa região, lembrem-se, eles praticaram repressão gigantesca. Eu prometi ser uma voz para a liberdade do povo cubano. E aqui eu estou, como prometi".

Veja na íntegra - discurso de Donald Trump durante cancelamento do acordo de favorecimento financeiro ao regime marxista-leninista cubano, disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre a decisão de Trump que revoga o ato de Obama de aproximação econômica com Cuba:



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Para jornalista, "JBS sempre teve relação com cúpula do poder"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann abordou a proximidade entre a companhia JBS e a elite do poder Estatal brasileiro - de acordo com a autora, a organização sempre teve grande influência sobre integrantes dos poderes Judiciário e Legislativo. A colunista ainda acrescenta que ao menos uma personalidade da mais alta corte nacional já recebeu recursos da companhia, envolvida em escândalos de corrupção investigados na Operação Lava Jato. A matéria foi publicada no último dia 14, quarta-feira.

Joice Hasselmann afirma que "a J&F e a JBS sempre tiveram relação íntima com o ato núcleo do poder - seja o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário". Executivos das organizações foram acusados de envolvimento em sistema de corrupção que ajudou a financiar políticos de destaque, incluindo a chapa da ex-presidente Dilma Rousseff, através de conquista de apoio através de benefícios econômicos - o escândalo foi revelado pela Operação Lava Jato. Ainda conforme Hasselmann, "hoje, a Folha trouxe uma informação que caiu como uma bomba sobre Gimar Mendes - presidente do TSE, que livrou a chapa Dilma-Temer de punição. A informação é a seguinte: o instituto de educação de Gilmar Mendes (que tem ele como sócio) recebeu dinheiro, e muito dinheiro, da J&F, controladora da JBS".

De acordo com a reportagem divulgada pela jornalista, "pelo menos dois milhões e cem mil reais foram garantidos para patrocinar eventos, fazer propaganda - há um monte de justificativas para a transferência desses recursos. O fato é: o instituto de Gilmar Mendes recebeu dinheiro desta empresa, que firmou o maior acordo de delação premiada desta parte do mundo - um acordo em que, depois de crimes cometidos ao longo de anos, com participação de figuras do Legislativo, Executivo e Judiciário, os donos da organização tiveram a chance de viver fora do país, gastando uma fortuna criada a partir de recursos públicos".

Joice Hasselmann também informa que o instituto de educação "assegura que devolveu 650 mil - ou seja, falta quase um milhão e meio. Foram dois milhões e cem mil reais, pelo menos, em recursos que foram dados pela J&F para esse instituto". A jornalista questiona se pode ser considerada correta a transferência de recursos para uma organização que "tem um ministro como sócio, a partir de uma empresa que, todos sabiam, possuía estreitas ligações com os governos do PT".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta escândalo de corrupção que envolveu a JBS e cúpula do poder Estatal:



quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pamela Geller - "esquerda celebra a Sharia"

Em entrevista ao veículo de comunicação norte-americano Rebel Media, a autora Pamela Geller denunciou a apologia da "Sharia" - lei religiosa defendida por militantes salafistas - pela esquerda norte americana. Geller comentou a atuação de personalidades como Linda Sarsour contra marchas de oposição à Sharia, e o espaço concedido a defensores do sistema salafista em movimentos de extrema-esquerda na América do Norte e na Europa. A entrevista foi disponibilizada pelo canal Rebel Media ontem, dia 14, no Youtube.

Na opinião de Pamela Geller, "Linda Sarsour já se colocou contra manifestações de denúncia à Sharia. Ela nunca se permitiu discutir a aplicação da Shariah em, digamos, território palestino. Esse sistema faz com que, nos territórios onde a Shariah vigora, seja instituído um apartheid de gênero, um apartheid religioso. Essa senhora é um ícone da esquerda. Se ela quer falar a respeito da Shariah, também deve falar a respeito das políticas antissemitas, 'anti-infiéis', homofóbicas e contrárias à liberdade de expressão colocadas em prática nas regiões onde o sistema salafista é o dominante. Esse sistema intolerante e autoritário é icônico - é o que a esquerda representa".

