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Crime e Castigo - obra de Fiódor Dostoiévski, adaptada pela BBC para a televisão
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Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Rebel Media - "Governo Trump está atacando redes de tráfico sexual que atuam nos maiores grupos midiáticos americanos"

De acordo com reportagem divulgada ontem, dia 25, pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o governo Trump está atuando com severidade contra grupos dedicados ao tráfico de pessoas e à prostituição que possuem ligações com grandes empresas midiáticas e produtoras de Hollywood.  O portal Rebel Media destacou o fechamento do site "backpage.com", bem como o possível envolvimento de atrizes - incluindo, de acordo com o veículo, Allisson Mack, que atuou em séries - nos esquemas de tráfico humano e prostituição.

Conforme a reportagem do veículo Rebel Media, "personalidades de Hollywood e da mídia - naturalmente, identificadas com visões políticas de esquerda - demonstraram revolta diante das prisões e das ações do governo americano contra o site 'backpage.org' e contra os envolvidos no escândalo de tráfico humano. As críticas às ações das forças policiais enfatizaram que 'profissionais do sexo' iriam 'perder seus empregos' com essas medidas. Isso foi um espetáculo bem embaraçoso, considerando que o site foi fechado e seus donos são acusados de lavagem de dinheiro e de divulgação de anúncios de 'serviços sexuais' de vítimas de esquemas de tráfico humano - incluindo menores de idade".

A reportagem destaca que "seria de se esperar uma reação generalizada a favor das ações policiais que levaram às punições contra os envolvidos nesses crimes - todavia, não foi o que aconteceu. Muitos militantes de esquerda se manifestaram a favor do site 'backpage.org' [apesar do crime de tráfico humano e das acusações de prostituição de adolescentes]". O portal Rebel Media indica que a cobertura realizada pelos veículos de comunicação de esquerda tenta ignorar as acusações de crimes de tráfico humano, sugerindo que ocorreu uma "violação dos direitos de trabalho" de "profissionais do sexo", por ocasião das ações policiais que levaram ao fechamento do site.

O canal canadense informa que o governo Trump, desde o início do mandato, atuou severamente contra redes de tráfico sexual existentes nos grandes grupos midiáticos e em Hollywood, e que as ações contra o grupo responsável pelo site "backpage.org" fazem parte do esforço de combate a crimes dessa natureza. Trump, de acordo com o veículo de comunicação InfoWars, também teria ordenado investigações contra o grupo de tráfico sexual supostamente liderado pelo bilionário Jeffrey Epstein, ligado ao ex-presidente dos Estados Unidos e líder do Partido Democrata, Bill Clinton.

Veja na íntegra - reportagem do veículo de comunicação canadense Rebel Media sobre as ações do governo Trump contra redes de tráfico sexual nos Estados Unidos:



sábado, 21 de abril de 2018

Senador americano acusa Facebook de censura contra conservadores

Ted Cruz, senador americano do Partido Republicano, acusou a rede social Facebook de promover censura contra usuários conservadores. Cruz sugeriu que a plataforma remove conteúdos contrários ao aborto, remove postagens que sejam favoráveis a políticos de direita - incluindo ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - e também limita a divulgação de páginas católicas. O senador fez as críticas diretamente ao dono do Facebook, Mark Zuckerberg, durante as sessões conduzidas pelo Congresso dos EUA no início deste mês para discutir a influência da rede social e da Rússia nas últimas eleições americanas.

Ted Cruz afirma que "houve inúmeras ocasiões onde o Facebook promoveu a censura política. Em maio de 2016 um artigo indicou que o Facebook havia, de forma proposital e rotineira, suprimido textos conservadores dos feeds das notícias mais populares ['trending news']. As notícias removidas foram sobre, por exemplo, o principal evento do Partido Republicano e sobre Mitt Romney [político conservador que já concorreu à Presidência dos EUA]".

