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Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

domingo, 22 de outubro de 2017

Donald Trump afirma que governo americano "cessará ataques aos valores judaico-cristãos"

Em discurso realizado na Values Voter Summit, conferência política conservadora-liberal sediada na capital da maior potência econômica das Américas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo dos EUA irá "cessar todos os ataques aos valores judaico-cristãos". O comentário foi realizado após anos de supressão das manifestações das religiões tradicionais que fundaram os Estados Unidos - o cristianismo e o judaísmo - por parte do governo, que induziu os cidadãos a evitarem o termo "Natal", que poderia "ofender" integrantes de outras religiões pela referência a Cristo, ou a exposição de símbolos tradicionais judaicos, como o Menorah, que é considerado ofensivo por segmentos radicais da esquerda e de movimentos maometanos. O discurso de Donald Trump sobre os valores judaico-cristãos foi disponibilizado com legendas em português no último dia 14, pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube.

Donald Trump afirmou: "na América, nós não idolatramos o Estado - nós adoramos a Deus. Os founding fathers [líderes fundadores] dos Estados Unidos da América invocaram o nosso Criador quatro vezes na Declaração da Independência - quatro vezes. 'Os tempos mudaram' [conforme o discurso da esquerda], mas vocês querem saber? Os tempos estão mudando novamente. Apenas lembrem-se disso. Nós estamos parando, imediatamente, os ataques [do Estado] contra os valores judaico-cristãos". 

Ao longo dos últimos anos, o governo dos Estados Unidos, sob a administração democrata, empreendeu campanhas de extinção das referências aos feriados tradicionais cristãos e judaicos na vida pública, como no caso da substituição da palavra "Natal" por feriado, uma vez que "Natal" faz referência a Jesus Cristo e à cristandade. A administração democrata também foi acusada de aproximação com regimes extremistas anti-cristãos e anti-judaicos, como os que emergiram da chamada "primavera árabe", estimulada pelo governo Obama, e que levou à criação do movimento terrorista Estado Islâmico. O governo dos EUA, também ao longo da última administração, se afastou do governo de Israel - o principal aliado dos Estados Unidos e a única democracia de modelo oriental em todo o Oriente Médio. A última Presidência também é acusada pelas lideranças conservadores de colaboração com a agenda da "ideologia de gênero" e com as campanhas de dissolução das soberanias nacionais promovidas pelos organismos internacionais que adotam a ideolgia globalista.

Trump concluiu o discurso onde garantiu o fim dos ataques aos valores judaico-cristãos com a menção ao natal: "vocês sabem, estamos nos aproximando daquela maravilhosa época de natal - aquela sobre a qual as pessoas não falam mais. Eles não usam a palavra 'natal', porque não é 'politicamente correta'. Você vai às lojas e eles dizem 'feliz ano novo', ou outras coisas. Tudo fica decorado em vermelho, mas eles não dizem o nome dessa época. Bem, adivinhem? Nós diremos 'Feliz Natal!' novamente".

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que ataques do Estado contra valores judaico-cristãos irão acabar. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute a perseguição anti-cristã no Ocidente:



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Moro não vai concorrer a Presidência, por sua vocação"

Em matéria publicada no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu as declarações do juiz Sérgio Moro sobre sua opção por não concorrer à Presidência, e a postura do jurista para continuar "fazendo o que é correto, por sua vocação", como representante do Poder Judiciário. Na opinião do colunista, a opção de Moro reflete a atitude vocacional correta, que é negligenciada na atitude da maior parte dos brasileiros - agir corretamente, ainda que em prejuízo dos próprios objetivos financeiros ou a autopromoção, comum entre as pessoas públicas.

Felipe Moura Brasil afirma: "Moro não será candidato a presidente em 2018, e deixou clara esta posição, acrescentando que 'as pesquisas que tentam sugerir isso estão perdendo tempo'. Para Moro, existem outras maneiras de servir ao país, de influenciar positivamente as pessoas e a sociedade, e a opção dele foi pela atuação como juiz. 'Não tenho essa vocação', disse Moro em entrevista recente, referindo-se à política. É uma questão simplesmente de vocação - não haveria impecílios legais para tanto".

Moura Brasil indica que a decisão de Moro reflete princípios de conduta moral discutidos pelo filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, que argumenta que as ações humanas mais elevadas são fundamentadas no propósito de agir corretamente, ainda que em prejuízo econômico ou simbólico para o próprio agente. Olavo afirma que o exercício de atividades com base no princípio da vocação e no entendimento de que a ação é parte da contribuição que uma determinada pessoa pode dar à humanidade ou a seu país é parte das preocupações das mais nobres camadas da personalidade humana, e significam, também, o papel, por vezes positivo, que o indivíduo pode desempenhar na História. A escolha de Moro talvez não seja a mais sedutora economicamente ou a que lhe proporcione mais status, mas é a decisão correta, que reflete sua real potencialidade individual e a missão que tem a desempenhar na História do país, como jurista que enfrentou, sob ameaças constantes de militância organizada, um dos maiores escândalos de corrupção já vistos no Ocidente.