Pamela Geller, como outros autores conservadores norte-americanos, denuncia posturas antissemitas e simpáticas ao extremismo salafista adotadas por parte significativa da esquerda internacional. Geller denuncia, em seu site oficial, as persistentes campanhas de propaganda antissemita veiculadas por veículos de comunicação palestinos, assim como práticas violentas existentes em regiões nas quais a Sharia é implantada. Entre outras imposições rígidas, a lei salafista institui penalidades a quaisquer indivíduos que não sigam a religião dominante, limitações à atuação de mulheres no mercado de trabalho, obrigação do uso do véu, punições severas (incluindo a possibilidade de pena capital) até mesmo para indivíduos que consumam bebidas alcoólicas e execução para homossexuais ou apóstatas - indivíduos que decidam mudar de religião.

Na opinião da jornalista, o discurso pró-jihadismo da esquerda é fruto de uma inversão de valores, que pune defensores das liberdades individuais e da civilização ocidental e recompensa simpatizantes da Sharia, como Sarsour: "nós estamos vivendo em um mundo com valores invertidos - quanto mais contrários à liberdade, anti-americanos e pró-salafistas esses indivíduos são, mais eles são celebrados".

Veja na íntegra - entrevista de Pamela Geller ao veículo de comunicação Rebel Media:



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Paul Joseph Watson - "O prefeito de Londres critica muçulmanos moderados e elogia o Hamas"

Em vídeo publicado no último dia sete em seu canal oficial no Youtube, o jornalista Paul Joseph Watson denunciou postura que considera "hipócrita" do prefeito de Londres, Sadiq Khan - Watson argumenta que o político não tem o direito de criticar defensores de políticas mais restritivas de imigração porque "ataca verbalmente muçulmanos moderados e elogia integrantes de movimentos extremistas. Esse prefeito, apesar de ignorar a ação de extremistas, tenta argumentar que 'não existe incompatibilidade entre os valores ocidentais e a ideologia abraçada pelos salafistas'". O colunista também critica, em outros vídeos, a postura leniente de outras lideranças europeias para com movimentos extremistas religiosos de ideologia similar ao salafismo, assim como a política de imigração em massa patrocinada por personalidades como Angela Merkel.

O colunista da rede InfoWars declara: "Khan tenta sugerir que não há incompatibilidade entre os valores dos extremistas e os valores ocidentais - sobre quais valores ele está falando? Ele se refere aos valores defendidos por integrantes de grupos salafistas, com os quais ele mesmo já dividiu palanques, até mesmo dois dias depois do ataque terrorista na ponte próxima ao Parlamento, em Londres? Aos valores de um de seus 'colegas de palco', que defende a implantação a um regime similar ao Estado Islâmico na Europa? Ou será que Khan está falando dos valores do terrorista, defendido pelo prefeito, que participou do onze de setembro?".

Paul Joseph Watson acrescenta que "[o político] descreve muçulmanos moderados como 'colaboradores do Ocidente' [Uncle Tom, ou indivíduo que trai sua própria origem étnica e cultural]". Ainda de acordo com o jornalista, o chefe do Executivo local da cidade inglesa mais populosa "já dividiu seu palanque com indivíduos ligados ao Hamas, à Al-Qaeda, à frente Al-Nusra, ao Estado Islâmico e à Irmandade Muçulmana [todos estes movimentos, descritos pelo colunista, defendem a implantação de sistemas políticos inspirados no extremismo salafista]".

O jornalista também questiona antiga proximidade entre o prefeito e Louis Farrakhan, fundador da organização "Nação do Islam". O prefeito teria cortado relações com o mesmo após declarações antissemitas e pró-nazismo do líder salafista - todavia, Sadiq Khan, conforme Paul Joseph Watson, "demonstrou indignação" quando o criador da organização islamista foi proibido de entrar no Reino Unido por sua defesa de ideologias totalitárias.

