quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Gilmar Mendes insulta a inteligência dos brasileiros quando diz que não há influência política no STF"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil criticou postura do ministro Gilmar Mendes, da corte máxima do país, que afirmou que "não existe influência política no STF" - de acordo com Moura Brasil, a declaração de Mendes "insulta a inteligência da população brasileira". Felipe Moura Brasil já comentou, em tom de denúncia, decisões do ministro que teriam sido motivadas, segundo ele, por influência política, como posicionamentos referentes a réus em processos iniciados graças à Operação Lava Jato. Uma dessas decisões teria garantido a liberação de Jacob Barata Filho da cadeia: Gilmar Mendes foi padrinho de casamento da filha do réu. O comentário de Felipe Moura Brasil foi publicado ontem, dia 29.

De acordo com o colunista, "Gilmar Mendes sugere que 'não há grande influência política, ou pelo menos não de maneira visível, no STF. Esse é o mesmo Gilmar que soltou duas vezes Jacob Barata Filho, envolvido na máfia dos transportes do Rio de Janeiro, tendo sido padrinho de casamento da filha do réu. Esse é o mesmo STF de Ricardo Lewandowski, criticado pelo próprio Gilmar pelo fatiamento da votação do impeachment de Dilma Rousseff, que depois do acerto com Renan Calheiros, manteve os direitos políticos da petista, apesar da cassação do mandato, contrariando a Constituição Federal e até o entendimento da OAB".

Felipe Moura Brasil acrescenta que "esse é o mesmo STF do grande amigo de Gilmar Mendes, Dias Toffoli, advogado de carreira do Partido dos Trabalhadores, que, saltando suas instâncias, mandou soltar o petista Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann [uma das parlamentares mais destacadas do PT, Gleisi teve seu cônjuge preso pela Polícia Federal, por envolvimento em um dos escândalos investigados pela Operação Lava Jato]. Esse é o mesmo STF de Gilmar, Lewandowski e Toffoli, que deram os votos da segunda turma para libertar José Dirceu da prisão preventiva, permitindo que o mensaleiro (também envolvido no petrolão) literalmente debochasse da lei do país".

O jornalista conclui: "eu poderia citar uma dezena de casos onde houve grande influência política no STF. Prefiro apenas deixar o recado, ainda que inútil: Gilmar Mendes, pare de insultar a inteligência do povo brasileiro".

Veja o comentário de Felipe Moura Brasil na íntegra:



terça-feira, 28 de novembro de 2017

Terça Livre - "Representante do MBL se posiciona contra projeto de lei que pretende proibir símbolos do comunismo"

Em vídeo disponibilizado no último dia 23, o canal Terça Livre, do Youtube, discutiu em reportagem o posicionamento de Arthur Moledo, integrante do MBL, contra o projeto de lei que pretende criminalizar a ideologia comunista. O projeto foi criado com base na atual legislação que proibe ideologias genocidas como o nazismo, sob o argumento de que a ideologia marxista-leninista fomenta o mesmo tipo de regime totalitário, com igual potencial para a violência política sistemática e assassinatos em massa. A reportagem veiculada pelo Terça Livre teve como âncora a repórter Fernanda Salles.

De acordo com Salles, "Arthur Moledo, youtuber e integrante do MBL, se declarou contrário ao projeto de lei de Eduardo Bolsonaro que criminaliza a apologia ao comunismo, regime que matou mais de cem milhões de pessoas, ao longo de sua História. O youtuber conta com mais de 807.000 inscritos em seu canal, e ficou famoso ao desafiar militantes de esquerda em manifestações da CUT e do MST". Moledo já se declarou, em mais de uma ocasião, como favorável ao aborto e simpático à corrente política conhecida como "libertarianismo", que tem como ideologia principal a extinção completa do Estado.

Moledo, o MBL e outros simpatizantes da ideologia "libertarianista", de acordo com o movimento conservador, adotam bandeiras favoráveis à estratégia gramsciana da revolução cultural, que consiste na gradual difusão de preceitos de esquerda nos meios acadêmicos e midiáticos. Entre os pontos de convergência do movimento "libertarian" e a esquerda gramsciana estão a defesa do aborto, a legalização de todas as drogas e a laicização da sociedade - simpatizantes da ideologia, como o próprio Moledo também ficaram famosos por ataques contra os valores religiosos. O movimento "libertarianista" também é acusado de manter uma postura utópica, com a crença em um paraíso hipotético futuro, sustentada por um discurso materialista-economicista similar ao do marxismo, com a diferença de que é baseado na suposição de que a sociedade, ao invés de se tornar cada vez mais estatizada (como na utopia marxista), estaria gradualmente se livrando do Estado. Autores como Olavo de Carvalho argumentam que, pela estrutura da ideolgia "libertarian", o movimento político acaba sendo mais favorável do que contrário aos partidos marxistas-leninistas contemporâneos, uma vez que o eixo das preocupações da maioria das agremiações socialistas se deslocou do debate econômico para a chamada "revolução cultural" e o "desconsrucionismo".

Conforme a reportagem do canal Terça Livre, "em outras oportunidades, Arthur já se declarou favorável ao aborto e à descriminalização das drogas. No projeto [condenado por Arthur Moledo], o deputado Eduardo Bolsonaro associa os regimes comunista e nazista. 'O comunismo é tão nefasto quanto o nazismo, e se já reconhecemos, em nosso ordenamento jurídico, a condenação do nazismo, devemos também fazê-lo com relação ao comunismo', afirma Bolsonaro".

Veja na íntegra a reportagem do canal Terça Livre sobre Arthur Moledo e a lei que equipara a ideologia nazista à ideologia comunista:



sábado, 25 de novembro de 2017

Ex-integrante de equipe de segurança da Casa Branca ameaça revelar "novo escândalo sexual de Bill Clinton"

O ex-integrante do serviço secreto dos Estados Unidos - segurança especial para a Presidência do país - Dan Bongino afirmou que poderá "revelar detalhes sobre escândalos sexuais envolvendo o ex-presidente Bill Clinton". Clinton é acusado por Bongino de envolvimento com Jeffrey Epstein, multimilionário suspeito de cometer crimes de pedofilia e tráfico de pessoas. O ex-presidente democrata teria realizado diversas viagens para a ilha particular de Epstein, na qual abusos sexuais, incluindo crimes contra menores de idade, teriam ocorrido. A notícia sobre as novas acusações de abusos sexuais cometidos por Bill Clinton foi publicada ontem pelo veículo de comunicação norte-americano InfoWars.

Conforme a reportagem, "o agente do serviço secreto dos Estados Unidos está ameaçando divulgar novos detalhes sobre Bill Clinton no avião 'Expresso Lolita' [avião privativo de Epstein, nomeado em homanagem ao livro de Vladimir Nabokov 'Lolita', que narra a vida de um pedófilo]. Esse avião ficou conhecido por ter sido usado para levar crianças para a ilha particular de Jeffrey Epstein, para a qual Bill Clinton também viajou. Kevin Spacey e Harvey Weinstein também estiveram nesse avião [as duas personalidades da mídia também são acusadas de crimes sexuais, incluindo violações contra menores de idade]".

Alex Jones, âncora da rede InfoWars, acrescenta que "é isso que esses homens são, e eles estiveram lá [na ilha particular de Epstein]. Dan Bongino disse que Bill Clinton 'é uma fraude'. Em situações de conflito com o ex-presidente, ele ameaçou divulgar mais sobre o tema. Nós já temos grandes grupos de pedófilos desabando em diversas áreas, incluindo no entretenimento e em Hollywood - estamos percebendo que esses grupos de criminosos se apoderam de organizações através da incriminação de outras pessoas. Dan Bongino, ex-integrante do serviço secreto, disse que abandonou seu emprego ao ser confrontado com situações, segundo ele, 'tão malignas que você não poderia imaginar'. Agora Bongino já teve sua privacidade violada, foi ameaçado e teve sua própria família sendo vitimada por ameaças".

Veja na íntegra - reportagem da rede InfoWars sobre declarações de Dan Bongino, ex-integrante da equipe de segurança da Presidência dos Estados Unidos, sobre novos supostos escândalos sexuais envolvendo Bill Clinton:


Mais sobre o tema - reportagem de Paul Joseph Watson sobre as elites globalistas e as redes internacionais de pedofilia. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal "Tradutores de Direita", do Youtube:



sábado, 18 de novembro de 2017

Nigel Farage - "ONG de George Soros se gaba de ter tido 42 reuniões com a liderança da União Europeia"

Em trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube, o político conservador britânico Nigel Farage discutiu a influência das ONGs de George Soros sobre a liderança europeia - Farage argumenta que decisões importantes que influenciam as vidas dos europeus e mesmo dos americanos são fomentadas pelos grupos associados ao bilionário húngaro, e que "quando a mídia começa a discutir possíveis 'conspirações de interesses estrangeiros', com a Rússia, talvez seja importante observar o que Soros está fazendo". O vídeo legendado foi publicado no último dia 15.

Conforme Farage, "nós discutimos a influência de interesses estrangeiros, em um momento em que a preocupação com os recursos de organizações internacionais está chegando ao nível de uma efetiva histeria. No ano passado, a comissão eleitoral do Reino Unido lançou uma investigação para descobrir se a campanha para saída da União Europeia (BREXIT) usou dinheiro de fundos internacionais ou, especificamente, dinheiro proveniente da Rússia. Essas perguntas foram feitas por Ben Bradshaw, que está ligado à organização conhecida como Open Society [ONG do bilionário George Soros dedicada à expansão das ideologias de esquerda nos países ocidentais]".

O líder conservador acrescenta: "eu me pergunto: quando estamos falando de dinheiro oriundo de fundos internacionais, quando estamos falando de subversão política, ou sobre associação a interesses internacionais, não estaríamos olhando para as pessoas erradas? E eu digo isso porque George Soros, recentemente, doou 18 bilhões de dólares à Open Society - uma organização que advoga a 'livre circulação das pessoas' e que defende organizações internacionais, como a União Europeia. A influência dele, aqui [no Reino Unido] e em Bruxelas [a capital da União Europeia] é verdadeiramente extraordinária. A Open Society se gaba de ter realizado 42 reuniões, no ano passado, com a Comissão Europeia".

