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Crime e Castigo - obra de Fiódor Dostoiévski, adaptada pela BBC para a televisão
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Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

sábado, 18 de novembro de 2017

Nigel Farage - "ONG de George Soros se gaba de ter tido 42 reuniões com a liderança da União Europeia"

Em trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube, o político conservador britânico Nigel Farage discutiu a influência das ONGs de George Soros sobre a liderança europeia - Farage argumenta que decisões importantes que influenciam as vidas dos europeus e mesmo dos americanos são fomentadas pelos grupos associados ao bilionário húngaro, e que "quando a mídia começa a discutir possíveis 'conspirações de interesses estrangeiros', com a Rússia, talvez seja importante observar o que Soros está fazendo". O vídeo legendado foi publicado no último dia 15.

Conforme Farage, "nós discutimos a influência de interesses estrangeiros, em um momento em que a preocupação com os recursos de organizações internacionais está chegando ao nível de uma efetiva histeria. No ano passado, a comissão eleitoral do Reino Unido lançou uma investigação para descobrir se a campanha para saída da União Europeia (BREXIT) usou dinheiro de fundos internacionais ou, especificamente, dinheiro proveniente da Rússia. Essas perguntas foram feitas por Ben Bradshaw, que está ligado à organização conhecida como Open Society [ONG do bilionário George Soros dedicada à expansão das ideologias de esquerda nos países ocidentais]".

O líder conservador acrescenta: "eu me pergunto: quando estamos falando de dinheiro oriundo de fundos internacionais, quando estamos falando de subversão política, ou sobre associação a interesses internacionais, não estaríamos olhando para as pessoas erradas? E eu digo isso porque George Soros, recentemente, doou 18 bilhões de dólares à Open Society - uma organização que advoga a 'livre circulação das pessoas' e que defende organizações internacionais, como a União Europeia. A influência dele, aqui [no Reino Unido] e em Bruxelas [a capital da União Europeia] é verdadeiramente extraordinária. A Open Society se gaba de ter realizado 42 reuniões, no ano passado, com a Comissão Europeia".

Líderes conservadores como Donald Trump acusam George Soros de tentar acabar com as soberanias das nações, de modo a favorecer organizações multinacionais ou "blocos econômicos" burocratizados e centralizados, como a União Europeia. Outros comentaristas de direita, como Paul Joseph Watson, acusam Soros de patrocinar ações de grupos de extrema-esquerda, nos Estados Unidos e na Europa.

Veja na íntegra - Nigel Farage comenta influência das organizações de George Soros sobre lideranças da União Europeia. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



domingo, 12 de novembro de 2017

Líder do Fatah afirma que movimentos terroristas devem continuar lutando "até que a Palestina esteja limpa dos judeus"

Mahmoud Al-Habbash, um dos principais líderes da organização antissemita Fatah e conselheiro de Mahmoud Abbas, afirmou que os militantes das organizações terroristas e e anti-israel ativas no território palestino devem "continuar a luta até que a terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus". A organização de Al-Habbash e Abbas é acusada de ser uma das principais apologistas de ações terroristas contra cidadãos israelenses. A reportagem sobre as declarações antissemitas de Mahmoud Al-Habbash foi disponibilizada hoje no portal de notícias Breitbart Jerusalem.

O artigo informa que, de acordo com Al-Habbash, "os mártires palestinos não irão parar de lutar por seu país até que ele esteja completamente livre dos judeus". A reportagem acrescenta que "na mesma ocasião [conferência organizada no dia 29 de outubro, na cidade de Hyderabad, Índia, para promoção da solidariedade entre indianos e palestinos], outros diplomatas árabes, incluindo o embaixador da Síria na Índia, acusaram 'os judeus' de 'genocídio contra os palestinos', e chegaram a sugerir que o genocídio promovido por Hitler contra os judeus seria justificado". Representantes do Fatah, em mais de uma ocasião, no passado, celebraram o holocausto, e repetidas vezes se referem a militantes de grupos terroristas antissemitas como "mártires da causa Palestina".