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson critica prefeito de Londres por leniência dedicada a integrantes de organizações extremistas:



domingo, 11 de junho de 2017

Rede CGTN -"Intenção de voto em Jair Bolsonaro está aumentando"

Conforme o veículo de comunicação CGTN, da China, a intenção popular de voto em Jair Bolsonaro está aumentando - a rede argumenta que o fenômeno ocorre como consequência da desmoralização da maior parte da classe política brasileira, através dos esquemas de corrupção denunciados pela Operação Lava Jato, e da ascensão do pensamento político conservador em todo o mundo. Bolsonaro é descrito, na reportagem, como "um candidato conservador, de direita, com abordagem similar à de Donald Trump". A matéria foi disponibilizada com legendas em português no último dia 7, pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube.

Segundo a rede CGTN, "para os apoiadores de Jair Bolsonaro, esse é o momento [de vencer eleições]. O deputado polêmico confirmou que irá lançar-se como candidato para a eleição de 2018". Bolsonaro afirmou, na reportagem: "conheço a complexidade do jogo político brasileiro, mas pretendo me apresentar como uma alternativa, similar ao tipo de conservadorismo que está crescendo gradualmente tanto nos Estados Unidos quanto na França".

A reportagem acrescenta que Bolsonaro é visto, normalmente, como um "outsider" - uma personalidade que não é aceita pelo establishment político, por adotar uma visão política conservadora, mais favorável ao liberalismo econômico do que a maioria dos políticos brasileiros e abertamente nacionalista. A postura de Bolsonaro é comparada com a de lideranças políticas que se destacaram nos Estados Unidos e na Europa, como  Donald Trump, Marine Le Pen e Viktor Orbán - personalidades que fazem oposição à ideologia descrita como "globalista", patrocinada pela União Europeia e por organizações como a ONU.

Na matéria, a rede CGTN também informa: "o nome de Bolsonaro apresenta cada vez mais intenções de voto. Isso ocorre porque quase toda a classe política tradicional do Brasil está envolvida no maior escândalo de corrupção na História do país. Um terço do Congresso está envolvido no sistema de desvio de recursos públicos, que desviou bilhões de dólares e foi denunciado pela Operação Lava Jato". Jair Bolsonaro, que é detestado pelo establishment político e midiático, não se envolveu em qualquer um dos crimes de corrupção trazidos a público até o momento pela Polícia Federal.

Veja na íntegra - reportagem de CGTN sobre o crescimento da intenção de voto em Bolsonaro, disponibilizado com legendas e português pelo canal Tradutores de Direita:



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Bene Barbosa - "População é majoritariamente favorável ao direito à legítima defesa"

Durante o lançamento da frente parlamentar "Armas Pela Vida", organizada em apoio ao PL 3722 - projeto de lei que tem o objetivo de devolver à população brasileira o direito à legítima defesa armada - Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, argumentou que a população é majoritariamente contrária ao desarmamento, às ONGs desarmamentistas e dá apoio a projetos como o que poderá acabar com o "Estatuto do Desarmamento". O vídeo foi disponibilizado no dia 5 de junho no canal oficial de Barbosa no Youtube.

Na opinião do especialista em segurança pública, "a ideia de que as ONGs desarmamentistas representam a 'sociedade civil organizada' é uma grande mentira. É muito fácil constatar isso. Basta olhar, nas redes sociais dessas ONGs o apoio que suas iniciativas têm. Sua aprovação praticamente nula, são organizações que não têm apoio popular. O que tem crescido é o apoio ao PL 3722 [projeto de lei que pretende devolver aos cidadãos brasileiros o direito à legítima defesa armada]".

Bene Barbosa argumenta: "a população tem mostrado apoio crescente ao direito e à liberdade que todo cidadão deve ter, para sua autodefesa. Como nós poderíamos falar em defesa, em autodefesa, legítima defesa, se o Estado priva o cidadão do único objeto que é capaz e eficaz para o exercício da legítima defesa? Esse objeto é a arma de fogo. Nós parabenizamos a frente parlamentar pelo nome escolhido. O nome não deixa dúvidas - a frente é em apoio ao cidadão que busca uma arma para sua autodefesa, para a defesa da sua família, para a defesa do seu patrimônio. Esse cidadão não quer 'fazer justiça com as próprias mãos'. O que esse cidadão busca é apenas sobreviver aos criminosos, e é por isso que essa frente parlamentar é tão importante".