Líderes conservadores como Donald Trump acusam George Soros de tentar acabar com as soberanias das nações, de modo a favorecer organizações multinacionais ou "blocos econômicos" burocratizados e centralizados, como a União Europeia. Outros comentaristas de direita, como Paul Joseph Watson, acusam Soros de patrocinar ações de grupos de extrema-esquerda, nos Estados Unidos e na Europa.

Veja na íntegra - Nigel Farage comenta influência das organizações de George Soros sobre lideranças da União Europeia. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



domingo, 12 de novembro de 2017

Líder do Fatah afirma que movimentos terroristas devem continuar lutando "até que a Palestina esteja limpa dos judeus"

Mahmoud Al-Habbash, um dos principais líderes da organização antissemita Fatah e conselheiro de Mahmoud Abbas, afirmou que os militantes das organizações terroristas e e anti-israel ativas no território palestino devem "continuar a luta até que a terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus". A organização de Al-Habbash e Abbas é acusada de ser uma das principais apologistas de ações terroristas contra cidadãos israelenses. A reportagem sobre as declarações antissemitas de Mahmoud Al-Habbash foi disponibilizada hoje no portal de notícias Breitbart Jerusalem.

O artigo informa que, de acordo com Al-Habbash, "os mártires palestinos não irão parar de lutar por seu país até que ele esteja completamente livre dos judeus". A reportagem acrescenta que "na mesma ocasião [conferência organizada no dia 29 de outubro, na cidade de Hyderabad, Índia, para promoção da solidariedade entre indianos e palestinos], outros diplomatas árabes, incluindo o embaixador da Síria na Índia, acusaram 'os judeus' de 'genocídio contra os palestinos', e chegaram a sugerir que o genocídio promovido por Hitler contra os judeus seria justificado". Representantes do Fatah, em mais de uma ocasião, no passado, celebraram o holocausto, e repetidas vezes se referem a militantes de grupos terroristas antissemitas como "mártires da causa Palestina".

O portal Breitbart explica que "o objetivo da conferência, na qual as declarações antissemitas foram realizadas, foi expressar a solidariedade entre indianos e palestinos. Além de contar com representantes dos movimentos palestinos, o evento foi visitado por delegados e embaixadores do Iraque, da Síria, da Arábia Saudita, da Jordânia, do Egito, do Iêmen e de outros países".

Ainda de acordo com a reportagem, "Mahmoud Al-Habbash, Chefe para Aplicação da Justiça Conforme a Shariah [lei islâmica] e conselheiro de assuntos religiosos para o líder palestino Mahmoud Abbas, fez um discurso onde pediu que 'cada palestino continue na luta até a liberdade completa da Palestina'". Al-Habbash teria destacado: "aqueles que começaram um movimento para a liberdade da Palestina fizeram um juramento, no momento em que deixaram este mundo, garantindo que cada geração sucessora irá continuar a luta até que esta terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus. Yasser Arafat, Amin al-Husseini [líder palestino que foi admirador e amigo de Adolf Hitler, considerado pelo Fatah como o patrono do movimento palestino] e outros mártires como eles lutaram até seus últimos suspiros pela liberdade da Palestina".



Em vídeo - Mahmoud Al-Habbash, líder religioso antissemita do Fatah, afirma que "Maomé [o profeta do Islam] e Yasser Arafat morreram porque foram envenenados pelos judeus":



sábado, 11 de novembro de 2017

Ex-investidor do Facebook acusa rede de empregar algoritmo para causar danos psicológicos em seus usuários

Sean Parker, ex-investidor do Facebook e um de seus principais idealizadores, veio a público para denunciar métodos destrutivos aplicados pela rede social contra seus usuários. Parker afirma que a empresa explora "a fraqueza humana", empregando padrões que podem induzir pessoas a comportamentos depressivos e ao desenvolvimento de sintomas psicológicos mais graves. Reportagem sobre as declarações de Sean Parker foi disponibilizada ontem, dia 10, no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars, no Youtube.

De acordo com o âncora da InfoWars, Alex Jones, "aqui nós temos Sean Parker, nos dizendo o que já sabemos. Usuários do Facebook que seguem ideologias de esquerda (que pensam que 'estão vencendo' as guerras culturais) e que pensam que conseguem alcançar seus amigos através da rede social estão sendo explorados. Conforme Parker, a rede social os está usando, tornando-os mais deprimidos. Posteriormente, o Facebook lança propagandas sobre serviços psiquiátricos e drogas como o Prozac, induzindo os usuários a ainda mais danos psicológicos".

Ainda conforme a reportagem, "Sean Parker, que também foi o criador de grandes projetos como o Napster, acrescenta que 'só Deus sabe o que o Facebook está fazendo com as crianças que fazem uso dessa rede social' [através de algoritmos de indução a comportamentos depressivos]. Na verdade, nós sabemos muito bem ao que Sean Parker está se referindo. As crianças são induzidas a menores capacidades de atenção, a ter um QI [quociente de inteligência, medida da capacidade de raciocínio] menor, estabelecendo o que podemos chamar de 'doença da tela'. É impressionante - agora, as crianças só estão sendo capazes de se comunicar com outras pessoas através das redes sociais. Para alcançarem seus amigos, as crianças precisam dessas redes [que usam algoritmos de indução a comportamentos destrutivos], que também são capazes de registrar cada um de seus movimentos online".

Recentemente, o Facebook e outras redes sociais sofreram diversas críticas severas quanto ao emprego de padrões, em seus algoritmos, para redução dos crículos possíveis de informação que chegam aos usuários, e de repetição de padrões negativos para a exibição de conteúdos, para indução a comportamentos introspectivos ou depressivos. A principal rede social também é acusada de vender informações particulares de seus usuários, incluindo seus históricos, como "mercadoria" de data-mining (prospecção de dados de consumidores) para empresas privadas e agências governamentais.

Veja na íntegra - reportagem do portal InfoWars sobre as declarações de Sean Parker a respeito da indução de comportamentos destrutivos pelo Facebook:



Joice Hasselmann - "Sarney coloca Operação Lava Jato em perigo"

Personalidades investigadas pela Operação Lava Jato e até mesmo José Sarney, senador aposentado e ex-presidente da república, estariam contribuindo para a indicação de novos chefes da Polícia Federal que podem acabar com a eficácia da campanha anti-corrupção - a jornalista Joice Hasselmann afirma, em vídeo disponibilizado no último dia nove, em seu canal oficial no Youtube, que "existe um lobby do PMDB para colocar figuras menos rigorosas no comando da Polícia Federal. A nova figura nomeada para comandar a PF foi escolhida com as bênçãos de padrinhos que assustam a população. Vem com as bênçãos de investigados na Lava Jato e de José Sarney".

Joice Hasselmann acrescenta: "a personalidade escolhida para substituir Leandro Daiello já chefiou a Polícia Federal no Maranhão e tem proximidade com a família Sarney. O próprio José Sarney foi pedir a Michel Temer, foi pedir pessoalmente ao chefe de Estado a indicação. Ninguém vai dizer: 'já que é o indicado do José Sarney, é corrupto'. Mas é claro, como disse Romero Jucá em áudio [divulgado pela Folha de S. Paulo], que a classe política tentará acordos com o intuito de barrar o prosseguimento da Operação Lava Jato. É claro que tanto os indivíduos ligados ao PMDB e ao PT, envolvidos na Lava Jato, quer colocar um freio na grande operação anti-corrupção, que fez uma verdadeira limpeza no Brasil".

A jornalista também denunciou esforços similares empreendidos por políticos como Renan Calheiros, que buscou, através da distorção do projeto das "medidas contra a corrupção", acabar com as possibilidades de investigação de desvios cometidos por integrantes dos poderes Legislativo e Executivo. Lideranças do PMDB como Romero Jucá e o próprio presidente, Michel Temer, também são acusados, por críticos da atual administração, de tentar expedientes para contenção das investigações, ou de elaborar acordos políticos e cogitar nomeação de aliados aos cargos mais importantes da Polícia Federal. O projeto defendido por Calheiros, no final do ano passado, poderia até mesmo levar à condenação de integrantes das forças policiais que investigassem políticos corruptos.

Hasselmann argumenta que "nenhum político irá, simplesmente, se entregar. Ha uma tentativa de colocar alguém 'mais amigável' ao grupo de lideranças do PMDB. A Polícia Federal já emitiu uma nota, 'desejando sorte' ao sucessor de Daiello, mas a corporação policial 'lembra que o governo ignorou uma lista' elaborada pela PF de possíveis sucessores, que seriam tão rigorosos quanto a última gestão".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute tentativas de acabar com a Lava Jato através de nomeações de indivíduos favoráveis a políticos corruptos para cargos de comando da Polícia Federal:



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Defesa de Lula já não tem argumentos"

Em segmento publicado ontem, dia 9, no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu a estratégia de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diante das acusações levantadas pela operação Lava Jato. Para o comentarista, "quanto mais Lula tenta acusar a justiça de parcialidade, mais fica destacada a falta de argumentos jurídicos da defesa. O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso de Lula contra Sérgio Moro".

A defesa do ex-presidente argumenta que o apartamento de luxo, no guarujá, identificado pela justiça como propina paga ao petista por grandes construtoras, não pertence a Lula. Os advogados do antigo chefe de Estado afirmam que Lula não recebeu qualquer imóvel das principais construturas que realizaram obras para o governo, durante a administração da principal figura do Partido dos Trabalhadores, e que as propriedades seriam, na realidade, de conhecidos do ex-presidente. A defesa também acusa o juiz Sérgio Moro de promover "perseguição política" contra Luiz Inácio Lula da Silva. A justiça, por sua vez, entendeu que o petista, de fato, foi beneficiado indevidamente pelas empreiteiras mais próximas ao governo.