O portal Breitbart explica que "o objetivo da conferência, na qual as declarações antissemitas foram realizadas, foi expressar a solidariedade entre indianos e palestinos. Além de contar com representantes dos movimentos palestinos, o evento foi visitado por delegados e embaixadores do Iraque, da Síria, da Arábia Saudita, da Jordânia, do Egito, do Iêmen e de outros países".

Ainda de acordo com a reportagem, "Mahmoud Al-Habbash, Chefe para Aplicação da Justiça Conforme a Shariah [lei islâmica] e conselheiro de assuntos religiosos para o líder palestino Mahmoud Abbas, fez um discurso onde pediu que 'cada palestino continue na luta até a liberdade completa da Palestina'". Al-Habbash teria destacado: "aqueles que começaram um movimento para a liberdade da Palestina fizeram um juramento, no momento em que deixaram este mundo, garantindo que cada geração sucessora irá continuar a luta até que esta terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus. Yasser Arafat, Amin al-Husseini [líder palestino que foi admirador e amigo de Adolf Hitler, considerado pelo Fatah como o patrono do movimento palestino] e outros mártires como eles lutaram até seus últimos suspiros pela liberdade da Palestina".



Em vídeo - Mahmoud Al-Habbash, líder religioso antissemita do Fatah, afirma que "Maomé [o profeta do Islam] e Yasser Arafat morreram porque foram envenenados pelos judeus":



sábado, 11 de novembro de 2017

Ex-investidor do Facebook acusa rede de empregar algoritmo para causar danos psicológicos em seus usuários

Sean Parker, ex-investidor do Facebook e um de seus principais idealizadores, veio a público para denunciar métodos destrutivos aplicados pela rede social contra seus usuários. Parker afirma que a empresa explora "a fraqueza humana", empregando padrões que podem induzir pessoas a comportamentos depressivos e ao desenvolvimento de sintomas psicológicos mais graves. Reportagem sobre as declarações de Sean Parker foi disponibilizada ontem, dia 10, no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars, no Youtube.

De acordo com o âncora da InfoWars, Alex Jones, "aqui nós temos Sean Parker, nos dizendo o que já sabemos. Usuários do Facebook que seguem ideologias de esquerda (que pensam que 'estão vencendo' as guerras culturais) e que pensam que conseguem alcançar seus amigos através da rede social estão sendo explorados. Conforme Parker, a rede social os está usando, tornando-os mais deprimidos. Posteriormente, o Facebook lança propagandas sobre serviços psiquiátricos e drogas como o Prozac, induzindo os usuários a ainda mais danos psicológicos".

Ainda conforme a reportagem, "Sean Parker, que também foi o criador de grandes projetos como o Napster, acrescenta que 'só Deus sabe o que o Facebook está fazendo com as crianças que fazem uso dessa rede social' [através de algoritmos de indução a comportamentos depressivos]. Na verdade, nós sabemos muito bem ao que Sean Parker está se referindo. As crianças são induzidas a menores capacidades de atenção, a ter um QI [quociente de inteligência, medida da capacidade de raciocínio] menor, estabelecendo o que podemos chamar de 'doença da tela'. É impressionante - agora, as crianças só estão sendo capazes de se comunicar com outras pessoas através das redes sociais. Para alcançarem seus amigos, as crianças precisam dessas redes [que usam algoritmos de indução a comportamentos destrutivos], que também são capazes de registrar cada um de seus movimentos online".

Recentemente, o Facebook e outras redes sociais sofreram diversas críticas severas quanto ao emprego de padrões, em seus algoritmos, para redução dos crículos possíveis de informação que chegam aos usuários, e de repetição de padrões negativos para a exibição de conteúdos, para indução a comportamentos introspectivos ou depressivos. A principal rede social também é acusada de vender informações particulares de seus usuários, incluindo seus históricos, como "mercadoria" de data-mining (prospecção de dados de consumidores) para empresas privadas e agências governamentais.