O autor argumenta que, desde a implantação do chamado "Estatuto do Desarmamento", os índices de criminalidade aumentaram expressivamente no país. Antes do desarmamento, conforme o advogado, o número anual de assassinatos permanecia próximo dos 40.000 - atualmente, ocorrem cerca de 60.000 homicídios por ano. Outros crimes, como roubos e estupros, também tiveram aumentos significativos - os números de crimes de natureza sexual pioraram em estados como o Rio de Janeiro (com 56% mais ocorrências, entre 2009 e 2013, conforme o portal Terra). Bene Baborsa argumenta que o direito à legítima defesa armada para as mulheres pode ser uma ferramenta para levar à redução nas estatísticas deste tipo de delito.

Veja na íntegra - Bene Barbosa afirma que população é majoritariamente favorável ao direito à legítima defesa:


Mais sobre o tema - debate com Bene Barbosa sobre a lei desarmamentista no Brasil:



terça-feira, 6 de junho de 2017

Eduardo Bolsonaro afirma que "Maria do Rosário não tem moral para falar sobre lei de 'crimes de ódio'"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube, o policial federal e parlamentar Eduardo Bolsonaro declarou que Maria do Rosário, uma das lideranças do Partido dos Trabalhadores, "não tem moral para falar a respeito de leis contra crimes de ódio" - Bolsonaro argumenta que a deputada socialista já ameaçou fisicamente um parlamentar idoso, afirmando que "iria esbofeteá-lo". A integrante da legenda de esquerda ainda teria, conforme o policial federal, feito ataques verbais contra ele e contra o legislador mais velho. O vídeo foi disponibilizado no canal oficial de Eduardo Bolsonaro ontem, dia 5.

Eduardo acrescenta que a parlamentar "já foi expulsa de uma manifestação de médicos, no Rio Grande do Sul, que protestavam contra o assassinato de um integrante da classe". O parlamentar, da mesma forma que seu pai, Jair Bolsonaro, acusa Maria do Rosário de defender políticas brandas para com criminosos, incluindo as medidas de restrição ao direito à legítima defesa dos cidadãos, tornadas mais severas contra a população civil pelo governo do Partido dos Trabalhadores, em 2003. Eduardo argumenta que "Maria do Rosário é contrária à lei da castração química de estupradores [projeto de legislação destinado a impedir a reincidência de criminosos no delito, criticado pela esquerda como 'contrário aos direitos humanos']".

Para o policial federal, o objetivo da nova lei de "crimes de ódio" defendida por Maria do Rosário é "censurar lideranças religiosas, e não proteger a população gay, por exemplo". Eduardo Bolsonaro entende que punições mais severas contra todos os crimes e a garantia do direito à legítima defesa seriam medidas mais eficazes na contenção da violência urbana, que cresce no Brasil. Conforme o parlamentar, "a primeira vítima desse projeto [da lei de 'crimes de ódio'] será a comunidade religiosa cristã. Os comunistas têm aversão à religião, porque eles ainda não conseguem dominá-la".

Eduardo Bolsonaro defende a liberdade de expressão e condena regimes que a restringem, como o sistema socialista venezuelano, apoiado pelos partidos de esquerda brasileiros. O parlamentar, em diversas ocasiões, destacou a simpatia que as principais siglas marxistas nutrem pela ditadura chavista e seus aliados, como o governo comunista de Raúl Castro.

Veja na íntegra - Eduardo Bolsonaro afirma que lei de "crimes de ódio" é tentativa de implantar censura no Brasil:



Mais sobre a atuação da esquerda brasileira - Eduardo Bolsonaro critica apoio dado por lideranças da UNE à ditadura venezuelana:



sexta-feira, 2 de junho de 2017

Paul Joseph Watson - "'Crise dos refugiados' é estratégia de tráfico de pessoas"

Conforme o jornalista Paul Joseph Watson, colaborador da rede InfoWars, a maior parte das pessoas que entram na Europa como refugiados são, na realidade, "trazidas em um sistema complexo de tráfico humano, que conta com o apoio logístico de organizações não-governamentais alemãs". O colunista denuncia que o esquema nega o transporte aos portos mais próximos das rotas frequentes, como os da Tunísia (país que não é afligido por qualquer crise humanitária), e envia pessoas diretamente aos países europeus, através de pagamentos de grandes quantidades de dinheiro, em esquema criminoso. O vídeo sobre a "crise dos refugiados" foi divulgado no canal oficial de Paul Joseph Watson no último dia 29.