O senador também afirmou que o mecanismo de censura do Facebook já retirou do ar notícias sobre escândalos do Partido Democrata, incluindo os protagonizados por Barack Obama e a IRS - organização estatal similar à Receita Federal, nos Estados Unidos - que ganharam destaque pela perseguição promovida pelo governo a grupos de direita, como o Tea Party. A censura do Facebook, de acordo com Ted cruz, também teria atingido o jornalista conservador Glenn Beck.

O líder conservador acrescentou que o sistema de supressão de discursos "politicamente incorretos" do Facebook alcançou textos "de um repórter do veículo de comunicação Fox News, e também resultou no bloqueio de ao menos duas dúzias de páginas católicas. Essa censura também levou ao fechamento da página de uma apoiadora de Donald Trump que possuía ao menos 1,2 milhões de seguidores".

Mark Zuckerberg, em sua defesa, argumenta que o Facebook promove ações de censura contra conteúdos entendidos pelos administradores da rede social como "discurso de ódio". No Brasil, os proprietários de páginas favoráveis a Jair Bolsonaro, candidato à Presidência, também denunciam ocorrências de bloqueios e fechamentos de páginas, como no caso da página oficial do site Faca na Caveira - considerado um dos maiores dedicados ao tema da segurança pública e violência urbana no Brasil. A proprietária, Indiana Ariete, declarou, por ocasião do fechamento de sua página, que a decisão do Facebook foi um ato de censura política.

Veja na íntegra - Ted Cruz questiona Mark Zuckerberg sobre censura praticada pelo Facebook, diante do Congresso dos Estados Unidos:




sábado, 14 de abril de 2018

Paul Joseph Watson - "Jihadistas podem criar 'ataques químicos falsos' para tentar culpar governo de Assad e provocar conflito internacional"

Em vídeo disponibilizado no último dia 8 em seu canal oficial no Youtube, o jornalista Paul Joseph Watson discutiu a escalada dos conflitos na Síria que levaram à intervenção americana contra bases do governo Assad. Na opinião de Watson, o que pode estar acontecendo são "ações de grupos jihadistas, que já criaram 'ataques falsos' para incriminar o regime de Assad, articuladas no sentido de induzir o governo americano a ataques contra o país". O colunista da rede InfoWars sugere que essa medida foi adotada como "estratégia desesperada" dos militantes salafistas, que estariam sendo derrotados sistematicamente pelas forças armadas da Síria e da Rússia.

As alegações de que o governo sírio realizou ataques com armas químicas contra civis foram o principal fator que levou aos recentes ataques do governo dos Estados Unidos contra bases militares leais ao governo de Bashar al-Assad. O governo americano afirma que não tem o interesse de iniciar uma guerra contra o aliado da Rússia no Oriente Médio, mas que tem o objetivo de impedir o desenvolvimento de armas químicas pelo regime, que estaria fazendo uso desses dispositivos contra regiões ocupadas por rebeldes - incluindo militantes de organizações salafistas, como o Estado Islâmico.

Paul Joseph Watson argumenta: "com o exército sírio e da Rússia à beira de uma vitória contra o Estado Islâmico e outros rebeldes salafistas, o regime de Assad lançaria 'um ataque químico massivo' que provoca condenações mundiais ao país, convidando o governo dos Estados Unidos a realizarem ataques contra alvos militares no país. Nós deveríamos 'engolir essa narrativa' sem questionamentos. Não - tudo o que está acontecendo é uma insanidade. Nós não estamos negando categoricamente que os ataques aconteceram, mas o próprio Donald Trump falou, no passado, sobre os problemas gigantescos causados por um possível conflito militar entre os Estados Unidos e a Síria [aliada da Rússia]".