Veja na íntegra - reportagem do portal InfoWars sobre as declarações de Sean Parker a respeito da indução de comportamentos destrutivos pelo Facebook:



Joice Hasselmann - "Sarney coloca Operação Lava Jato em perigo"

Personalidades investigadas pela Operação Lava Jato e até mesmo José Sarney, senador aposentado e ex-presidente da república, estariam contribuindo para a indicação de novos chefes da Polícia Federal que podem acabar com a eficácia da campanha anti-corrupção - a jornalista Joice Hasselmann afirma, em vídeo disponibilizado no último dia nove, em seu canal oficial no Youtube, que "existe um lobby do PMDB para colocar figuras menos rigorosas no comando da Polícia Federal. A nova figura nomeada para comandar a PF foi escolhida com as bênçãos de padrinhos que assustam a população. Vem com as bênçãos de investigados na Lava Jato e de José Sarney".

Joice Hasselmann acrescenta: "a personalidade escolhida para substituir Leandro Daiello já chefiou a Polícia Federal no Maranhão e tem proximidade com a família Sarney. O próprio José Sarney foi pedir a Michel Temer, foi pedir pessoalmente ao chefe de Estado a indicação. Ninguém vai dizer: 'já que é o indicado do José Sarney, é corrupto'. Mas é claro, como disse Romero Jucá em áudio [divulgado pela Folha de S. Paulo], que a classe política tentará acordos com o intuito de barrar o prosseguimento da Operação Lava Jato. É claro que tanto os indivíduos ligados ao PMDB e ao PT, envolvidos na Lava Jato, quer colocar um freio na grande operação anti-corrupção, que fez uma verdadeira limpeza no Brasil".

A jornalista também denunciou esforços similares empreendidos por políticos como Renan Calheiros, que buscou, através da distorção do projeto das "medidas contra a corrupção", acabar com as possibilidades de investigação de desvios cometidos por integrantes dos poderes Legislativo e Executivo. Lideranças do PMDB como Romero Jucá e o próprio presidente, Michel Temer, também são acusados, por críticos da atual administração, de tentar expedientes para contenção das investigações, ou de elaborar acordos políticos e cogitar nomeação de aliados aos cargos mais importantes da Polícia Federal. O projeto defendido por Calheiros, no final do ano passado, poderia até mesmo levar à condenação de integrantes das forças policiais que investigassem políticos corruptos.

Hasselmann argumenta que "nenhum político irá, simplesmente, se entregar. Ha uma tentativa de colocar alguém 'mais amigável' ao grupo de lideranças do PMDB. A Polícia Federal já emitiu uma nota, 'desejando sorte' ao sucessor de Daiello, mas a corporação policial 'lembra que o governo ignorou uma lista' elaborada pela PF de possíveis sucessores, que seriam tão rigorosos quanto a última gestão".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute tentativas de acabar com a Lava Jato através de nomeações de indivíduos favoráveis a políticos corruptos para cargos de comando da Polícia Federal:



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Defesa de Lula já não tem argumentos"

Em segmento publicado ontem, dia 9, no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu a estratégia de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diante das acusações levantadas pela operação Lava Jato. Para o comentarista, "quanto mais Lula tenta acusar a justiça de parcialidade, mais fica destacada a falta de argumentos jurídicos da defesa. O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso de Lula contra Sérgio Moro".

A defesa do ex-presidente argumenta que o apartamento de luxo, no guarujá, identificado pela justiça como propina paga ao petista por grandes construtoras, não pertence a Lula. Os advogados do antigo chefe de Estado afirmam que Lula não recebeu qualquer imóvel das principais construturas que realizaram obras para o governo, durante a administração da principal figura do Partido dos Trabalhadores, e que as propriedades seriam, na realidade, de conhecidos do ex-presidente. A defesa também acusa o juiz Sérgio Moro de promover "perseguição política" contra Luiz Inácio Lula da Silva. A justiça, por sua vez, entendeu que o petista, de fato, foi beneficiado indevidamente pelas empreiteiras mais próximas ao governo.