Felipe Moura Brasil afirma: "Moro entende que as tentativas de Lula para afastá-lo do caso são 'mero diversionismo, e, embora sejam compreensíveis como estratégia de defesa, não deixam de ser lamentáveis, já que não encontram qualquer base fática, e também não têm base em argumentos minimamente consistentes, como visto pelo Egrégio Tribunal Regional Federal da Quarta Região'. A decisão desse mesmo TRF, de aumentar a pena do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto de dez anos para 24 anos de reclusão, tornou ainda mais compreensível os gestos de desespero da defesa de Lula".

O jornalista acrescenta: "até o desembargador Leandro Paulsen, que havia absolvido Vaccari em duas apelações criminais, esclareceu que: 'neste processo, pela primeira vez, há declarações de delatores, depoimentos de testemunhas, depoimentos de outros réus, que, na época, não haviam celebrado qualquer acordo e, especialmente, provas de corroboração apontando acima de qualquer dúvida razoável no sentido de que Vaccari é autor de crimes de corrupção, especificamente descritos na inicial acusatória'. No caso do triplex do Guarujá, há muito mais do que declarações de delatores, depoimentos de réus e de testemunhas. Há também recibos, notas frias, contratos, planilhas de empreiteiras, emails dos corruptores, mensagens de SMS e até fotos do condenado, Lula, no apartamento". Lula foi fotografado realizando visita no imóvel que, de acordo com a acusação, foi entregue ao líder petista como forma de propina para favorecimento de algumas das principais empresas da construção civil em obras do governo.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute estratégia da defesa de Lula:



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Rebel Media - "Hillary foi quem se aliou à Rússia, em esquema de venda de urânio a estatal do governo Putin"

Em vídeo publicado no último dia 4, David Menzies, repórter do canal Rebel Media, comentou o escândalo da venda de 20% do urânio americano a uma estatal russa, em articulação que favoreceu a Clinton Foundation (ONG chefiada por Hillary e Bill Clinton) - de acordo com Menzies, "esse episódio faz o escândalo Watergate parecer mínimo". O repórter também afirmou que "a verdadeira favorecida pela campanha de desinformação da Rússia foi Hillary, como os novos dados indicam". O trecho a respeito da venda de urânio ao governo Putin foi disponibilizado no canal oficial da rede Rebel Media, no Youtube.

David Menzies declara: "na última semana, uma bomba caiu na grande imprensa sobre o tema da 'aliança com a Rússia'. A narrativa, no fim das contas, acabou mais incriminadora para a própria Hillary Clinton. Ela foi a verdadeira arquiteta do sistema de cooperação com o governo hostil. É um escândalo que faz Watergate parecer uma piada. Também fomos informados de que a campanha de Hillary Clinton foi responsável por financiar o célebre 'dossiê contra Trump', que foi elaborado em cooperação com a cúpula do Partido Democrata".

Menzies argumenta que "quando o assunto é colaboração com um poder estrangeiro, Hillary sempre é colocada como uma coadjuvante. Ficou claro, neste escândalo, que ela e seu marido receberam, através da Clinton Foundation, 145 milhões de dólares em doações, originárias da empresa Uranium One [empresa que é propriedade da estatal russa Rosatom]. Essa estatal russa, graças à colaboração de Hillary, conseguiu se apropriar de 20% das reservas de urânio dos Estados Unidos. Essa operação não parece ser, exatamente, uma boa ideia, quando o assunto é o interesse nacional e a segurança dos EUA. Com a família Clinton, parece que tudo não passou de 'business', como de costume".

O repórter da Rebel Media acrescenta que o esforço da mainstream media, agora, é realizado para tentar minimizar a impressão do público sobre os atos cometidos por Hillary Clinton, enquanto ocupante de cargos decisórios que possibilitaram o favorecimento do governo russo. Menzies denuncia os ataques à equipe da campanha presidencial de Donald Trump como parte de uma estratégia diversionista, para retomar a narrativa de favorecimento do atual presidente através dos ataques à imagem da ex-candidata do Partido Democrata.

Veja na íntegra - David Menzies, do canal Rebel Media, discute escândalo de favorecimento de estatal russa em troca de ajuda milionária à ONG de Hillary Clinton:



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Milo Yiannopoulos - "Corey Feldman poderá, em breve, denunciar rede de pedofilia em Hollywood"

De acordo com o jornalista Milo Yiannopoulos, colaborador do portal Breitbart e autor do livro "Dangerous", o ator Corey Feldman poderá, em breve, denunciar rede de pedófilos que inclui alguns dos mais influentes empresários da indústria cinematográfica dos Estados Unidos. Para Milo, "parece claro que Feldman está sendo ameaçado por ter a intenção de denunciar essa rede de criminosos". Milo discutiu a polêmica protagonizada por Feldman em entrevista, publicada no último dia 26, com o jornalista Mike Cernovich, que também está realizando cobertura dos escândalos de pedofilia da mainstream media nos Estados Unidos.

Yiannopoulos afirma: "Feldman já deixou claro que ele poderá entregar o nome de um grande magnata de Hollywood, que seria um pedófilo. Nós podemos perceber que há diversos sinais, na imprensa, de que Feldman realmente está disposto a falar sobre isso, e apontar o dedo para os integrantes desse grupo. Subitamente, Corey Feldman é preso, por 'estar em posse de maconha', de maneira surpreendente, antes de uma aparição pública - ou seja, prenderam-no por 'posse de maconha', na Califórnia [onde essa droga é legalizada]. Nós estamos vendo o colapso das bilheterias, que têm cada vez mais suas vendas reduzidas - as pessoas já não querem dar seu dinheiro a Hollywood, e isso pode ser entendido como um eco das dezenas de escândalos de abusos sexuais, incluindo os realizados por Weinstein [magnata de Hollywood e financiador do principal partido da esquerda americana, acusado de dezenas de estupros]. Esse fracasso de Hollywood não pode ser entendido como algo 'sem ligação' com esses escândalos".

Milo Yiannopoulos entende que Feldman está sendo ameaçado de morte por pensar em realizar uma denúncia de proporções significativas contra alguns dos maiores nomes da indústria midiática dos Estados Unidos - para o jornalista, existe uma colaboração mesmo entre representantes corruptos do Estado e o lobby de Hollywood, no esforço para silenciar qualquer comentário sobre os crimes cometidos nos grandes estúdios. O ex-editor do portal Breitbart também afirma que Hollywood está sofrendo consequências econômicas pela proteção a redes de estupradores e pedófilos (que ficam em destaque com a quedas nas vendas de ingressos).

No mesmo trecho, o entrevistado, Mike Cernovich, afirma que o escândalo de Weinstein foi uma forma de desviar a atenção do grande público do principal problema da mainstream media - a pedofilia. Cernovich argumenta: "eu penso que eles entregaram Harvey Weinstein para os lobos, porque eles sabiam que os escândalos de pedofilia estavam para aparecer. Está provado que a media cobriu redes de abusos sexuais por décadas - por que entregar Weinstein agora? Eu acho que o escândalo de pedofilia estava para surgir, e essa foi a distração que eles conseguiram elaborar. Eu sei disso porque um famoso ator infantil me procurou, e disse que 'iria entregar essa história'. Logo depois de me procurar, ele me contactou, dizendo que 'estava sendo seguido'. É isso que acontece: essas pessoas são seguidas, são monitoradas por esses pedófilos - é muito fácil julgar esses atores, não sendo vítima do mesmo tipo de abuso e perseguição. Eu ficaria surpreso se um grande escândalo de pedofilia de Hollywood não aparecesse nos próximos seis meses".

Veja na íntegra - Milo Yiannopoulos discute escândalo de pedofilia em Hollywood:



domingo, 5 de novembro de 2017

Esquerda radical dos EUA apoia pedofilia

Durante manifestação contrária ao autor conservador Mike Cernovich nos Estados Unidos, integrantes do grupo de esquerda radical "Antifa" carregaram cartazes pedindo "o fim dos ataques aos pedófilos". Cernovich realizaria palestra na Universidade Columbia, no estado de Nova Iorque - o autor é connhecido por suas denúncias a respeito dos escândalos de pedofilia e abusos sexuais nos círculos da grande mídia e produtoras de cinema dos EUA. Paul Joseph Watson, integrante da rede InfoWars, publicou, no último dia 31, reportagem sobre as manifestações pró-pedofilia do grupo Antifa.

Watson afirma: "se você pensa que os Antifa, conhecidos por atacarem até mesmo deficientes e cadeirantes que possuem uma opinião diferente, não poderiam destruir ainda mais sua própria imagem, pense novamente - durante um protesto contra uma palestra de Mike Cernovich na Universidade Columbia, os Antifa marcharam atrás de um cartaz que pedia 'o fim dos ataques aos pedófilos'. O cartaz colocou o logotipo dos Antifa ao lado do logotipo da Nambla - um grupo de defesa da legalização da pedifilia".

Paul Joseph Watson, Mike Cernovich e outros colaboradores e repórteres da rede InfoWars denunciam a campanha da esquerda internacional pela legalização da pedofilia. Watson argumenta, por exemplo, que a esquerda conta com o apoio de grandes personalidades até mesmo dentro da política americana, que possuem ligações com ONGs internacionais, partidos de esquerda e grandes empresários do setor midiático. Paul Joseph Watson exibe, por exemplo, os vídeos em que o ator Corey Feldman (que atuou enquanto criança) argumenta que há redes de pedófilos entre as principais organizações midiáticas dos Estados Unidos.