O jornalista da Rádio Jovem Pan explica: "no livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota [de autoria do filósofo Olavo de Carvalho, que reúne textos sobre alguns dos temas discutidos pelo famoso escritor], idealizado e organizado por mim, eu incluí um capítulo sobre a palavra citada três vezes por Moro: vocação. É ela que, segundo o autor, Olavo de Carvalho, está omitida na pergunta feita com frequência, no Brasil, a pessoas que fazem algo interessante: 'você faz isso por dinheiro, ou por prazer?' O que se omite, segundo Olavo, é a possibilidade de que alguém se dedique de todo o coração a alguma coisa sem ser por necessidade econômica nem por prazer".

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute opção de Moro por não concorrer à Presidência:



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Terça Livre - "Hillary sempre foi agente de influência da Rússia"

Em vídeo disponibilizado ontem no canal Terça Livre, no Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu as informações publicadas na imprensa americana sobre a colaboração entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo - de acordo com o veículo brasileiro, "Hillary é agente de influência da Rússia, e colaborou até mesmo para a venda de urânio [insumo para produção de armamento nuclear] ao país de Putin". O canal Terça Livre também abordou a cooperação entre a Fundação Clinton e o governo do maior país eurasiático.

Italo Lorenzon afirma que, conforme o noticiário norte-americano (incluindo artigos disponibilizados nos portais World Net Daily e Breitbart), "a Rússia fez várias doações à Clinton Foundationem troca da compra de 20% do urânio americano. O recurso é utilizado para, entre outras finalidades, a fabricação de armas nucleares. Em 2010, Obama fez um acordo que fez bastante controverso - ele cedeu 20% do urânio americano para companhias da Rússia. Naquela época, já houve grandes suspeitas de fraude durante o processo americano equivalente às licitações". Lorenzon acrescenta que, para analistas políticos como Jeffrey Nyquist, especialista em História da Rússia e na História da atuação internacional do movimento comunista, o Estado eurasiático tem fortes ligações com a família Clinton, através da fundação do ex-presidente americano. A organização, sediada nos EUA, já teria recebido mais de 150 milhões de dólares do governo russo.

O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho denunciou, em mais de uma ocasião, a ligação entre a família Clinton e os interesses dos governos da Rússia e da China. O autor também afirma que a última administração, do Partido Democrata, também foi responsável por campanhas de desmoralização dentro das forças armadas dos Estados Unidos - a medida seria contrária aos interesses nacionais americanos, mas favorável às diretrizes históricas estratégicas dos governos alinhados ao eixo Moscou-Pequim, que teria o objetivo de longo prazo de estabelecer uma nova hegemonia militar mundial, centrada nos países-integrantes da Organização para Cooperação de Xangai - grupo fundado em 1996, com a pretenção de tomar o lugar geopolítico e bélico do Pacto de Varsóvia.

Italo Lorenzon afirma que a campanha de difamação movida pela esquerda contra Trump, que sugere a aproximação entre o atual presidente dos EUA e a Rússia, é "mais uma ocasião em que os militantes acusam o líder do que eles mesmos fazem".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a cooperação entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo:



domingo, 15 de outubro de 2017

Alex Jones - "esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando"

Alex Jones, repórter e editor-chefe do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, afirmou em vídeo disponibilizado no último dia 13, que "o esquema de abusos sexuais cometidos por magnatas de Hollywood está desabando". Jones e Mike Cernovich, um dos colaboradores da plataforma, que a elite da mídia dos Estados Unidos também está envolvida em esquemas de promoção da pedofilia e de abusos sexuais de crianças que entram no mundo da atuação cinematográfica.

A crítica realizada por Jones foi motivada pela divulgação de uma série de abusos sexuais que teriam sido cometidos por Harvey Weinstein - o repórter da rede InfoWars informa que Weinstein era integrante do Partido Democrata (maior agremiação de esquerda dos Estados Unidos, que integra militantes das causas sex-lib, bem como socialistas e anarquistas) e que usou de seu posto de poder para explorar sexualmente grande quantidade de atrizes. Entre as vítimas, estariam personalidades conhecidas internacionamente, como Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Alex Jones informa que grandes nomes de Hollywood, como Ben Affleck, estariam participando dos esforços para esconder os crimes atribuídos a Weinstein. Uma das atrizes que acusou Weinstein, a ítalo-americana Rose McGowan, afirma estar sofrendo perseguição, por parte de colegas, e chegou a ter uma de suas contas oficiais suspensa, na rede social Twitter, após denunciar os crimes sexuais do esquema de Hollywood.