Felipe Moura Brasil afirma: "Moro entende que as tentativas de Lula para afastá-lo do caso são 'mero diversionismo, e, embora sejam compreensíveis como estratégia de defesa, não deixam de ser lamentáveis, já que não encontram qualquer base fática, e também não têm base em argumentos minimamente consistentes, como visto pelo Egrégio Tribunal Regional Federal da Quarta Região'. A decisão desse mesmo TRF, de aumentar a pena do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto de dez anos para 24 anos de reclusão, tornou ainda mais compreensível os gestos de desespero da defesa de Lula".

O jornalista acrescenta: "até o desembargador Leandro Paulsen, que havia absolvido Vaccari em duas apelações criminais, esclareceu que: 'neste processo, pela primeira vez, há declarações de delatores, depoimentos de testemunhas, depoimentos de outros réus, que, na época, não haviam celebrado qualquer acordo e, especialmente, provas de corroboração apontando acima de qualquer dúvida razoável no sentido de que Vaccari é autor de crimes de corrupção, especificamente descritos na inicial acusatória'. No caso do triplex do Guarujá, há muito mais do que declarações de delatores, depoimentos de réus e de testemunhas. Há também recibos, notas frias, contratos, planilhas de empreiteiras, emails dos corruptores, mensagens de SMS e até fotos do condenado, Lula, no apartamento". Lula foi fotografado realizando visita no imóvel que, de acordo com a acusação, foi entregue ao líder petista como forma de propina para favorecimento de algumas das principais empresas da construção civil em obras do governo.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute estratégia da defesa de Lula:



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Rebel Media - "Hillary foi quem se aliou à Rússia, em esquema de venda de urânio a estatal do governo Putin"

Em vídeo publicado no último dia 4, David Menzies, repórter do canal Rebel Media, comentou o escândalo da venda de 20% do urânio americano a uma estatal russa, em articulação que favoreceu a Clinton Foundation (ONG chefiada por Hillary e Bill Clinton) - de acordo com Menzies, "esse episódio faz o escândalo Watergate parecer mínimo". O repórter também afirmou que "a verdadeira favorecida pela campanha de desinformação da Rússia foi Hillary, como os novos dados indicam". O trecho a respeito da venda de urânio ao governo Putin foi disponibilizado no canal oficial da rede Rebel Media, no Youtube.

David Menzies declara: "na última semana, uma bomba caiu na grande imprensa sobre o tema da 'aliança com a Rússia'. A narrativa, no fim das contas, acabou mais incriminadora para a própria Hillary Clinton. Ela foi a verdadeira arquiteta do sistema de cooperação com o governo hostil. É um escândalo que faz Watergate parecer uma piada. Também fomos informados de que a campanha de Hillary Clinton foi responsável por financiar o célebre 'dossiê contra Trump', que foi elaborado em cooperação com a cúpula do Partido Democrata".

Menzies argumenta que "quando o assunto é colaboração com um poder estrangeiro, Hillary sempre é colocada como uma coadjuvante. Ficou claro, neste escândalo, que ela e seu marido receberam, através da Clinton Foundation, 145 milhões de dólares em doações, originárias da empresa Uranium One [empresa que é propriedade da estatal russa Rosatom]. Essa estatal russa, graças à colaboração de Hillary, conseguiu se apropriar de 20% das reservas de urânio dos Estados Unidos. Essa operação não parece ser, exatamente, uma boa ideia, quando o assunto é o interesse nacional e a segurança dos EUA. Com a família Clinton, parece que tudo não passou de 'business', como de costume".

O repórter da Rebel Media acrescenta que o esforço da mainstream media, agora, é realizado para tentar minimizar a impressão do público sobre os atos cometidos por Hillary Clinton, enquanto ocupante de cargos decisórios que possibilitaram o favorecimento do governo russo. Menzies denuncia os ataques à equipe da campanha presidencial de Donald Trump como parte de uma estratégia diversionista, para retomar a narrativa de favorecimento do atual presidente através dos ataques à imagem da ex-candidata do Partido Democrata.