O repórter acrescenta: "os Antifa não apenas tentam censurar violentamente qualquer pessoa que discorde de sua ideologia - eles [e outros ligados à esquerda radical] também estão dispostos a defender fervorosamente pessoas que molestam sexualmente crianças. Não é sem motivo que os manifestantes Antifa sejam tão obcecados com a ideia de proibir câmeras e filmagens de seus atos. Os manifestantes Antifa também sugeriram que Mike Cernovich 'seria assassinado, em breve', durante os protestos. Não devemos ficar surpresos com a defesa da pedofilia pelos Antifa. Cada vez mais, grandes nomes da esquerda saem em defesa do abuso de menores. Hollywood [conforme afirma Corey Feldman] é chefiada por pedófilos. Os escândalos estão aparecendo, dia após dia. Ainda assim, a mainstream media sai constantemente em defesa de predadores sexuais, como Kevin Spacey [ator acusado de abuso sexual contra atores menores de idade]".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute protestos da extrema-esquerda americana a favor da pedofilia:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson comenta escândalos de pedofilia protagonizados por grandes nomes da política internacional. Legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Paul Joseph Watson - "mídia se recusa a descrever militante do ISIS responsável pelo ataque em Nova Iorque"

Os principais veículos de comunicação dos Estados Unidos evitam mencionar a fé ou a indumentária do homem responsável pelo último ataque terrorista em solo americano - de acordo com Paul Joseph Watson, colunista do veículo de comunicação InfoWars, "algumas das principais redes não deram qualquer descrição do homem, e também não mencionaram seu país de origem, sob o argumento que indica o risco de 'reações islamofóbicas'". O repórter destaca que o ato de violência está fundamentado na fé salafista. O comentário de Paul Joseph Watson sobre o crime foi publicado ontem, dia primeiro, em seu canal oficial no Youtube.

O colunista da rede InfoWars declara: "a CNN, por exemplo, evitou a qualquer custo noticiar as frases ditas pelo terrorista durante o ataque [estre as quais está 'Allahu Akbar', que é o grito de guerra usado em muitas ações do grupo Estado Islâmico]. Um dos repórteres da CNN evitou fazer qualquer descrição do suspeito. O veículo de comunicação BBC sugeriu que o militante 'usou gritos de guerra consistentes com um ataque terrorista'. Apesar das negações da imprensa sobre o vínculo entre a fé salafista e os atos de violência, há ao menos 109 versos no livro sagrado seguido pelos militantes que fazem apologia de 'atos de guerra contra os infiéis'. Há inclusive a sugestão de uma 'vasta recompensa' a indivíduos que realizem ataques".

A postura dos grandes veículos de comunicação é consistente com a demonstrada em reportagens sobre o grupo terrorista Estado Islâmico - a maioria dos repórteres tenta, repetidamente, negar que o grupo siga a religião que fundamenta até o próprio nome da organização. O responsável pelo ataque, Sayfullo Habibullaevic Saipov, declarou lealdade ao Estado Islâmico. É o segundo ataque do ISIS em território americano, em dois meses - em outubro, o grupo também assumiu a autoria do assassinato em massa cometido em Las Vegas por Stephen Paddock, que teria se convertido à fé extremista. 

Paul Joseph Watson critica: "parece que, após cada ato terrorista, a mídia está mais preocupada com 'reações anti-islâmicas' do que com a divulgação dos fatos. A memória de Nova Iorque está marcada pela violência do terrorismo salafista, que já matou milhares de pessoas [Watson destaca o atentado de onze de setembro de 2001 como o principal crime cometido por organizações similares ao Estado Islâmico na cidade mais populosa da América]. A esquerda não percebe que se tornou uma piada patética com esse discurso de uma possível 'reação islamofóbica'. Parece que a grande imprensa e a esquerda ficam mais ofendidas com fantasias de Halloween do que com atentados terroristas".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson comenta atentado terrorista cometido por militante do grupo Estado Islâmico na cidade mais populosa dos EUA:


Mais sobre o tema - reportagem da rede InfoWars sobre o Estado Islâmico e o ataque terrorista em Las Vegas:



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Joice Hasselmann - "Máfia dos táxis quer acabar com o Uber"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann discutiu a nova tentativa de limitação ou proibição no Uber, iniciada por parlamentares. Na opinião da autora, os políticos responsáveis pela iniciativa seriam parte de uma "máfia", e seriam proprietários de grandes quantidades de licenças para atuação de taxistas - os documentos seriam alugados ilegalmente pelos parlamentares, que estão, conforme Hasselmann, perdendo consumidores e recursos financeiros com a entrada do Uber no mercado do Brasil.

A jornalista afirma: "existe uma tentativa de aniquilar o Uber, 'estatizar' o Uber. Essa iniciativa prossegue no Senado, e com pressão da 'máfia dos táxis'. O que é a máfia dos táxis? São os taxistas? Não - os taxistas, ou muitos deles, são vítimas dessa mesma máfia, que é formada por grandes grupos ligados à política. Alguns dos integrantes dessa máfia são vereadores e deputados que tem poder de mando dentro das administrações municipais. Eles conseguem licenças atrás de licenças, e, obviamente, vendem esse recurso a preço de ouro, formando um grande negócio, altamente lucrativo e ilegal".

As licenças para atuação como taxistas sempre foram o principal fator limitador do transporte particular no Brasil, e foi efetivamente desmontado pelo Uber, que não dependeu da aprovação estatal para seu funcionamento. O preço das licenças governamentais para atuação como taxista sempre foi extremamente caro, superando, por vezes, a faixa dos R$150.000. O aplicativo Uber permitiu que milhares de brasileiros pudessem trabalhar como motoristas, em um serviço considerado de excelência, no Brasil e no mundo - até mesmo com notória vantagem qualitativa, nos serviços, em comparação com o trabalho oferecido pelos táxis, considerado péssimo, arriscado e feito a preços elevados para a capacidade de compra do consumidor nacional.

Joice Hasselmann acrescenta que o projeto para limitação do Uber "tramita rapidamente no Senado - foi aprovado na semana passada. O projeto de lei, na prática, acaba com o Uber. É como uma 'estatização' do Uber. Quer transformar o Uber em uma espécie de táxi, e isso vai inviabilizar o serviço que é prestado no Brasil, e vai tornar impossível o ganha-pão de milhares de brasileiros, em época de crise".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute projeto que poderá acabar com o Uber no Brasil:



domingo, 29 de outubro de 2017

Terça Livre - "Petição à Casa Branca pede que George Soros seja classificado como terrorista"

Uma petição enviada à Casa Branca pede a classificação do bilionário George Soros como terrorista - o investidor e articulador internacional de uma rede de ONGs é acusado de sustentar esquemas de subversão, derrubadas de governos, revoluções e atos violentos cometidos por militantes de esquerda. Soros já foi chamado, pela rede InfoWars, de "o principal financiador do terrorismo e sabotagem no território dos Estados Unidos". O canal Terça Livre publicou, no último dia 27, reportagem sobre a petição contra Soros.

O canal Terça Livre informa: "a petição, realizada em plataforma oficial da Casa Branca, pede que o governo dos Estados Unidos liste o bilionário George Soros como terrorista. A petição também pede o confisco dos bens do investidor e das organizações pertencentes a ele. George Soros tem sido um dos principais financiadores de revoluções em todo o mundo, e já atuou para a desvalorização e queda nos valores das moedas de alguns países". A atuação de George Soros contra a moeda britânica levou à forte desvalorização da unidade, no início da década de 90. O episódio deu a Soros o apelido de "o homem que quebrou o Banco da Inglaterra".

O veículo acrescenta: "nos Estados Unidos, Soros ajudou a organizar a oposição ao presidente Donald Trump. A petição foi iniciada no dia 20 de agosto, e até o dia 7 de setembro já tinha mais de 140 mil assinaturas". Soros é acusado por seus críticos nos EUA de aptrocinar a ação de grupos de extrema-esquerda, que agem com violência contra todos que entendam como simpatizantes da nova Presidência. As ações de alguns desses grupos de esquerda incluiram a depredação de lojas, monumentos históricos e mesmo agressões físicas diretas contra eleitores do Partido Republicano.

Ainda de acordo com a reportagem, "o abaixo-assinado alega que George Soros, intencionalmente e de forma contínua tentou desestabilizar e de diversas formas cometer atos de agitação contra os Estados Unidos e seus cidadãos. A petição afirma também que ele aplicou modelos de táticas terroristas propostas pelo radical marxista Saul Alinsky. Os programas financiados por Soros, segundo o texto do abaixo-assinado, trabalharam para facilitar o colapso dos sistemas e do governo constitucional dos Estados Unidos, exercendo influência insana e indevida sobre todo o Partido Democrata e grande parte do governo do país".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre petição à Casa Branca que pede a listagem de George Soros como terrorista:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson qualifica George Soros como "o principal financiador do terrorismo nos Estados Unidos". Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência:



quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Olavo de Carvalho - "jornalistas da grande mídia já não sabem escrever"

Em seu canal oficial no Youtube, a autora Joice Hasselmann entrevistou o filósofo Olavo de Carvalho sobre a atual campanha de difamação movida pela grande imprensa contra as maiores personalidades do movimento conservador brasileiro e contra Jair Bolsonaro, um dos possíveis candidatos à Presidência na eleição de 2018. Olavo atribuiu a campanha à "ocupação de espaços" realizada pela esquerda nos principais veículos de comunicação, ao longo de cinco décadas, e à decadência do sistema educacional, que hoje é incapaz de formar periodistas autênticos. O filósofo e jornalista afirma que "já não se trata de um efeito da doutrinação de esquerda, mas de uma educação precária e de um esforço para realizar demonstrações de ódio irracional a tudo o que se entenda como direitismo".

Olavo de Carvalho atribuiu parte do problema ao método sócio-construtivista, aplicado nas instituições de ensino do país, e na popularização do relativismo radical nos cursos de ensino superior em Comunicação Social: "Já na época do regime militar, através da 'ocupação de espaços' gramsciana, a maioria das redações eram ocupadas exclusivamente por simpatizantes da esquerda ou por militantes do Partido Comunista. Posteriormente, a geração de filiados ao Partido foi substituída por indivíduos influenciados pelos anteriores, e educados no método sócio-construtivista. Ou seja, são todos analfabetos funcionais [indivíduos incapazes de compreender o significado de um texto], sem exceção. A política das redações não é mais estritamente ideológica: é um ódio irracional, expresso de uma maneira grotesca, selvagem, bárbara - todavia, eles ainda pensam que são a elite letrada".