De acordo com o repórter Mike Cernovich, a ênfase dada a escândalo com atrizes adultas seria "uma manobra para desviar atenção do público do principal problema de Hollywood: a pedofilia. Isso é uma manobra para distração. Nós já conversamos sobre isso no InfoWars - esses escândalos de abusos sexuais são apenas uma das coisas a descobrir sobre os crimes cometidos pela elite de Hollywood. Agora Weinstein também está sendo investigado, após acusações de estupros cometidos no Reino Unido. A grande pergunta é: por que isso só está aparecendo agora? Isso só está surgindo agora porque o escândalo mais absurdo, o dos crimes de pedofilia, está para vir a público. O cálculo que eles fizeram foi: 'como estão começando a falar sobre a pedofilia, vamos entregar Weinstein'. Não é impressionante que toda a mídia tenha saído, de uma só vez, contra um único dos magnatas? Isso não é só sobre esses estupros - isso é sobre uma rede de pedófilos de Hollywood, sendo expostos".

Cernovich, assim como o repórter Paul Joseph Watson, comentam as revelações feitas pelo ator Elijah Wood e outros que atuaram enquanto crianças sobre a rede de pedófilos que atua na elite midiática dos Estados Unidos. Watson também discutiu, em uma de suas reportagens de maior repercussão pelo InfoWars, a ligação entre grandes nomes da política americana, da casta midiática dos EUA e esquemas internacionais de pedofilia.

Veja na íntegra - Alex Jones comenta revelação de esquema para abusos sexuais contra atrizes em Hollywood, no qual um dos principais criminosos seria um dos maiores financiadores do Partido Democrata ligados à mídia:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson discute ligação entre a elite política, financeira e midiática internacional e redes de pedofilia, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:




sábado, 14 de outubro de 2017

Canal Terça Livre - saída dos EUA da UNESCO também foi motivada por campanhas de engenharia social da organização

Em vídeo disponilizado no último dia 12 no canal Terça Livre, do Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu a saída dos Estados Unidos e de Israel da UNESCO - o afastamento voluntário dos dois países seria justificado porque a organização adotaria uma postura antissemita e, conforme o autor Pascal Bernardin, pelo envolvimento do organismo internacional em campanhas de doutrinação ideológica e engenharia social pró-globalista, que deveria ser implementada em instituições educacionais nos países integrantes. O presidente Donald Trump já havia anunciado, em sua campanha, o distanciamento dos Estados Unidos da ideologia globalista.

De acordo com Lorenzon, com as decisões dos líderes israelenses e americanos, "os Estados Unidos e Israel saíram da UNESCO, e não irão mais contribuir financeiramente para esta organização. Uma das acusções sugere que a UNESCO adota uma postura anti-Israel, antissionista e antissemita. Além da postura anti-Israel, o organismo internacional é um dos principais defensores da agenda cultural da esquerda globalista. Para quem quiser mais informações sobre o assunto, eu recomendo a leitura da obra 'Maquiavel Pedagogo', de Pascal Bernardin". O livro de Bernardin aborda as técnicas de doutrinação ideológica e rebaixamento da qualidade dos padrões da educação - técnicas promovidas pelos defensores do sistema globalista nos países que integram suas organizações.

Italo Lorenzon acrescenta: "Pascal Bernardin explica técnicas de manipulação que a UNESCO passa para ONGs e mesmo para ministérios da educação de vários países - nessas técnicas, existe uma clara finalidade de corromper a inteligência das crianças. A finalidade é 'usar a educação para deseducar', ou fazer com que os alunos não aprendam e se tornem incapazes de aprender. A UNESCO serve a esse papel de maneira primordial. Entre os conceitos espalhados pela organização estão a ideologia de gênero, a ideologia sex-lib associada aos grupos LGBT, a expansão maometana no Ocidente e uma ideologia anti-católica - tudo isso pode ser encontrado, e é transmitido de cima para baixo pelo organismo internacional para os ministérios da educação dos países integrantes".

O presidente Donald Trump denunciou, em diversas ocasiões, o caráter anti-americano e anti-israelense dos grandes organismos internacionais, como a ONU e a UNESCO. Trump declarou, durante sua campanha, que "o americanismo, não o globalismo, irá pautar nosso governo".

Veja na íntegra -  matéria do canal Terça Livre sobre a saída dos EUA da UNESCO:



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CNN tenta negar confissão de George Soros sobre confisco realizado por regime nazista contra judeus

Em vídeo disponibilizado no canal oficial do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o repórter Alex Jones falou a respeito da nova campanha da CNN que tem por objetivo a negação dos relatos de George Soros sobre a participação do milionário no confisco de bens de judeus, durante o holocausto. Soros confessou, para o programa 60 Minutes, da rede CBS, que "auxiliou na tomada dos bens dos judeus húngaros pelos nazistas", quando ainda era adolescente, e afirmou que "não se sentiu mal de modo algum" ao cometer o ato. Soros também afirmou na entrevista à CBS que essa foi "a melhor época de sua vida" - todavia, a CNN nega todas as declarações do empresário que é o principal financiador da esquerda dos Estados Unidos. A reportagem sobre a campanha da CNN foi divulgada ontem, dia 11, no Youtube.