Veja na íntegra - David Menzies, do canal Rebel Media, discute escândalo de favorecimento de estatal russa em troca de ajuda milionária à ONG de Hillary Clinton:



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Milo Yiannopoulos - "Corey Feldman poderá, em breve, denunciar rede de pedofilia em Hollywood"

De acordo com o jornalista Milo Yiannopoulos, colaborador do portal Breitbart e autor do livro "Dangerous", o ator Corey Feldman poderá, em breve, denunciar rede de pedófilos que inclui alguns dos mais influentes empresários da indústria cinematográfica dos Estados Unidos. Para Milo, "parece claro que Feldman está sendo ameaçado por ter a intenção de denunciar essa rede de criminosos". Milo discutiu a polêmica protagonizada por Feldman em entrevista, publicada no último dia 26, com o jornalista Mike Cernovich, que também está realizando cobertura dos escândalos de pedofilia da mainstream media nos Estados Unidos.

Yiannopoulos afirma: "Feldman já deixou claro que ele poderá entregar o nome de um grande magnata de Hollywood, que seria um pedófilo. Nós podemos perceber que há diversos sinais, na imprensa, de que Feldman realmente está disposto a falar sobre isso, e apontar o dedo para os integrantes desse grupo. Subitamente, Corey Feldman é preso, por 'estar em posse de maconha', de maneira surpreendente, antes de uma aparição pública - ou seja, prenderam-no por 'posse de maconha', na Califórnia [onde essa droga é legalizada]. Nós estamos vendo o colapso das bilheterias, que têm cada vez mais suas vendas reduzidas - as pessoas já não querem dar seu dinheiro a Hollywood, e isso pode ser entendido como um eco das dezenas de escândalos de abusos sexuais, incluindo os realizados por Weinstein [magnata de Hollywood e financiador do principal partido da esquerda americana, acusado de dezenas de estupros]. Esse fracasso de Hollywood não pode ser entendido como algo 'sem ligação' com esses escândalos".

Milo Yiannopoulos entende que Feldman está sendo ameaçado de morte por pensar em realizar uma denúncia de proporções significativas contra alguns dos maiores nomes da indústria midiática dos Estados Unidos - para o jornalista, existe uma colaboração mesmo entre representantes corruptos do Estado e o lobby de Hollywood, no esforço para silenciar qualquer comentário sobre os crimes cometidos nos grandes estúdios. O ex-editor do portal Breitbart também afirma que Hollywood está sofrendo consequências econômicas pela proteção a redes de estupradores e pedófilos (que ficam em destaque com a quedas nas vendas de ingressos).

No mesmo trecho, o entrevistado, Mike Cernovich, afirma que o escândalo de Weinstein foi uma forma de desviar a atenção do grande público do principal problema da mainstream media - a pedofilia. Cernovich argumenta: "eu penso que eles entregaram Harvey Weinstein para os lobos, porque eles sabiam que os escândalos de pedofilia estavam para aparecer. Está provado que a media cobriu redes de abusos sexuais por décadas - por que entregar Weinstein agora? Eu acho que o escândalo de pedofilia estava para surgir, e essa foi a distração que eles conseguiram elaborar. Eu sei disso porque um famoso ator infantil me procurou, e disse que 'iria entregar essa história'. Logo depois de me procurar, ele me contactou, dizendo que 'estava sendo seguido'. É isso que acontece: essas pessoas são seguidas, são monitoradas por esses pedófilos - é muito fácil julgar esses atores, não sendo vítima do mesmo tipo de abuso e perseguição. Eu ficaria surpreso se um grande escândalo de pedofilia de Hollywood não aparecesse nos próximos seis meses".

Veja na íntegra - Milo Yiannopoulos discute escândalo de pedofilia em Hollywood:



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