O filósofo é um crítico severo do autor Paulo Freire, considerado pelo MEC o "Patrono da Educação Brasileira". Olavo já denunciou, em algumas de suas obras, como na coleção Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil, os efeitos negativos das técnicas pedagógicas de Freire e do sócio-construtivismo em geral. O autor destaca que até mesmo alguns dos próprios colaboradores de Freire já apontaram a ineficiência dos conceitos do "Patrono", e que o sócio-construtivismo cria muito mais dificuldades do que soluções para os alunos. A teoria já teria sido abandonada, por exemplo, na França, o primeiro país que tentou aplicá-la.

Olavo de Carvalho afirma que, em algumas das últimas matérias da campanha difamatória, houve provas do "analfabetismo funcional dos jornalistas brasileiros. A autora de uma das matérias não sabe escrever. Ela comete erros grotescos - não sabe sequer concordância verbal [o artigo foi publicado com ao menos um erro na conjugação do verbo 'ser']. E não é só ela [semi-analfabeta]. Ela, o editor dela [responsável pelas correções dos textos], o chefe dela, eles são todos analfabetos, do primeiro ao último".

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho critica qualidade do jornalismo na grande mídia e fracasso do sistema educacional brasileiro:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute eficácia do método sócio-construtivista:



terça-feira, 24 de outubro de 2017

Alex Jones - "CNN está acobertando escândalo da venda de urânio pela administração democrata à Rússia"

Em vídeo disponibilizado ontem, 23, em canal oficial da rede InfoWars, no Youtube, o âncora Alex Jones classificou como "acobertamento" a atual programação da rede de televisão CNN, que, de acordo com o jornalista, está se negando sistematicamente a veicular qualquer matéria a respeito do escândalo de venda de urânio, pela administração Obama, ao governo da Rússia, em acordo que teria sido intermediado pea líder política do Partido Democrata, Hillary Clinton. Jones argumenta que "a CNN está tentando seputar o escândalo da venda de urânio".

O principal âncora da rede InfoWars declara: "a CNN sugere coisas como: 'a população comum não está autorizada a ler materiais do WikiLeaks', e 'nós estamos autorizados a isso, e nós iremos determinar o que o grande público está autorizado a saber'. Eles tratam a população comum como tratariam crianças. Agora, a liderança falida da CNN tenta se desfazer do problema com uma campanha de 'facts first' ['fatos em primeiro lugar', sugerindo que não houve ligação entre Clinton e a Rússia] enquanto tenta sepultar o escândalo da venda de urânio".

O movimento conservador norte-americano acusa o último governo democrata de ter vendido, em negociação sigilosa, grandes quantidades do urânio dos Estados Unidos ao governo russo, em acordo firmado com a intermediação de Hillary Clinton, que ocupou o cargo de secretária de Estado de Barack Obama. Os críticos também argumentam que as acusações contra Donald Trump, que sugerem aproximação do novo presidente com a Rússia, seriam estratégia para diminuir as reais proporções do problema criado pelo governo Obama, que entregou grandes quantidades de insumos necessários para a produção de armas nucleares à maior potência hostil aos interesses nacionais americanos. A CNN e o Partido Democrata negam que essas negociações tenham ocorrido, assim como afirmam que Hillary não teria intermediado qualquer venda de urânio à Rússia.

Alex Jones denuncia a medida como fruto de uma "organização predatória, que gera comédia não-intencional e hilária - eles são os únicos que ainda se levam a sério". Ele acrescenta: "eles entregaram as perguntas dos debates a Hillary, e foram pegos mentindo sobre isso. Eles seguem uma ideologia anti-americana, globalista, que trabalham para interesses internacionais que sequestraram o país".

Veja na íntegra - Alex Jones comenta campanha da CNN para "sepultar notícias" sobre venda de urânio realizada pela última administração democrata ao governo russo:



domingo, 22 de outubro de 2017

Donald Trump afirma que governo americano "cessará ataques aos valores judaico-cristãos"

Em discurso realizado na Values Voter Summit, conferência política conservadora-liberal sediada na capital da maior potência econômica das Américas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo dos EUA irá "cessar todos os ataques aos valores judaico-cristãos". O comentário foi realizado após anos de supressão das manifestações das religiões tradicionais que fundaram os Estados Unidos - o cristianismo e o judaísmo - por parte do governo, que induziu os cidadãos a evitarem o termo "Natal", que poderia "ofender" integrantes de outras religiões pela referência a Cristo, ou a exposição de símbolos tradicionais judaicos, como o Menorah, que é considerado ofensivo por segmentos radicais da esquerda e de movimentos maometanos. O discurso de Donald Trump sobre os valores judaico-cristãos foi disponibilizado com legendas em português no último dia 14, pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube.

Donald Trump afirmou: "na América, nós não idolatramos o Estado - nós adoramos a Deus. Os founding fathers [líderes fundadores] dos Estados Unidos da América invocaram o nosso Criador quatro vezes na Declaração da Independência - quatro vezes. 'Os tempos mudaram' [conforme o discurso da esquerda], mas vocês querem saber? Os tempos estão mudando novamente. Apenas lembrem-se disso. Nós estamos parando, imediatamente, os ataques [do Estado] contra os valores judaico-cristãos". 

Ao longo dos últimos anos, o governo dos Estados Unidos, sob a administração democrata, empreendeu campanhas de extinção das referências aos feriados tradicionais cristãos e judaicos na vida pública, como no caso da substituição da palavra "Natal" por feriado, uma vez que "Natal" faz referência a Jesus Cristo e à cristandade. A administração democrata também foi acusada de aproximação com regimes extremistas anti-cristãos e anti-judaicos, como os que emergiram da chamada "primavera árabe", estimulada pelo governo Obama, e que levou à criação do movimento terrorista Estado Islâmico. O governo dos EUA, também ao longo da última administração, se afastou do governo de Israel - o principal aliado dos Estados Unidos e a única democracia de modelo oriental em todo o Oriente Médio. A última Presidência também é acusada pelas lideranças conservadores de colaboração com a agenda da "ideologia de gênero" e com as campanhas de dissolução das soberanias nacionais promovidas pelos organismos internacionais que adotam a ideolgia globalista.

Trump concluiu o discurso onde garantiu o fim dos ataques aos valores judaico-cristãos com a menção ao natal: "vocês sabem, estamos nos aproximando daquela maravilhosa época de natal - aquela sobre a qual as pessoas não falam mais. Eles não usam a palavra 'natal', porque não é 'politicamente correta'. Você vai às lojas e eles dizem 'feliz ano novo', ou outras coisas. Tudo fica decorado em vermelho, mas eles não dizem o nome dessa época. Bem, adivinhem? Nós diremos 'Feliz Natal!' novamente".

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que ataques do Estado contra valores judaico-cristãos irão acabar. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute a perseguição anti-cristã no Ocidente:



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Moro não vai concorrer a Presidência, por sua vocação"

Em matéria publicada no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu as declarações do juiz Sérgio Moro sobre sua opção por não concorrer à Presidência, e a postura do jurista para continuar "fazendo o que é correto, por sua vocação", como representante do Poder Judiciário. Na opinião do colunista, a opção de Moro reflete a atitude vocacional correta, que é negligenciada na atitude da maior parte dos brasileiros - agir corretamente, ainda que em prejuízo dos próprios objetivos financeiros ou a autopromoção, comum entre as pessoas públicas.

Felipe Moura Brasil afirma: "Moro não será candidato a presidente em 2018, e deixou clara esta posição, acrescentando que 'as pesquisas que tentam sugerir isso estão perdendo tempo'. Para Moro, existem outras maneiras de servir ao país, de influenciar positivamente as pessoas e a sociedade, e a opção dele foi pela atuação como juiz. 'Não tenho essa vocação', disse Moro em entrevista recente, referindo-se à política. É uma questão simplesmente de vocação - não haveria impecílios legais para tanto".

Moura Brasil indica que a decisão de Moro reflete princípios de conduta moral discutidos pelo filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, que argumenta que as ações humanas mais elevadas são fundamentadas no propósito de agir corretamente, ainda que em prejuízo econômico ou simbólico para o próprio agente. Olavo afirma que o exercício de atividades com base no princípio da vocação e no entendimento de que a ação é parte da contribuição que uma determinada pessoa pode dar à humanidade ou a seu país é parte das preocupações das mais nobres camadas da personalidade humana, e significam, também, o papel, por vezes positivo, que o indivíduo pode desempenhar na História. A escolha de Moro talvez não seja a mais sedutora economicamente ou a que lhe proporcione mais status, mas é a decisão correta, que reflete sua real potencialidade individual e a missão que tem a desempenhar na História do país, como jurista que enfrentou, sob ameaças constantes de militância organizada, um dos maiores escândalos de corrupção já vistos no Ocidente.

O jornalista da Rádio Jovem Pan explica: "no livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota [de autoria do filósofo Olavo de Carvalho, que reúne textos sobre alguns dos temas discutidos pelo famoso escritor], idealizado e organizado por mim, eu incluí um capítulo sobre a palavra citada três vezes por Moro: vocação. É ela que, segundo o autor, Olavo de Carvalho, está omitida na pergunta feita com frequência, no Brasil, a pessoas que fazem algo interessante: 'você faz isso por dinheiro, ou por prazer?' O que se omite, segundo Olavo, é a possibilidade de que alguém se dedique de todo o coração a alguma coisa sem ser por necessidade econômica nem por prazer".

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute opção de Moro por não concorrer à Presidência:



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Terça Livre - "Hillary sempre foi agente de influência da Rússia"

Em vídeo disponibilizado ontem no canal Terça Livre, no Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu as informações publicadas na imprensa americana sobre a colaboração entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo - de acordo com o veículo brasileiro, "Hillary é agente de influência da Rússia, e colaborou até mesmo para a venda de urânio [insumo para produção de armamento nuclear] ao país de Putin". O canal Terça Livre também abordou a cooperação entre a Fundação Clinton e o governo do maior país eurasiático.