No vídeo, Watson afirma que "governos da União Europeia e organizações não-governamentais querem que o público acredite que pessoas estão sofrendo e sendo transportadas em 'navios pesqueiros em péssimas condições' através de todo o Mar Mediterrâneo - é tudo mentira. A triste verdade é que um sistema de tráfico de pessoas foi colocado em prática, onde os indivíduos são transportados por um preço de 1.500 euros - não se tratam de 'refugiados pobres'. A maioria dos navios usados no esquema sai da Tunísia para uma área a poucos quilômetros da costa da Líbia - os transportados enviam sinais de rádio para navios de organizações não-governamentais, que os levam diretamente aos portos europeus. A área se tornou, literalmente, uma via para serviço de 'táxi marítimo'".

Paul Joseph Watson, como outros analistas contrários à política da União Europeia na crise de refugiados, argumenta que a maioria das pessoas que se identificam como "refugiados sírios" são, na realidade, pessoas que têm origem em países estáveis - algumas até mesmo possuem condições financeiras favoráveis, que lhes permitem entrar no sistema de tráfico humano. O mecanismo, conforme o repórter do portal InfoWars, também favorece a infiltração de indivíduos ligados a grupos extremistas salafistas em território europeu. 

No trecho, Watson acrescenta que "há razões para suspeitar da existência de contato direto entre esses traficantes de pessoas e integrantes de organizações não-governamentais - o que permite entender porque essas ONGs sempre são as primeiras a surgirem em ocasiões de 'resgates' [forjados, na opinião do colunista]".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson comenta crise dos refugiados e tráfico humano na costa do Mar Mediterrâneo:



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Evento de integrantes de movimentos antissemitas é organizado em prédio do governo britânico

O evento "Palestinian Expo 2017", organizado com auxílio do governo britânico, reunirá integrantes de movimentos extremistas que atuam na região do levante - de acordo com o site de notícias Breitbart Jerusalem, a exposição também conta com a parceria de organizações que publicam "literatura de negação do holocausto", incluindo do autor antissemita europeu Paul Eisen. A notícia sobre o evento foi publicada hoje pelo site Breitbart.

Conforme a reportagem, "um prédio do governo [inglês] em Westminster está sediando o 'maior evento pró-Palestina já realizado na Europa. O encontro é coordenado por um grupo ligado a antissemitas, militantes salafistas e organizações terroristas". O artigo informa que a exposição foi instalada em um prédio administrado por uma agência do Departamento para Comunidades e Governo Local. A construção teria sido considerada, em outro momento, para sediar o parlamento britânico, durante reforma no Palácio de Westminster.

Segundo o portal Breitbart, o evento "é denunciado como uma promoção de discurso antissemita por grupos judaicos. A exposição tenta se vender como uma 'introdução, com linguagem para toda a família, à cultura e História da Palestina'. O evento ocorrerá nos dias oito e nove de junho, coordenado pelo movimento 'Amigos da Mesquita Al-Aqsa', que afirma ter por objetivo 'defender os direitos humanos dos palestinos e a sagrada mesquita Al-Aqsa em Jerusalém'. O grupo, de acordo com seus críticos, é ligado ao movimento antissemita Hamas".

O artigo do site Breitbart acrescenta que a ONG responsável pelo evento "apoiou fundamentalistas ligados ao regime iraniano [na palestina, o principal desses movimentos é o Hezbollah, de caráter neonazista] e publica abertamente a obra do autor Paul Eisen, que já foi descrito como 'negador do Holocausto' [assassinato de seis milhões de judeus, cometido sob a ditadura nazista] até mesmo por jornais de esquerda, como o The Guardian". Ainda de acordo com o veículo de comunicação, a organização não-governamental também teria demonstrado apoio ao autor antissemita francês Roger Garaudy, que nega a ocorrência do genocídio do povo judeu, e um de seus principais líderes teria sido flagrado em companhia de Ismail Haniyeh, integrante da organização salafista Hamas.