O jornalista Alex Jones informa que "para a CNN, eu 'criei a narrativa da colaboração de Soros com os nazistas'. Eles estão tentando me retratar como 'o cara que surgiu com essa estória'. Soros, no programa 60 Minutes, admitiu que colaborou com os nazistas, e disse que 'não se sentia envergonhado por isso'. George Soros, que admite isso, junto com um tio seu, auxiliou no confisco de bens de centenas de pessoas. Ele compara isso com uma situação de 'livre-mercado': segundo ele, se ele não tivesse agido assim, 'outra pessoa o faria'. Ele não admite apenas na CBS - ele admite em livros sobre o assunto".

As declarações polêmicas de George Soros foram realizadas para a edição do programa 60 Minutes que foi ao ar em 20 de dezembro de 1998, na rede CBS. Uma das principais críticas ao milionário e patrono da esquerda americana é que a colaboração com o roubo de bens dos judeus húngaros foi realizada apesar das origens israelitas do próprio Soros, que, ainda hoje, adota posturas contrárias ao Estado de Israel, que critica como um expoente do nacionalismo. Soros também auxiliou financeiramente, ao longo da década de 1990, ex-integrantes de partidos comunistas no Leste Europeu - mesmo em países nos quais a população judaica sofreu com campanhas "anti-cosmopolitas" estimuladas pela União Soviética.

Aex Jones afirma que, com a campanha de negação das confissões de Soros, a CNN "atingiu um nível além do fake news [além da pura divulgação de notícias falsas]. As alegações da rede [contra testemunho registrado do próprio Soros] são como sugerir que eu inventei a existência da cidade de Austin, no estado do Texas. Ou a existência de George Washington. O discurso da rede é tão insano que realmente tenta negar algo que está gravado em vídeo".

Veja na íntegra - reportagem do veículo InfoWars sobre campanha da CNN de negação das declarações de George Soros:


Mais sobre o tema - entrevista de George Soros à rede CBS, que iniciou a polêmica sobre a colaboração com o holocausto cometido pelo regime nacional-socialista, durante a adolescência do milionário:



domingo, 1 de outubro de 2017

IPEA afirma que economia está em processo de recuperação, e quadro deverá melhorar em 2017 e 2018

Conforme notícia publicada pelo veículo de comunicação EBC, o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - prevê crescimento do PIB brasileiro de 0,7%, em 2017, e de 2,6%, em 2018. O Instituto informou que a expectativa poderia ser melhor, na ordem de 3,4%, caso o governo tivesse mais sucesso nas reformas econômicas que tenta empreender. O Instituto, ainda conforme a reportagem, argumenta já ser claro que "o Brasil saiu da recessão", e que a economia agora está em processo de retomada do ritmo, para patamares melhores. O artigo foi disponibilizado pela agência no último dia 28. 
Imagem: site Valor Mercado

Conforme a EBC, o IPEA aponta como os principais motores da recuperação o consumo das famílias brasileiras, as exportações e o setor agropecuário, que se destaca como o de crescimento mais expressivo no país. Até mesmo a indústria, que vem sofrendo por mais de uma década no Brasil, deverá apresentar um papel mais significativo no processo de recuperação econômica, para o posicionamento do IPEA.

O artigo da EBC destaca que ainda é necesário que o Estado conduza reformas econômicas e nos sistemas de welfare do país, que ainda geram desconfiança nos investidores quanto à capacidade do governo de administrar as contas públicas. A matéria acrescenta: "tornar mais sustentáveis os gastos públicos é essencial para que os investidores confiem nessa retomada e voltem a fazer investimentos mais de longo prazo". Em situações onde a economia é instável e os juros são elevados, como no Brasil, a maior parte dos investidores prevere aplicar seus recursos em especulação ou bancos, onde os riscos são menores do que na atividade produtiva que, no Brasil, enfrenta grandes dificuldades na competição contra produtores estrangeiros (que praticam preços mais baixos) e em decorrência de pesadas regulamentações que atingem a maior parte das atividades econômicas.

Apesar de ainda haver grandes problemas a resolver, a matéria informa que há previsão de crescimento da indústria brasileira em 0,5%, em 2017, e em 3,4%, em 2018. A produção agrícula deverá crescer 12,5% em 2017 e 3,5% em 2018.

Mais sobre o tema - reportagem do Jornal da Band sobre a recuperação da economia:



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