Italo Lorenzon afirma que, conforme o noticiário norte-americano (incluindo artigos disponibilizados nos portais World Net Daily e Breitbart), "a Rússia fez várias doações à Clinton Foundationem troca da compra de 20% do urânio americano. O recurso é utilizado para, entre outras finalidades, a fabricação de armas nucleares. Em 2010, Obama fez um acordo que fez bastante controverso - ele cedeu 20% do urânio americano para companhias da Rússia. Naquela época, já houve grandes suspeitas de fraude durante o processo americano equivalente às licitações". Lorenzon acrescenta que, para analistas políticos como Jeffrey Nyquist, especialista em História da Rússia e na História da atuação internacional do movimento comunista, o Estado eurasiático tem fortes ligações com a família Clinton, através da fundação do ex-presidente americano. A organização, sediada nos EUA, já teria recebido mais de 150 milhões de dólares do governo russo.

O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho denunciou, em mais de uma ocasião, a ligação entre a família Clinton e os interesses dos governos da Rússia e da China. O autor também afirma que a última administração, do Partido Democrata, também foi responsável por campanhas de desmoralização dentro das forças armadas dos Estados Unidos - a medida seria contrária aos interesses nacionais americanos, mas favorável às diretrizes históricas estratégicas dos governos alinhados ao eixo Moscou-Pequim, que teria o objetivo de longo prazo de estabelecer uma nova hegemonia militar mundial, centrada nos países-integrantes da Organização para Cooperação de Xangai - grupo fundado em 1996, com a pretenção de tomar o lugar geopolítico e bélico do Pacto de Varsóvia.

Italo Lorenzon afirma que a campanha de difamação movida pela esquerda contra Trump, que sugere a aproximação entre o atual presidente dos EUA e a Rússia, é "mais uma ocasião em que os militantes acusam o líder do que eles mesmos fazem".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a cooperação entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo:



domingo, 15 de outubro de 2017

Alex Jones - "esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando"

Alex Jones, repórter e editor-chefe do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, afirmou em vídeo disponibilizado no último dia 13, que "o esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando". Jones e Mike Cernovich, um dos colaboradores da plataforma, que a elite da mídia dos Estados Unidos também está envolvida em esquemas de promoção da pedofilia e de abusos sexuais de crianças que entram no mundo da atuação cinematográfica.

A crítica realizada por Jones foi motivada pela divulgação de uma série de abusos sexuais que teriam sido cometidos por Harvey Weinstein - o repórter da rede InfoWars informa que Weinstein era integrante do Partido Democrata (maior agremiação de esquerda dos Estados Unidos, que integra militantes das causas sex-lib, bem como socialistas e anarquistas) e que usou de seu posto de poder para explorar sexualmente grande quantidade de atrizes. Entre as vítimas, estariam personalidades conhecidas internacionamente, como Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Alex Jones informa que grandes nomes de Hollywood, como Ben Affleck, estariam participando dos esforços para esconder os crimes atribuídos a Weinstein. Uma das atrizes que acusou Weinstein, a ítalo-americana Rose McGowan, afirma estar sofrendo perseguição, por parte de colegas, e chegou a ter uma de suas contas oficiais suspensa, na rede social Twitter, após denunciar os crimes sexuais do esquema de Hollywood.

De acordo com o repórter Mike Cernovich, a ênfase dada a escândalo com atrizes adultas seria "uma manobra para desviar atenção do público do principal problema de Hollywood: a pedofilia. Isso é uma manobra para distração. Nós já conversamos sobre isso no InfoWars - esses escândalos de abusos sexuais são apenas uma das coisas a descobrir sobre os crimes cometidos pela elite de Hollywood. Agora Weinstein também está sendo investigado, após acusações de estupros cometidos no Reino Unido. A grande pergunta é: por que isso só está aparecendo agora? Isso só está surgindo agora porque o escândalo mais absurdo, o dos crimes de pedofilia, está para vir a público. O cálculo que eles fizeram foi: 'como estão começando a falar sobre a pedofilia, vamos entregar Weinstein'. Não é impressionante que toda a mídia tenha saído, de uma só vez, contra um único dos magnatas? Isso não é só sobre esses estupros - isso é sobre uma rede de pedófilos de Hollywood, sendo expostos".

Cernovich, assim como o repórter Paul Joseph Watson, comentam as revelações feitas pelo ator Elijah Wood e outros que atuaram enquanto crianças sobre a rede de pedófilos que atua na elite midiática dos Estados Unidos. Watson também discutiu, em uma de suas reportagens de maior repercussão pelo InfoWars, a ligação entre grandes nomes da política americana, da casta midiática dos EUA e esquemas internacionais de pedofilia.

Veja na íntegra - Alex Jones comenta revelação de esquema para abusos sexuais contra atrizes em Hollywood, no qual um dos principais criminosos seria um dos maiores financiadores do Partido Democrata ligados à mídia:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson discute ligação entre a elite política, financeira e midiática internacional e redes de pedofilia, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:




sábado, 14 de outubro de 2017

Canal Terça Livre - saída dos EUA da UNESCO também foi motivada por campanhas de engenharia social da organização

Em vídeo disponilizado no último dia 12 no canal Terça Livre, do Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu a saída dos Estados Unidos e de Israel da UNESCO - o afastamento voluntário dos dois países seria justificado porque a organização adotaria uma postura antissemita e, conforme o autor Pascal Bernardin, pelo envolvimento do organismo internacional em campanhas de doutrinação ideológica e engenharia social pró-globalista, que deveria ser implementada em instituições educacionais nos países integrantes. O presidente Donald Trump já havia anunciado, em sua campanha, o distanciamento dos Estados Unidos da ideologia globalista.

De acordo com Lorenzon, com as decisões dos líderes israelenses e americanos, "os Estados Unidos e Israel saíram da UNESCO, e não irão mais contribuir financeiramente para esta organização. Uma das acusções sugere que a UNESCO adota uma postura anti-Israel, antissionista e antissemita. Além da postura anti-Israel, o organismo internacional é um dos principais defensores da agenda cultural da esquerda globalista. Para quem quiser mais informações sobre o assunto, eu recomendo a leitura da obra 'Maquiavel Pedagogo', de Pascal Bernardin". O livro de Bernardin aborda as técnicas de doutrinação ideológica e rebaixamento da qualidade dos padrões da educação - técnicas promovidas pelos defensores do sistema globalista nos países que integram suas organizações.

Italo Lorenzon acrescenta: "Pascal Bernardin explica técnicas de manipulação que a UNESCO passa para ONGs e mesmo para ministérios da educação de vários países - nessas técnicas, existe uma clara finalidade de corromper a inteligência das crianças. A finalidade é 'usar a educação para deseducar', ou fazer com que os alunos não aprendam e se tornem incapazes de aprender. A UNESCO serve a esse papel de maneira primordial. Entre os conceitos espalhados pela organização estão a ideologia de gênero, a ideologia sex-lib associada aos grupos LGBT, a expansão maometana no Ocidente e uma ideologia anti-católica - tudo isso pode ser encontrado, e é transmitido de cima para baixo pelo organismo internacional para os ministérios da educação dos países integrantes".

O presidente Donald Trump denunciou, em diversas ocasiões, o caráter anti-americano e anti-israelense dos grandes organismos internacionais, como a ONU e a UNESCO. Trump declarou, durante sua campanha, que "o americanismo, não o globalismo, irá pautar nosso governo".

Veja na íntegra -  matéria do canal Terça Livre sobre a saída dos EUA da UNESCO:



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CNN tenta negar confissão de George Soros sobre confisco realizado por regime nazista contra judeus

Em vídeo disponibilizado no canal oficial do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o repórter Alex Jones falou a respeito da nova campanha da CNN que tem por objetivo a negação dos relatos de George Soros sobre a participação do milionário no confisco de bens de judeus, durante o holocausto. Soros confessou, para o programa 60 Minutes, da rede CBS, que "auxiliou na tomada dos bens dos judeus húngaros pelos nazistas", quando ainda era adolescente, e afirmou que "não se sentiu mal de modo algum" ao cometer o ato. Soros também afirmou na entrevista à CBS que essa foi "a melhor época de sua vida" - todavia, a CNN nega todas as declarações do empresário que é o principal financiador da esquerda dos Estados Unidos. A reportagem sobre a campanha da CNN foi divulgada ontem, dia 11, no Youtube.

O jornalista Alex Jones informa que "para a CNN, eu 'criei a narrativa da colaboração de Soros com os nazistas'. Eles estão tentando me retratar como 'o cara que surgiu com essa estória'. Soros, no programa 60 Minutes, admitiu que colaborou com os nazistas, e disse que 'não se sentia envergonhado por isso'. George Soros, que admite isso, junto com um tio seu, auxiliou no confisco de bens de centenas de pessoas. Ele compara isso com uma situação de 'livre-mercado': segundo ele, se ele não tivesse agido assim, 'outra pessoa o faria'. Ele não admite apenas na CBS - ele admite em livros sobre o assunto".

As declarações polêmicas de George Soros foram realizadas para a edição do programa 60 Minutes que foi ao ar em 20 de dezembro de 1998, na rede CBS. Uma das principais críticas ao milionário e patrono da esquerda americana é que a colaboração com o roubo de bens dos judeus húngaros foi realizada apesar das origens israelitas do próprio Soros, que, ainda hoje, adota posturas contrárias ao Estado de Israel, que critica como um expoente do nacionalismo. Soros também auxiliou financeiramente, ao longo da década de 1990, ex-integrantes de partidos comunistas no Leste Europeu - mesmo em países nos quais a população judaica sofreu com campanhas "anti-cosmopolitas" estimuladas pela União Soviética.

Aex Jones afirma que, com a campanha de negação das confissões de Soros, a CNN "atingiu um nível além do fake news [além da pura divulgação de notícias falsas]. As alegações da rede [contra testemunho registrado do próprio Soros] são como sugerir que eu inventei a existência da cidade de Austin, no estado do Texas. Ou a existência de George Washington. O discurso da rede é tão insano que realmente tenta negar algo que está gravado em vídeo".