Leia na íntegra a reportagem a respeito do evento antissemita coordenado por simpatizantes do Hamas em Londres

Mais sobre o tema - israelense denuncia propaganda antissemita veiculada por movimentos extremistas palestinos. Trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube:



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Joice Hasselmann - "Aécio Neves está liquidado e enterrou sua própria carreira"

De acordo com vídeo disponibilizado no canal oficial da jornalista Joice Hasselmann, com o envolvimento de Aécio Neves nos escândalos de corrupção da companhia JBS, o tucano "enterrou sua própria carreira política". O político social-democrata teria solicitado à empresa da indústria de alimentos mais de dois milhões de reais, como propina que seria utilizada em defesa durante a operação Lava Jato. O envolvimeno de Aécio no crime foi denunciado em delação premiada de um executivo da organização, que também disponibilizou áudio no qual a voz do parlamentar foi identificada.

Joice Hasselmann afirma, sobre a delação, que "Aécio Neves está liquidado. Acabou a vida pública e a vida política do homem que disputou a Presidência em 2014". Ela acrescenta: "[Aécio] enterrou sua própria carreira política. Se envolveu em um esquema de propinas, delatado pelo executivo da JBS, e acabou flagrado pela Polícia Federal. Um primo de Neves foi enviado para receber uma mala com boa parte do valor [solicitado pelo tucano como propina] - todos esses eposódios foram filmados e fotografados pela Polícia Federal".

A jornalista acrescenta que, durante a campanha de 2014, o político do PSDB teria recebido "60 milhões de reais em propina, segundo a delação do homem que é o dono da JBS. Se Aécio não tivesse feito negociatas com propina, se não tivesse feito negociatas de cargos, inclusive na Vale, e se não tivesse recebido dinheiro sujo, não teria sido descoberto nessa delação. A vida política do tucano, que passou muito perto de vencer a eleição em 2014, acabou. Para o PSBD, só resta enterrá-lo politicamente. Ele, agora, certamente não se elegerá nem para vereador". O parlamentar social-democrata conseguiu, durante a última disputa pela Presidência, chegar ao segundo lugar em total de votos - 51 milhões, contra 54 de Dilma Rousseff.

Para a colunista, o integrante do PSDB poderá ser preso em breve, como parte dos esforços da operação Lava Jato: "ele pode ser preso a qualquer momento. A Procuradoria Geral da República pediu a prisão do tucano - foi negada por Facchin, mas a PGR pode recorrer, e essa decisão pode cair, no pleno do STF".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute delação que revelou envolvimento de Aécio Neves no escândalo de propinas da JBS:



domingo, 21 de maio de 2017

Alex Jones - "Establishment tentará derrubar Trump, com ajuda de sabotadores"

Em vídeo disponibilizado em um dos canais oficiais da rede InfoWars, no Youtube, o jornalista Alex Jones discutiu as afirmações do político Dennis Kucinich, que afirmou que o establishment dos principais partidos dos Estados Unidos tentará, através de sabtadores dentro da administração atual, retirar Donald Trump da Presidência. Kucinich é integrante do Partido Democrata, mas denuncia a existência de colaboradores da esquerda no governo vigente. O vídeo foi publicado ontem, dia 20.

Alex Jones declara: "este é Dennis Kucinich. Ele falou sobre como a elite política americana está tentando derrubar Donald Trump. Ele pensa que isso é um problema significativo, e que é uma manobra muito perigosa. Ele é um dos liberals antigos, do tipo que eu admiro. Este tipo de democrata tem boas intenções, são pessoas inteligentes, são bem-informados. Eles não gostavam das coisas que Bush fazia - assim como eu [Jones se considera um conservador favorável ao isolacionismo americano]. Agora, temos um verdadeiro choque, e essas novas declarações são de Kicinich". Dennis Kicinich, apesar de ser integrante do Partido Democrata, pensa que uma operação de sabotagem contra Donald Trump pode ser prejudicial à democracia nos Estados Unidos.