Watson acrescenta que Donald Trump, no passado, sugeriu: "um conflito na Síria traria muitas, muitas coisas ruins. Dessa luta, os Estados Unidos não conseguiriam nada". O colunista da rede InfoWars afirma que "considerando que o Estado Islâmico está à beira da derrota, não faz sentido acreditar que a Síria ou a Rússia seriam os responsáveis por esse ataque químico. Nada mudou na política internacional que justificaria a mudança nas avaliações expressadas por Trump".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute o conflito na Síria:



sábado, 31 de março de 2018

InfoWars - "políticas de Obama podem levar a uma corrida armamentista entre Irã e Arábia Saudita"

De acordo com reportagem publicada ontem no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars no Youtube, as políticas de Barack Obama em relação ao desenvolvimento de tecnologias nucleares pelo Irã podem levar a uma corrida armamentista entre o regime dos Aiatolás e a monarquia totalitária da Arábia Saudita. A rede InfoWars destaca que os Sauditas - de orientação sunita - vêem com grande preocupação uma possível criação de armas nucleares pelo Irã - que segue, majoritariamente, a vertente xiita do Islam - já que o Estado persa adota uma postura militante e politicamente expansionista no Oriente Médio

A rede InfoWars já destacou que ambos os estados seguidores do Islam político (ideologia também conhecida como "totalitarismo islâmico", mas diferindo quando à adoção da vertente sunita ou da vertente xiita) disputam territórios importantes no Oriente Médio, através de "movimentos-satélites". O regime saudita é acusado de proximidade significativa com grupos como o Hamas e o Estado Islâmico, enquanto o Irã é acusado de sustentar o movimento neonazista Hezbollah - ativo na região do Levante, em particular, nos territórios do Estado de Israel. Arábia Saudita e Irã também realizam conflitos através de movimentos-satélites no Iêmen.

Veja na íntegra - reportagem da rede InfoWars sobre a possível corrida armamentista entre Irã e Arábia Saudita:



Paul Joseph Watson - "Reino Unido está mais empenhado em banir conservadores do que em punir terroristas islâmicos"

Em vídeo disponibilizado no último dia 12 em seu canal oficial no Youtube, o colunista da rede InfoWars Paul Joseph Watson comentou as políticas do Reino Unido a respeito da liberdade de expressão de grupos conservadores e liberais clássicos no país, assim como a postura das forças de segurança da monarquia sobre militantes de grupos terroristas seguidores do salafismo. Watson argumenta que o Reino Unido está "banindo e até prendendo conservadores ou mesmo comediantes contrários ao modelo politicamente correto, mas está sendo generoso para com integrantes de grupos terroristas".

Watson destaca: "Ahmed Hassan disse a oficiais de fronteira que tinha sido 'treinado para matar' pelo Estado Islâmico. As autoridades responsáveis pela segurança deixaram esse homem entrar no país e lhe deram asilo político". Paul Joseph Watson mostra que Hassan participou de um atentado terrorista no Reino Unido, 18 meses depois de confessar às forças de segurança britânica sua associação com o ISIS. Ahmed Hassan também teria, de acordo com o jornalista, sido flagrado com material de propaganda do Estado Islâmico, e cantando músicas militares da organização terrorista.

O colaborador da rede InfoWars também menciona o caso de Youssef Zaghba - militante salafista que disse às autoridades policiais "ter a intenção de se tornar um terrorista". Um ano depois da confissão às forças policiais, Zaghba cometeu o atentado terrorista na Ponte de Londres. Paul Joseph Watson destaca que ele foi identificado como potencial terrorista na alfândega, "mas ainda assim teve sua entrada permitida no Reino Unido".

Watson critica a duplicidade de atitude das autoridades britânicas, que agem de forma abertamente fraca para com militantes de organizações terroristas salafistas enquanto criam punições severas contra conservadores ou críticos do establishment politicamente correto. Ele menciona a decisão do governo britânico no sentido de banir Lauren Southern, jornalista conservadora canadense - Southern foi proibida de entrar no país, sob o pretexto de que a comentarista estaria envolvida em "promoção de discurso de ódio". Brittany Pettibone, ativista católica, também teria sido proibida de entrar no país por sua orientação conservadora pró-ocidental e por críticas ao salafismo e ideologias associadas.