Veja na íntegra - reportagem do veículo InfoWars sobre campanha da CNN de negação das declarações de George Soros:


Mais sobre o tema - entrevista de George Soros à rede CBS, que iniciou a polêmica sobre a colaboração com o holocausto cometido pelo regime nacional-socialista, durante a adolescência do milionário:



domingo, 1 de outubro de 2017

IPEA afirma que economia está em processo de recuperação, e quadro deverá melhorar em 2017 e 2018

Conforme notícia publicada pelo veículo de comunicação EBC, o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - prevê crescimento do PIB brasileiro de 0,7%, em 2017, e de 2,6%, em 2018. O Instituto informou que a expectativa poderia ser melhor, na ordem de 3,4%, caso o governo tivesse mais sucesso nas reformas econômicas que tenta empreender. O Instituto, ainda conforme a reportagem, argumenta já ser claro que "o Brasil saiu da recessão", e que a economia agora está em processo de retomada do ritmo, para patamares melhores. O artigo foi disponibilizado pela agência no último dia 28. 
Imagem: site Valor Mercado

Conforme a EBC, o IPEA aponta como os principais motores da recuperação o consumo das famílias brasileiras, as exportações e o setor agropecuário, que se destaca como o de crescimento mais expressivo no país. Até mesmo a indústria, que vem sofrendo por mais de uma década no Brasil, deverá apresentar um papel mais significativo no processo de recuperação econômica, para o posicionamento do IPEA.

O artigo da EBC destaca que ainda é necesário que o Estado conduza reformas econômicas e nos sistemas de welfare do país, que ainda geram desconfiança nos investidores quanto à capacidade do governo de administrar as contas públicas. A matéria acrescenta: "tornar mais sustentáveis os gastos públicos é essencial para que os investidores confiem nessa retomada e voltem a fazer investimentos mais de longo prazo". Em situações onde a economia é instável e os juros são elevados, como no Brasil, a maior parte dos investidores prevere aplicar seus recursos em especulação ou bancos, onde os riscos são menores do que na atividade produtiva que, no Brasil, enfrenta grandes dificuldades na competição contra produtores estrangeiros (que praticam preços mais baixos) e em decorrência de pesadas regulamentações que atingem a maior parte das atividades econômicas.

Apesar de ainda haver grandes problemas a resolver, a matéria informa que há previsão de crescimento da indústria brasileira em 0,5%, em 2017, e em 3,4%, em 2018. A produção agrícula deverá crescer 12,5% em 2017 e 3,5% em 2018.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Band sobre a recuperação da economia:



Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

Dois militantes do Estado Islâmico que atuavam em Israel, incluindo Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um rapaz de 16 anos que não teve seu nome divulgado, foram acusados de planejar um ataque terrorista contra o Monte do Templo, local considerado sagrado pelo cristianismo, judaísmo e pela fé maometana. O ataque deveria ser realizado com uso de armas de fogo, de maneira similar aos assassinatos em massa cometidos pelo ISIS em território europeu e também em áreas controladas pelo Estado de Israel. A notícia sobre a captura dos militantes terroristas foi publicada no último dia 28, pelo portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação, "dois jovens residentes da cidade árabe-israelense de Umm al-Fahm foram acusados, nesta quinta-feira, de planejar um atentado com uso de armas de fogo a ser conduzido no Monte do Templo, na cidade de Jerusalém, seguindo padrão similar ao crime cometido em julho deste ano". O ataque seria realizado pela mesma maneira através da qual integrantes do Estado Islâmico cometeram assassinatos em massa em dois estados dos EUA e em Paris, na França, em novembro de 2015. 

O portal Breitbart acrescenta: "os dois suspeitos, Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um segundo militante, de 16 anos, que não pode ter seu nome divulgado em decorrência de ser menor de idade, são, na opinião da acusação, simpatizantes da organização terrorista Estado Islâmico. Um terceito integrante, da mesma cidade, do grupo, Firas Salah Mahmoud, de 24 anos, também foi preso por suspeita de envolvimento na organização extremista. Mahmoud foi acusado, além da suspeita de ligação com o ISIS, por posse ilegal de arma de fogo.

O site jornalístico informa que a notícia foi veiculada originalmente pelo portal The Times of Israel - todavia, a notícia teria mantida em silêncio pelas autoridades policiais do distrito de Haifa desde o dia seis de setembro, quando os três teriam sido presos originalmente, para assegurar o bom andamento das investigações sobre o plano orquestrado pelo Estado Islâmico. O portal Breitbart já informou que o ISIS atua na região monitorada pelas Forças de Defesa de Israel, em parceria ocasional com a organização salafista Hamas, de ideologia e métodos de guerra similares.


Mais sobre o tema - vídeo do canal PragerU sobre o Estado Islâmico:



sábado, 30 de setembro de 2017

Joice Hasselmann - "exposição no MAM foi indução à pedofilia"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 29, em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann denunciou uma exposição de arte pós-moderna realizada no MAM, em São Paulo, como crime de "indução à pedofilia". A colunista da Rádio Jovem Pan também afirmou que a exposição realizada pouco mais de uma semana atrás no Rio Grande do Sul, em espaço mantido por um dos grandes bancos atuantes no Brasil, foi gesto similar, ou crime de "indução à pedofilia e à zoofilia". Hasselmann destaca que ambos os eventos foram abertos ao público infantil, e contaram com excursões escolares - na exposição do MAM, segundo ela, "pais chegaram até mesmo a levarem seus filhos para que tocassem um homem nu, que se colocou como 'artista' partícipe do evento".

Ao comentar o evento, Joice Haselmann destacou que o ato "foi indução à pedofilia, com todas as letras. Ainda que a criança esteja acompanhada dos pais - e se um dos responsáveis for um louco? E se a mãe da criança for insana, depravada? Nesse caso, a exposição seria legítima? Alguém vai me dizer o que foi feito é normal, é comum? Onde estão as pessoas que falam a respeito do Estatuto da Criança e do Adolescente, para fazer alguma coisa? Não venham dizer que uma criança pegando em um homem nu, em público, é arte".

Na exposição, crianças foram induzidas a tocar um homem nu, por seus pais. A organização do evento e grupos de esquerda afirmaram que o evento foi uma "manifestação artística", e que as críticas à realização do ato são uma forma de tentar "coibir a liberdade de expressão dos artistas". Movimentos liberais e conservadores do Brasil denunciaram a iniciativa como uma clara campanha de promoção da pedofilia - a mesma crítica foi feita à exposição realizada no Rio Grande do Sul, que conteve obras sobre a pedofilia e a zoofilia. Entre os defensores do evento realizado no RS, esteve a candidata do partido marxista PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, que qualificou às denúncias sobre crime de apologia à pedofilia como "fascismo".

Sobre a exibição em São Paulo, Joice Hasselmann argumenta: "não é possível falar que colocar um homem com o pênis de fora, com crianças, seja arte. Isso só pode ser chamado de 'arte' na cabeça de um doente. Que eu saiba, exposições que promovem a sexualidade para uma criança devem ser classificada como crime, e não como arte".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta exposição acusada de apologia da pedofilia, realizada no MAM, em São Paulo:



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Homem que abandonou a fé islâmica é ameaçado e agredido por salafistas, no Reino Unido

Em entrevista para o canal Rebel Media, no Youtube, Nissar Hussain, britânico de família paquistanesa que se converteu ao cristianismo, denuncia perseguição e violência constante, pelo abandono da fé islâmica. Nissar expõe o que caracteriza como "crimes de ódio", cometidos por salafistas contra ele e contra seus entes mais próximos - o cidadão britânico foi, no final de 2015, atacado violentamente por uma gangue de fundamentalistas, na cidade de Bradford, na Inglaterra. A entrevista foi publicada no canal Rebel Media no último dia 26.

O ataque mais violento ao homem que se converteu do islam ao cristianismo ocoreu enquanto Nissar voltava de seu trabalho, para casa. Um grupo de pelo menos dois salafistas o cercou, e iniciou o ataque físico, com socos, pontapés e um bastão de madeira. . O grupo de extremistas tentou, através do ataque e das constantes ameaças à família de Hussain, aplicar a lei fundamentalista conhecida como "shariah", que institui a morte para pessoas que decidam abandonar a crença maometana. Após o ataque, Nissar Hussain e seus familiares tiveram de deixar a cidade de Bradford, para tentar fugir da perseguição.

Hussain declara: "nós somos uma família de convertidos ao cristianismo. Nós estamos sofrendo há 16 anos. A polícia britânica não reconhece que a perseguição à minha família é um crime de ódio - ou não o fizeram, até o ataque contra mim. Quando me atacaram, usaram o bastão de uma picareta de alpinismo. O primeio ataque que recebi atingiu a lateral da minha cabeça. Quando tentei me defender do golpe, senti como se minha mão tivesse explodido de dor. Eu caí no chão, e teria sido espancado até a morte, se não tivesse sido socorrido por dois vizinhos poloneses. Os vizinhos correram para me ajudar, e espantaram os atacantes. Se eles não estivessem lá, esse provavelmente seria o fim da minha história". 

Nissar Hussain destaca que denunciou "antes do ataque, à polícia, que algo assim iria acontecer. Soubemos, por familiares que ainda seguiam o islam, que os grupos de extremistas religiosos iriam 'resolver o nosso problema'. Nós contamos à polícia sobre a ameaça, mas nenhuma providência foi tomada. Nós até levamos uma testemunha. Nós fomos submetidos constantemente a ameaças - chegamos a ter uma gangue de 15 indivíduos, em frente de nossa casa, como 'aviso' do que iria acontecer". Hussain acrescenta que muitos desses epiódios, incluindo um no qual um grupo disparou um explosivo contra sua casa, foram gravados por câmeras de segurança, sem que as autoridades fizessem nada para prevenir a intimidação ou agressão física.

Veja na íntegra - entrevista de Nissar Hussain ao canal Rebel Media:



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Preocupação legítima com crise migratória levou a resultado da eleição na Alemanha"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 26, no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu o resultado da eleição alemã, e afirmou que o crescimento do partido AfD é reflexo de preocupação legítima dos eleitores com a crise migratória. O comentarista destaca o grande gasto público gerado pela entrada descontrolada de refugiados do Oriente Médio em território europeu, assim como a infiltração de militantes de organizações extremistas como o Estado Islâmico, entre alguns dos fatores que fundamentaram a escolha dos eleitores da maior economia do continente.