No trecho, também disponibilizado pela rede InfoWars, Dennis Kicinich afirma que "há um processo de 'politização' das agências governamentais [contra Trump] que está resultando em informações espalhadas por anônimos, com a intenção de derrubar um presidente [como as alegações, feitas sem base documental impressa ou em áudio, de associação de Donald Trump com o governo russo]". Kucinich acrescenta: "isso é muito perigoso para a América. É uma ameaça à nossa república, constitui um perigo claro e urgente, que coloca em risco nosso modo de vida. Nós precisamos nos perguntar: 'quais são as motivações dessas pessoas?'".

Alex Jones argumenta que a campanha de difamação contra Donald Trump é feita com apoio do lobby de lideranças políticas e econômicas internacionais, como George Soros. Jones também afirma que os movimentos identificados com a ideologia globalista são contrários à atual administração em decorrência da defesa aberta, feita por Trump, do nacionalismo americano e do fim do apoio da maior potência econômica e militar do mundo à ideologia adotada pela ONU e pela esquerda internacional. O colunista da rede InfoWars denuncia as principais lideranças do Partido Republicano como colaboradoras do projeto de desmonte da soberania dos Estados Unidos.

Veja na íntegra - Alex Jones e Dennis Kucinich abordam campanha de difamação movida pelo establishment contra Donald Trump:



sábado, 20 de maio de 2017

Canal Terça Livre denuncia "nova lei de imigração" como ferramenta para infiltração de terroristas no Brasil

Conforme vídeo disponibilizado no canal Terça Livre, no Youtube, o projeto de lei que permite facilitar as regras de imigração para o Brasil tem o objetivo de infiltrar simpatizantes de movimentos terroristas no país. No comentário de Allan dos Santos, um dos proprietários do canal, ainda é discutido o ataque com explosivos contra manifestantes conservadores, realizado por estrangeiros originários de países nos quais a ideologia salafista possui grande influência, Os candidatos ao programa de imigração teriam "lançado uma bomba em direção aos manifestantes que faziam oposição ao projeto de lei". O vídeo foi publicado no dia dois de maio.

Na opinião de Allan dos Santos, "a nova lei de imigração nem foi sancionada, e nós já temos um ataque terrorista no Brasil. Esse é o primeiro ataque terrorista [com explosivos, feito de maneira similar aos promovidos por extremistas salafistas em outros países ocidentais] que o povo brasileiro sofreu. Por quê? Porque o povo está levantando a voz". O canal Terça Livre, assim como outros portais conservadores, denuncia os projetos de estímulo à imigração em massa como uma estratégia de lobbys simpáticos à ideologia chamada de "globalismo" para o desmantelamento do nacionalismo, dos países ocidentais, e para a substituição dos valores judaico-cristãos por um conjunto de ideias que permita a expansão dos poderes da elite política ligada às Nações Unidas e às grandes fundações internacionais. A reportagem do canal Terça Livre ainda sugere que a estratégia que fundamenta a nova lei tenta "imitar o que ocorre na Europa".

O canal Terça Livre também disponibilizou relatos de pessoas que estiveram presentes no ataque a bomba contra manifestantes conservadores - de acordo com uma das testemunhas, "uma bomba foi lançada em direção a integrantes do grupo 'Direita - São Paulo'". Conforme o relato, um dos indivíduos responsáveis pelo atentado com explosivos é originário do mesmo país que sedia o grupo terrorista Estado Islâmico. Um segundo autor do ataque teria nascido na Palestina. A testemunha assegura que os criminosos "nem sequer falavam português".

Desde o início da onda de imigração em massa das regiões ocupadas pelo Estado Islâmico para as nações ocidentais, mais de uma centena de pessoas já foram assassinadas em ataques coordenados por militantes salafistas. Na França, ocorreram ataques na capital (com mais de 130 vítimas fatais apenas no massacre do Bataclan) em em cidades do sul do país. Na Alemanha, foram registrados ataques contra cristãos, no final de 2015 e em uma feira de natal, em 2016. Nos Estados Unidos, ao menos dois ataques terroristas foram registrados - um na Califórnia e outro na Flórida, com simpatizantes do mesmo sistema ideológico do grupo ISIS.

Mais sobre o tema - Nando Moura discute nova lei de imigração:



Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre o ataque a bomba realizado contra manifestantes conservadores, na Avenida Paulista:



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