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute duplicidade na conduta das autoridades de segurança da Grâ-Bretanha:




quarta-feira, 14 de março de 2018

Reforma tributária impulsiona negócios nos Estados Unidos

De acordo com notícia disponibilizada ontem no veículo de comunicação Fox Business, as reformas tributárias empreendidas por Donald Trump estão estimulando as atividades das pequenas empresas. O artigo sugere que "os proprietários de pequenos negócios estão mais otimistas do que nunca sobre o desempenho da economia".

O portal Fox Business afirma que "a pesquisa 'Avaliação sobre Tendências Econômicas para Pequenos Negócios, da National Federation of Independent Business [NFIB - Federação Nacional dos Empreendimentos Autônomos], mostrou que o otimismo dos pequenos empreendedores atingiu um nível recorde em fevereiro de 2018". A pesquisa indica que os pequenos empresários estão mais dispostos a realizar contratações e a investir mais recursos em suas iniciativas.

O veículo de comunicação publicou declaração de Juanita Duggan, CEO  "quando proprietários de pequenos negócios desenvolvem mais confiança na trajetória da economia, eles se mostram mais dispostos a investir e a contratar. As altas históricas nos índices de confiança dos pequenos empresários mostram que as mudanças nas políticas governamentais - que incluem redução de impostos e menos regulamentações - estão sendo uma força de transformação para as pequenas empresas. Após anos em que o governo deixou esse segmento da economia americana de lado, sem benefícios da chamda 'recuperação', as coisas estão voltando a 'pegar fogo'".

A matéria informa que, desde 2006, é a primeira vez em que, na percepção dos empresários, os impostos se mostram o principal problema para as pequenas organizações. Agora, esses investidores entendem como o principal desafio encontrar mão-de-obra qualificada.

Mais sobre o tema - matéria do canal Fox Business, do Youtube, sobre o impacto da reforma tributária americana sobre os pequenos empreendimentos:




sábado, 3 de março de 2018

Extrema-esquerda dos EUA está recrutando doentes mentais para militância

De acordo com reportagem divulgada no último dia 26 no canal Rebel Media, do Youtube, grupos antifa que atuam nos Estados Unidos estão recrutando indivíduos com doenças mentais para ações violentas nas ruas, em protestos. A informação foi divulgada originalmente pelos próprios grupos antifa, em manifestações que caracterizaram a normalidade psicológica como "saúde mental burguesa".

O repórter do canal Rebel Media, Rob Shimshock, afirma: "o chamado 'Front Revolucionário dos Estudantes', que é um grupo antifa que age na Universidade do Texas em Austin [The University of Texas at Austin], não se importa em falar em 'liberdade' e 'luta contra opressores' ao mesmo tempo em que exibe imagens de ídolos assassinos ou ladrões [como Che Guevara ou Stalin]. Mas eles não fazem apenas isso - eles admitem manipular indivíduos com doenças mentais".

A reportagem exibe uma declaração oficial do grupo antifa que age na universidade do Texas: os militantes de esquerda afirmam que fazem um "Programa de Saúde Mental Revolucionária. O primeiro objetivo desse programa é atender às necessidades psicológicas ou decorrentes de doenças mentais dos estudantes de forma a possibilitar a politização e o fortalecimento dos estudantes, que se tornam mais comprometidos com a revolução e mais capazes de levá-la adiante".

O editorial do portal Rebel Media argumenta que "essa estratégia [da esquerda] faz sentido, por que não? O marxismo cultural já tomou a universidade, a mídia e Hollywood como reféns - nada mais justo do que uma tentativa desses indivíduos no sentido de também ocuparem os sistemas de saúde mental também. É loucura. Agora, estão alvejando as pessoas que precisam de tratamento psiquiátrico - mas todo esse procedimento [da esquerda] faz um tipo de sentido perverso, se você entende a lógica do esquerdismo".

Veja na íntegra - canal Rebel Media discute estratégia adotada por grupo antifa, nos Estados Unidos, para utilização de doentes mentais como militantes:



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