Felipe Moura Brasil afirma: "embora Angela Merkel tenha conseguido mais um mandato, principalmente como consequência da estabilidade da maior economia do bloco europeu, o partido direitista 'Alternativa para a Alemanha' [AfD] ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes, entre os 631 do parlamento alemão". O jornalista afirma que a grande imprensa criticou o sucesso do partido como "um teste para a democracia alemã" - todavia, em sua opinião, os mesmos veículos da mainstream media foram incapazes de criticar o sucesso "do partido de extrema-esquerda, o 'Die Linke'". A agremiação destacada por Moura Brasil, "Die Linke" foi fundada por integrantes do antigo partido único da Alemanha Oriental, o "Partido Socialista Unido da Alemanha (SED)", que chefiou o regime comunista responsável por repressão e assassinatos de dissidentes políticos, até a queda do Muro de Berlim em 1989.

O jornalista informa que "o partido AfD, em sua fundação, se colocava como liberal na economia, contrário à União Europeia e conservador, nos aspectos sociais. Diante da crise migratória e de refugiados, o partido se dividiu - uma ala manteve a mesma postura anterior, pedindo apenas medidas de controle migratório mais duras do que a abertura indiscriminada de fronteiras apoiada por Merkel, considerando o risco de infiltração de terroristas. A outra ala do partido, mais barulhenta, adotou uma retórica anti-imigração e anti-islâmica - esse grupo acabou se tornando a face pública do partido, dada a pré-disposição de jornalistas [da mainstream media] para tomar a parte, geralmente minoritária, pelo todo, quando se trata de movimentos de direita".

Para o colunista, a ideologia "politicamente correta" adotada por Merkel pesa nas contas públicas, uma vez que o governo Alemão, assim como outros do bloco europeu, distribuiu sem critérios benefícios sociais a grande número de imigrantes ilegais e refugiados. Este fator, assim como a constante ameaça de militantes salafistas a civis em países da Europa Ocidental, teria sido um dos que impulsionaram o resultado favorável ao AfD.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute resultado da eleição na Alemanha:




segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Jair Bolsonaro afirma que, caso chegue ao poder, "não haverá dinheiro público para financiar exposições de pedofilia"

Em entrevista exclusiva para o Canal Terça Livre, do Youtube, o deputado federal e militar Jair Bolsonaro fez críticas severas aos integrantes de movimentos de esquerda e afirmou que o governo não deve "dar apoio a ONGs que fazem apologia à pedofilia, e não deve financiar exposições que apoiem este tipo de crime". Bolsonaro também afirmou que a maior parte dos militantes de movimentos socialistas estudantis é de "jovens de cursos de humanas que não possuem empregabilidade, na situação econômica do Brasil de hoje". O capitão do exército reiterou seu objetivo de disputar a Presidência da República em 2018. A matéria foi disponibilizada pelo Terça Livre no último dia 20.

Na entrevista, cedida à repórter Fernanda Salles, Bolsonaro afirmou que os militantes de esquerda "não tem formação real - foram educados apenas como militantes. Com essa situação econômica que vivemos, vocês não têm futuro. Pensam que vão viver às custas do Estado por muito tempo - o Estado está em falência. Se eu chegar à Presidência, não vai haver dinheiro de ONG para vocês, nem para financiar 'obras' de apologia à pedofilia ou zoofilia [como a recente exposição realizada por banco, no Rio Grande do Sul, que teve sua curadoria denunciada por Bolsonaro e acusada pelo movimento conservador de apologia do crime]".

Jair Bolsonaro argumenta que o pricipal partido da esquerda brasileira, o PT, "há muito tempo quer legalizar a pedofilia. Se você entrasse no site 'humaniza redes', que pertencia à Secretaria de Direitos Humanos, você poderia encontrar o texto 'pedofilia: verdade ou mito'. A conclusão do site é: o pedófilo deveria ser 'levado a um hospital'. O governo também teve [na última administração], entre uma de suas propostas, reduzir a idade de estupro de vulneráveis de 14 para 12 anos [efetivamente autorizando o sexo de adultos com crianças, no início da adolescência]".

Bolsonaro ganhou notoriedade por sua postura de oposição forte às campanhas de sexualização de crianças realizadas pelo governo federal, ao longo dos últimos governos. O militar também é contrário à chamada "ideologia de gênero", é favorável ao endurecimento de penas contra infratores que realizem crimes violentos, como homicídios e estupros. Bolsonaro também é favorável à redução da maioridade penal e ao direito à legítima defesa para a população civil, através de medidas como o PL 3722.

Veja na íntegra - entrevista de Jair Bolsonaro ao canal Terça Livre:



domingo, 24 de setembro de 2017

Donald Trump - "Em caso de ataque contra os EUA ou seus aliados, seremos obrigados a garantir a destruição completa da Coreia do Norte"

Em discurso na ONU, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a potência ocidental está pronta para "garantir a completa destruição da Coreia do Norte", em caso de ataque do regime comunista contra a América ou seus aliados. Trump argumentou que as ações do regime totalitário demonstraram "completo desprezo pelas nações vizinhas e pelo bem-estar de seu próprio povo" - o país socialista lançou, nas últimas semanas, mísseis balísticos com capacidade para transporte de ogivas nucleares sobre o território japonês, mas sem a carga explosiva, como gesto ameaçador. O discurso de Trump sobre o possível conflito com a Coreia do Norte foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, na rede social Facebook, no último dia 19.

Donald Trump acrescentou que "o regime depravado da Coreia do Norte foi responsável pela morte por inanição de milhões de seus súditos. Foi responsável pelo aprisionamento, tortura, assassinato e opressão de incontáveis pessoas". O presidente dos Estados Unidos denunciou o abuso violento cometido pelo país socialista contra o estudante Otto Warmbier, que teve sua morte causada pela aplicação de tortura e pena de trabalhos forçados no país asiático, em decorrência de suposto crime de "roubar cartaz de propaganda" comunista.

O líder dos EUA argumentou: "se tudo isso não é violento o suficiente, agora, a busca irresponsável da Coreia do Norte por armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo inteiro com perdas inimagináveis de vidas humanas. É uma ofensa que muitas nações não apenas insistam em fazer comércio com esse regime, mas permaneçam garantindo o suprimento, os aparatos tecnológicos e a ajuda financeira a um país que coloca o mundo à beira de uma guerra nuclear".

O regime comunista da Coreia do Norte foi responsável, conforme o veículo de comunicação britânico BBC, por mais de dois milhões de mortes pela fome, durante a década de 1990. O sistema totalitário utiliza, como forma de punição para dissidentes, uma rede de campos de concentração e trabalhos forçados, nos quais ocorreriam torturas frequentes, mortes por doenças e execuções. O governo socialista norte-coreano ameaça, atualmente, fazer uso de armas nucleares contra nações vizinhas, como o Japão e a Coreia do Sul.

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que Estados Unidos serão obrigados à garantir a "destruição completa" da Coreia do Norte, em caso de ataque contra o território americano ou contra nações aliadas:


Mais sobre o tema - regime comunista norte-coreano ameaça realizar teste com bomba de hidrogênio no Oceano Pacífico (matéria do Jornal da Record):



sábado, 16 de setembro de 2017

Pintor afirma que "arte moderna se tornou idiota, sem sentido e puramente ofensiva"

Em vídeo publicado no canal PragerU, do Youtube, o artista americano Robert Florczak teceu críticas severas ao relativismo estético e à arte moderna, que, em sua opinião, "substituíram a busca pela excelência técnica pela exposição pura e simples de estupidez, atos sem sentido ou gestos puramente ofensivos". Florczak afirma que o movimento que originou as atuais correntes chamadas "desconstrucionistas" são a consequência lógica das primeiras manifestações contrárias à competência técnica nas artes, que foram demonstradas por artistas ainda no Século XIX. O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita ontem, do Youtube.

Para Robert Florczak, "os métodos dos grandes artistas do passado foram a busca pelos mais altos padrões de excelência, melhorar a qualidade técnica de cada geração anterior de mestres e, em geral, tentar alcançar a maior qualidade possível, em seu tempo. Na passagem para e ao longo do século XX, a procura pela complexidade e profundidade espiritual, pela inspiração elevada e pela beleza foi substituída pela busca da novidade, do 'diferente' e da feiura. Os artistas de hoje entendem a estupidez, a falta de sentido e qualquer manifestação puramente ofensiva como 'o melhor' da modernidade".

A crítica de Florczak segue o raciocínio também exposto por Roger Scruton, que demonstra, em seu argumento para o documentário Why Beauty Matters, que a arte foi substituída por demonstrações simples do ridículo, da deformação estética, da incompetência técnica e de protestos sem sentido. Scruton aponta, como exemplo, a obra de Marcel Duchamp. Robert Florczak declara: "enquanto grandes mestres do passado presentearam o mundo com obras-primas esculpidas em pedra, o atual museu de Los Angeles apresenta apenas uma pedra [não uma estátua: uma rocha diretamente retirada de uma pedreira, sem qualquer entalhe ou trabalho de natureza artística], e tenta convencer o público de que essa pedra é 'arte'. Os nossos padrões de julgamento conseguiram cair a tal situação. Como isso pode acontecer? Como os esforços artísticos de toda a humanidade, ao longo de milhares de anos, morreram?".

Florczak argumenta que a morte da arte não ocorreu de fato, mas é apenas um sintoma da influência de um movmento artístico de destruição da competência técnica, iniciado no Século XIX e que ganhou força ao longo do Século XX. Hoje, os mais claros sintomas da decadência intelectual da classe artística estão demonstrados pela arte pós-moderna ou contemporânea.

Veja na íntegra - Robert Florczak comenta a decadência da competência técnica nas artes, por influência do modernismo. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



Mais sobre o tema - canal Terça Livre denuncia exposição pós-modernista que faz apologia da zoofilia e pedofilia:



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